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Tosse em adultos

Por

Rebecca Dezube

, MD, MHS, Johns Hopkins University

Última revisão/alteração completa fev 2020| Última modificação do conteúdo fev 2020
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Tosse é a expulsão súbita e forçada de ar dos pulmões. É uma das razões mais comuns que levam as pessoas a consultar um médico. A função da tosse é limpar o as vias aéreas e proteger os pulmões contra materiais e partículas inaladas. As pessoas podem provocar tosse (tosse voluntária) ou de modo espontâneo (tosse involuntária). (Veja também Tosse em crianças.)

Os tipos de tosse variam consideravelmente. A tosse pode ser caracterizada como seca (não produtiva) ou produtiva, com expectoração de sangue ou muco (também denominado catarro). O escarro é uma mistura de muco, detritos e células expelida pelos pulmões. Ele pode ser claro, amarelado, esverdeado ou apresentar estrias de sangue.

Tossir com muita força pode forçar os músculos e a cartilagem das costelas, provocando dor torácica, particularmente quando a pessoa inspira, movimenta-se ou tosse novamente. Tosses podem causar grande desconforto e prejudicar o sono. No entanto, é muito possível que as pessoas não a percebam o agravamento progressivo da tosse durante décadas, como pode ocorrer com fumantes.

Causas

A tosse é provocada pela irritação das vias respiratórias. As causas prováveis da tosse dependem de sua duração, de menos de três semanas (aguda) ou de três semanas ou mais (crônica).

Causas comuns

As causas mais comuns de tosse aguda são:

No caso da tosse crônica, as causas mais comuns são

  • Gotejamento pós-nasal

  • Irritação das vias aéreas que permanece após a cura de uma infecção respiratória (também conhecido como tosse pós-infecciosa)

  • Doença reativa das vias respiratórias/asma

Causas menos comuns

As causas menos comuns de tosse aguda são:

Entretanto, pessoas que inalaram algo acidentalmente geralmente sabem por que estão tossindo e informam seus médicos, a menos que tenham demência ou que tenham sofrido um acidente vascular cerebral ou outros problemas que dificultem a memória, cognição ou comunicação.

As causas menos comuns de tosse crônica são:

Pessoas com demência ou vítimas de acidente vascular cerebral apresentam, geralmente, problemas de deglutição. Como resultado, pequenas quantidades de alimento, bebida, saliva ou conteúdo do estômago podem ser aspiradas pela traqueia. Pequenas quantidades desses materiais podem ser repetidamente aspiradas por pessoas nessas condições sem que seus prestadores de cuidados percebam, podendo desenvolver tosse crônica.

Asma pode causar tosse. O principal sintoma da asma geralmente são os sibilos, e raramente a tosse. Esse tipo de asma é chamado de variante de asma com tosse ou variante tussígena da asma.

Avaliação

Nem toda tosse exige avaliação imediata por um médico. As seguintes informações podem ajudar a pessoa a decidir se a avaliação médica é necessária e a saber o que esperar durante a avaliação.

Sinais de alerta

Alguns sintomas e características da tosse geram preocupação. Incluem

  • Falta de ar

  • Expectoração de sangue

  • Perda de peso

  • Febre com duração superior a uma semana

  • Fatores de risco para tuberculose, como exposição a focos de tuberculose, infecção por HIV ou uso de corticosteroides ou de outros medicamentos que suprimem o sistema imunológico

  • Fatores de risco para infecção por HIV, como atividades sexuais de alto risco ou uso de drogas injetáveis

Quando consultar um médico

Pessoas com sinais de alerta devem consultar um médico imediatamente, a não ser que o único sinal seja perda de peso. Então, a demora de mais ou menos uma semana não é tão prejudicial. O médico deve ser consultado imediatamente se ocorrer inalação de objetos.

Pessoas com tosse aguda, mas sem sinais de alerta, podem aguardar alguns dias para verificar se a tosse melhora ou torna-se menos grave, particularmente na presença de congestão nasal e dor de garganta, o que sugere que a tosse possa ser causada por IRS.

Pessoas com tosse crônica, mas sem sinais de alerta, não precisam de uma consulta imediata, mas devem consultar um médico em uma ou duas semanas.

O que o médico faz

Primeiro, os médicos fazem perguntas sobre os sintomas e o histórico médico. Em seguida, os médicos fazem um exame físico. O que eles identificam durante o histórico e exame físico geralmente sugere uma causa para a tosse e os testes que precisam ser feitos (consulte a tabela Algumas causas e características da tosse).

Dados mais evidentes contribuem menos para o diagnóstico, pois são comuns a vários distúrbios que provocam tosse. A espessura do escarro ou sua coloração amarelada ou esverdeada, por exemplo, não ajudam a distinguir infecções bacterianas de outras possíveis causas de infecção. A bronquite, a asma ou outros distúrbios podem causar sibilos. A bronquite, a tuberculose ou o câncer de pulmão podem provocar tosse com sangue.

Tabela
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Some Causes and Features of Cough

Causa

Características comuns*

Exames

Aguda (duração de menos de três semanas)

Sibilos, respiração com os lábios franzidos e falta de ar

A tosse geralmente produz escarro

Em pessoas já diagnosticadas com DPOC

Normalmente somente um exame realizado pelo médico

Presença de corpos estranhos†

Tosse de início súbito, habitualmente em pessoas com distúrbios que afetam a comunicação, a deglutição ou ambas, ou em crianças

Ausência de sintomas de infecção respiratória superior

Em pessoas que se sentem bem, no demais

Radiografia do tórax

Falta de ar agravada quando a pessoa se deita ou que surge uma a duas horas após a pessoa pegar no sono

Em geral, sons que sugerem líquido nos pulmões, escutados por estetoscópio

Inchaço (edema) geralmente nas pernas

Radiografia do tórax

Às vezes, exame de sangue para medir uma substância chamada de peptídeo natriurético cerebral (PNC), produzida quando o coração é submetido a um grande esforço

Ocasionalmente, realiza-se um ecocardiograma

Febre, sensação de mal-estar, tosse com presença de escarro (tosse produtiva) e falta de ar

Início súbito de dor torácica agravada quando a pessoa respira fundo

Certos sons respiratórios anormais, escutados por estetoscópio

Radiografia do tórax

Gotejamento pós-nasal (causado por alergia, vírus ou bactérias)

Cefaleia, dor de garganta e congestão nasal com inchaço e palidez da mucosa

Náusea

O corrimento no fundo da garganta pode ser visível

Limpeza frequente da garganta

Normalmente somente um exame realizado pelo médico

Ocasionalmente, anti-histamínicos e medicamentos descongestionantes são usados para verificar a remissão dos sintomas

Embolia pulmonar (bloqueio súbito de uma artéria em um dos pulmões, provocado geralmente por coágulo de sangue)

Dor torácica súbita e aguda, geralmente, agravada pela inspiração

Falta de ar

Aceleração das frequências cardíaca e respiratória

Os fatores gerais de risco de embolia pulmonar incluem câncer, imobilidade (em consequência de estado acamado), coágulos nas pernas, gestação, uso de comprimidos anticoncepcionais (contraceptivos orais) ou outros medicamentos que contém estrogênio, cirurgia ou hospitalização recentes, ou histórico familiar de embolia pulmonar

Exames especializados de diagnóstico por imagem do pulmão, como angiografia por TC ou cintilografia de ventilação/perfusão (V/Q) ou arteriografia pulmonar

Infecções do trato respiratório superior, incluindo bronquite aguda

Congestionamento e corrimento nasal e coloração avermelhada da mucosa (tecido que reveste o nariz).

Dor de garganta e sensação de mal-estar

Normalmente somente um exame realizado pelo médico

Condição crônica (duração de três semanas ou mais)

Irritação das vias aéreas resistente ao tratamento de infecção do trato respiratório

Tosse seca, não produtiva, que ocorre imediatamente após uma infecção do trato respiratório

Não ocorrem congestão nasal ou dor de garganta

Às vezes, somente um exame médico, às vezes uma radiografia do tórax

Inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA)

Tosse seca e persistente

Uso de inibidores da ECA (a tosse pode surgir no intervalo de dias ou meses após o início do uso do medicamento)

O uso do inibidor da ECA deve ser suspenso para verificar a remissão dos sintomas

Aspiração

Tosse úmida após ingestão de alimentos sólidos ou líquidos, evidente dificuldade para engolir ou ambas

Vítimas de acidente vascular cerebral ou de outros distúrbios que afetam a comunicação (como demência), especialmente em pessoas com tosse crônica

Radiografia do tórax

Algumas vezes, estudos radiográficos de deglutição (laringografia com bário modificado)

Asma (variante tussígena)

Tosse aparentemente desencadeada por vários fatores, como exposição a pólen ou a outros alérgenos, ao frio ou durante a realização de atividades físicas

Possivelmente ocorrem sibilos e falta de ar

Teste de função pulmonar

Broncodilatadores (medicamentos dilatadores as vias aéreas), como albuterol, são ocasionalmente utilizados para verificar a remissão dos sintomas

Bronquite crônica (em fumantes)

Tosse produtiva na maior parte dos dias do mês, durante três meses do ano, por dois anos consecutivos

Limpeza frequente da garganta e falta de ar

Não ocorrem congestão nasal ou dor de garganta

Testes de avaliação da condição pulmonar (testes de função pulmonar)

Queimação (pirose) no tórax ou abdome que tende a se agravar após a ingestão de certos alimentos, durante exercícios ou quando a pessoa está deitada

Gosto amargo na boca, especialmente ao despertar

Rouquidão

Sibilos

Tosse que ocorre no meio da noite ou no início da manhã

Em alguns casos, a tosse é o único sintoma

Ocasionalmente, somente um exame médico

O uso de medicamentos supressores de ácidos, como bloqueadores de histamina-2 (H2) ou inibidores da bomba de prótons para verificar a remissão dos sintomas

Ocasionalmente, recorre-se à inserção de um tubo flexível de visualização no esôfago e no estômago (endoscopia)

Ocasionalmente, é instalado no esôfago um sensor de monitoramento da acidez (pH) por 24 horas

Doença pulmonar intersticial

Falta de ar de início gradual

Tosse seca

Exposição anterior a certos medicamentos e exposição ocupacional

Ocasionalmente, histórico familiar da doença

Radiografia do tórax

TC do tórax

Tumor pulmonar

Tosse com produção ocasional de sangue

Uma mudança na tosse crônica

Perda de peso, febre e sudorese noturna

Gânglios linfáticos expandidos, firmes e indolores no pescoço

Radiografia do tórax

Geralmente TC do tórax

Geralmente broncoscopia

Gotejamento pós-nasal

Cefaleia, dor de garganta e congestão nasal com inchaço e palidez da mucosa

O corrimento no fundo da garganta pode ser visível

Ocasionalmente, somente um exame médico

Ocasionalmente, anti-histamínicos e medicamentos descongestionantes são usados para verificar a remissão dos sintomas

Às vezes testes para determinar alergias

Tuberculose ou infecções fúngicas†

Tosse com produção ocasional de sangue

Perda de peso, febre e sudorese noturna

Contato com pessoas infectadas por tuberculose

Residência ou estadia em área onde tuberculose ou infecções pulmonares fúngicas são comuns

Presença de infecção por HIV ou de fatores de risco para infecção por HIV

Radiografia do tórax

Testes cutâneos e, se positivos, cultura e exame de escarro

Ocasionalmente, TC torácica

* As características incluem sintomas e resultados do exame médico. As características mencionadas são típicas, mas nem sempre estão presentes.

† Estas causas são raras.

TC = tomografia computadorizada.

Exames

A necessidade dos testes depende do que os médicos encontrarem na anamnese e no exame físico, particularmente se estiverem presentes sinais de alerta.

Na presença de sinais de alerta, os exames geralmente incluem:

  • Medição de níveis de oxigênio no sangue por um sensor colocado em um dedo (oximetria de pulso)

  • Radiografia do tórax

Testes cutâneos, radiografia torácica, ocasionalmente tomografia computadorizada (TC) do tórax, exames e cultura de amostra do escarro para verificar a presença de tuberculose e exames de sangue para identificar infecção por HIV também são feitos se a pessoa apresentar perda de peso ou tiver fatores de risco para esses distúrbios.

Na ausência de sinais de alerta, o diagnóstico é geralmente estabelecido em função do histórico clínico e do exame físico, e o tratamento pode ser iniciado sem a realização de exames. Em algumas pessoas, o exame sugere um diagnóstico, mas testes são feitos para confirmar esse diagnóstico (consulte a tabela Algumas causas e características da tosse).

Quando o exame não sugerir uma causa para a tosse e não houver sinais de alerta, muitos médicos tentam receitar medicamentos para tratar uma das três causas comuns de tosse:

  • Uma combinação de anti-histamínico/descongestionante ou um corticosteroide nasal ou spray nasal de um antagonista muscarínico (para gotejamento pós-nasal)

  • Inibidores da bomba de prótons ou bloqueadores de histamina-2 (H2) (para doença de refluxo gastroesofágico)

  • Um broncodilatador inalatório beta-2-agonista (para asma)

Se a tosse puder ser aliviada pelo uso desses medicamentos, geralmente não são necessários exames suplementares. Na persistência da tosse, os médicos geralmente realizam exames na seguinte ordem, até que o diagnóstico seja estabelecido:

  • Radiografia do tórax

  • Testes de função pulmonar para verificar a presença de asma

  • TC dos seios paranasais para verificar a presença de distúrbios dos seios paranasais

  • Instalação de um sensor de ácido no esôfago para verificar a presença de doença do refluxo gastroesofágico

Se a tosse for crônica, a radiografia torácica é geralmente feita. Se a tosse produzir sangue, uma amostra do escarro deve ser enviada para análise laboratorial. No laboratório, técnicos tentam cultivar bactérias na amostra (cultura de escarro) e a presença de células de câncer na amostra (citologia) é verificada por microscópio. Geralmente, se houver suspeita de câncer de pulmão (por exemplo, em pessoas de meia-idade ou mais velhas com longo histórico de fumante, sujeitas a perda de peso ou com outros sintomas gerais), realiza-se uma TC torácica e, ocasionalmente, broncoscopia.

Tratamento

O melhor tratamento para a tosse é o tratamento do problema subjacente. Por exemplo, antibióticos podem ser usados contra pneumonia e inaladores contendo medicamentos dilatadores das vias aéreas (broncodilatadores) ou corticosteroides podem ser usados contra DPOC ou asma. A tosse, geralmente, não deve ser totalmente suprimida, devido à importante função que desempenha na expectoração e na limpeza das vias aéreas. Entretanto, se a tosse for grave, prejudicar o sono ou se provocada por determinadas causas, vários tratamentos podem ser utilizados para suprimi-la.

Há duas abordagens básicas contra a tosse:

  • Antitussígenos (terapia contra a tosse) reduzem a urgência da tosse

  • Expectorantes, para reduzir a espessura do muco que bloqueia o acesso aos pulmões pelas vias aéreas e facilitar sua expectoração pela tosse são utilizados (mas sua eficácia não é comprovada)

Supressores da tosse

Os antitussígenos incluem os seguintes:

  • Opioides

  • Dextrometorfano

  • Benzonatato

Todos os opioides podem suprimir a tosse, ao reduzir a responsividade do centro da tosse no cérebro. A codeína é o opioide mais frequentemente utilizado com essa finalidade. A codeína e outros opioides antitussígenos podem causar náusea, vômito e constipação, além de causar dependência. Podem também causar sonolência, particularmente em pessoas que utilizam outras drogas que reduzem a concentração (como álcool, sedativos, soníferos, antidepressivos e certos anti-histamínicos). Portanto, o uso de opioides nem sempre é seguro e seu uso é geralmente reservado a situações especiais, como para tosses resistentes a outros tratamentos e que prejudicam o sono.

O dextrometorfano é relacionado à codeína, porém, tecnicamente, não é um opioide. Esse medicamento também suprime o centro da tosse no cérebro. O dextrometorfano é o princípio ativo de várias soluções antitussígenas vendidas com ou sem receita médica. Esse medicamento não causa dependência e, quando usado corretamente, causa pouca sonolência. Entretanto, é frequentemente utilizado de forma abusiva, especialmente por adolescentes, pois doses altas causam euforia. A superdosagem pode causar alucinações, agitação e, ocasionalmente, coma. A superdosagem é particularmente perigosa em pessoas que usam medicamentos antidepressivos denominados inibidores da reabsorção da serotonina.

O benzoato é um anestésico local de uso oral. Os receptores pulmonares responsáveis por seu alongamento são adormecidos, tornando assim os pulmões menos sensíveis à irritação que provoca a tosse.

Algumas pessoas, especialmente se estiverem produzindo grande quantidade de escarro na tosse, devem limitar o uso de medicamentos antitussígenos.

Expectorantes

Alguns médicos recomendam expectorantes (também chamados mucolíticos) para favorecer o desprendimento do muco, tornando as secreções brônquicas mais finas e mais fáceis de expectorar. Os expectorantes não são capazes de suprimir a tosse e faltam evidências indicando a eficácia desses medicamentos. Os expectorantes mais comumente usados são soluções de venda sem prescrição médica, que contêm guaifenesina.

Pessoas com fibrose cística podem utilizar a alfadornase (desoxirribonuclease recombinante humana inalável I) para ajudar a reduzir a espessura das secreções mucopurulentas resultantes de infecções respiratórias crônicas. Este medicamento não parece ter efeito em pessoas com bronquite crônica.

A inalação adicional de uma solução salina (com sal) ou de acetilcisteína (por alguns dias) ajuda ocasionalmente a reduzir a espessura do muco de difícil expectoração.

Outros medicamentos

Os anti-histamínicos, que ressecam o trato respiratório, têm pouco ou nenhum valor no tratamento da tosse, exceto quando é causada por uma alergia envolvendo o nariz, a garganta e a traqueia. Em tosses causadas, por exemplo, por bronquite, a ação ressecadora dos anti-histamínicos pode ser prejudicial, uma vez que as secreções respiratórias tornam-se mais viscosas, dificultando a expectoração.

Os descongestionantes (como a fenilefrina), que aliviam a congestão nasal, são úteis somente no alívio de tosses causadas por gotejamento pós-nasal.

Outros tratamentos

Comumente, acredita-se que a tosse pode ser reduzida pela inalação de vapor (por meio de vaporizador, por exemplo). Tratamentos tópicos alternativos, como pastilhas para tosse, são também populares, mas a eficácia desses tratamentos carece de comprovação.

Pontos-chave

  • A maioria dos episódios de tosse é causada por infecções respiratórias leves ou por gotejamento pós-nasal.

  • Os sinais de alerta para pessoas com tosse são falta de ar, expectoração de sangue, perda de peso, febre persistente por mais de uma semana, aproximadamente, e fatores de risco para infecção pelo HIV ou tuberculose.

  • O diagnóstico é geralmente estabelecido em função da análise do histórico médico e nos resultados do exame físico.

  • Medicamentos (antitussígenos e expectorantes) devem ser usados no tratamento de tosse somente quando apropriados – por exemplo, um antitussígeno somente em casos graves de tosse ou quando recomendado por um médico.

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