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Automutilação não suicida em crianças e adolescentes

Por

Josephine Elia

, MD, Sidney Kimmel Medical College of Thomas Jefferson University

Última revisão/alteração completa abr 2021| Última modificação do conteúdo abr 2021
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Fatos rápidos

A automutilação não suicida diz respeito a lesões feitas intencionalmente em si próprio que não têm o objetivo de causar a morte. Exemplos incluem arranhões superficiais, cortes ou queimaduras na pele (usando cigarros ou ferro de ondulação de cabelo), bem como facadas e socos autoinfligidos e esfregar a pele repetidamente com uma borracha.

Adolescentes que abusam de drogas ou outras substâncias têm uma maior probabilidade de praticar automutilação.

Em algumas comunidades, a automutilação subitamente “vira moda” na escola e muitos adolescentes praticam. Nesses casos, a automutilação para aos poucos com o passar do tempo.

A automutilação sugere que o adolescente está muito angustiado. Contudo, em muitos adolescentes, a automutilação não indica que o suicídio pode ser um risco. Ao contrário, ela pode ser uma forma de autopunição que eles acreditam ser merecida. A automutilação pode também ser usada para chamar à atenção dos pais e/ou outras pessoas importantes, expressar ira ou identificar-se com um grupo de colegas. Em outros adolescentes (aqueles que têm perturbações mentais mais graves e menos apoio social), há um aumento do risco de suicídio.

Outros fatores que podem aumentar o risco de suicídio incluem:

  • Automutilar-se com frequência

  • Utilizar vários métodos para se automutilarem

  • Sentir-se menos conectado socialmente a terceiros, especialmente com os pais

  • Sentimento de que a vida faz pouco ou nenhum sentido

  • Procurar assistência de saúde mental com frequência

  • Ter ideação suicida

Todos os adolescentes que deliberadamente praticam a automutilação devem ser avaliados por um médico com experiência no trabalho com adolescentes perturbados. O médico tenta determinar se o suicídio é de fato um risco e identificar a angústia subjacente que está levando à automutilação. Os médicos tentam determinar se o adolescente tem problemas com baixa autoestima ou qualquer outro problema de saúde mental, como transtornos de ansiedade, humor, padrões alimentares, uso de substâncias ou trauma.

O tratamento geralmente envolve terapia individual (e, às vezes, de grupo). A terapia foca em ensinar os adolescentes a estarem mais cientes das emoções, a aceitar emoções negativas como parte de vida, a desenvolver maneiras mais adequadas de responder ao estresse e a resistir ao desejo de se comportar de maneira autodestrutiva.

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