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Visão geral das doenças pulmonares eosinofílicas

Por

Joyce Lee

, MD, MAS, University of Colorado Denver

Última modificação do conteúdo set 2019
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As doenças pulmonares eosinofílicas constituem um grupo de doenças caracterizadas pelo acúmulo de eosinófilos nos espaços alveolares, no interstício, ou em ambos. Também é comum a eosinofilia no sangue periférico. Causas estabelecidas de doença pulmonar eosinofílica compreendem:

Frequentemente, a causa é desconhecida.

As duas doenças pulmonares eosinofílicas primárias de etiologia desconhecida são

A síndrome de hipereosinofilia, uma doença sistêmica que compromete múltiplos órgãos, é discutida em outra parte.

A síndrome de Löffler, uma síndrome de achados pulmonares efêmeros e eosinofilia periférica, é outra doença pulmonar eosinofílica.

Diagnóstico

  • Radiografia de tórax

  • Demonstrar eosinofilia no sangue periférico, lavado broncoalveolar ou tecido pulmonar

O diagnóstico baseia-se na demonstração de opacidades na radiografia de tórax e na identificação de eosinofilia (> 450/microL [0,45 × 109/L]) no sangue periférico, no líquido do lavado broncoalveolar e na biópsia do tecido pulmonar. No entanto, a eosinofilia pulmonar pode ocorrer na ausência de eosinofilia periférica. Opacidades pulmonares na radiografia de tórax associadas à eosinofilia sanguínea são, às vezes, denominadas síndrome de infiltrados pulmonares com eosinofilia (IPE).

Os eosinófilos permanecem principalmente no tecido, uma vez que são cem vezes mais abundantes nos tecidos que no sangue. Em consequência, o número de eosinófilos no sangue não indica necessariamente a extensão do envolvimento eosinofílico nos tecidos comprometidos. Os eosinófilos são mais numerosos nos tecidos com uma interface epitelial mucosa com o ambiente, como nos tratos respiratório, gastrointestinal e geniturinário inferior. Não se encontram eosinófilos nos pulmões de indivíduos normais, de maneira que a existência desses no tecido ou no lavado broncoalveolar (> 5% de contagem diferencial) identifica um processo patológico.

Os eosinófilos são particularmente sensíveis aos corticoides e desaparecem por completo da corrente sanguínea dentro de poucas horas após a administração de corticoides. Esse desaparecimento rápido do sangue obscurece o diagnóstico em pacientes que recebem corticoides antes do estabelecimento da avaliação diagnóstica.

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