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Eletroencefalografia (EEG)

Por

Michael C. Levin

, MD, College of Medicine, University of Saskatchewan

Última modificação do conteúdo dez 2018
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Os eletrodos são distribuídos por todo o encéfalo para detectar alterações elétricas associadas a

Vinte eletrodos são distribuídos simetricamente sobre o couro cabeludo.

O EEG normal em vigília mostra ondas alfa senoidais de 50 muV, entre 8 e 12 Hz, que oscilam nos lobos parietal e occipital, e ondas beta de 10 a 20 muV, > 12 Hz, no lobo frontal, mescladas com ondas teta de 4 a 7 Hz, de 20 a 100 luV.

No EEG buscam-se assimetrias entre os 2 hemisférios (sugestivas de um distúrbio estrutural), atividade lenta excessiva (aparecimento de ondas delta de 50 a 350 muV, entre 1 e 4 Hz, como ocorre em nível de consciência diminuído, encefalopatia e demência) e ondas com padrões anormais.

Padrões anormais de ondas podem ser não específicos (p. ex., ondas agudas epileptiformes) ou diagnósticos (p. ex., descargas de espícula e ondas a 3 Hz para a epilepsia de ausência, ondas agudas periódicas a 1 Hz para a doença de Creutzfeldt-Jakob).

O EEG é particularmente útil para avaliação da perda de consciência episódica de etiologia desconhecida.

Se houver suspeita de distúrbio convulsivo e o EEG estiver normal, algumas manobras que ativam eletricamente o córtex (p. ex., hiperventilação, estimulação fótica, sono, privação de sono) podem, algumas vezes, promover o aparecimento de evidências do distúrbio convulsivo. Às vezes, o eletrodo nasofaríngeo pode detectar um foco de epilepsia de lobo temporal quando, por outro lado, o EEG acusa normalidade. Monitoramento ambulatorial contínua do EEG (com ou sem monitoramento por vídeo) ao longo de 24 h muitas vezes pode determinar se os lapsos de memória fugazes, auras subjetivas ou comportamento motor episódico incomum é devido à atividade convulsiva.

Se o médico precisa determinar se um episódio é uma convulsão ou um distúrbio psiquiátrico, uma câmara de vídeo pode ser utilizada para monitorar o paciente enquanto o EEG é feito no hospital. Essa técnica (chamado EEG por vídeo) também é usada antes da cirurgia para verificar que tipo de convulsão resulta de uma anormalidade em um foco epileptogênico específico.

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