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Falta de ar

(Dispneia)

Por

Noah Lechtzin

, MD, MHS, Johns Hopkins University School of Medicine

Última revisão/alteração completa mai 2018| Última modificação do conteúdo mai 2018
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Falta de ar - chamada dispneia pelos médicos - é a sensação de dificuldade para respirar. A maneira como as pessoas sentem e descrevem a falta de ar varia muito, a depender da causa.

A frequência e a profundidade respiratória normalmente aumentam durante a prática de atividades físicas e em altitudes elevadas, mas esse aumento dificilmente causa desconforto. A frequência respiratória aumenta mesmo durante o repouso em pessoas com distúrbios variados, quer nos pulmões quer em outras partes do corpo. Por exemplo, pessoas com febre geralmente respiram de forma mais rápida.

Na dispneia, a respiração acelerada é acompanhada pela sensação de falta de ar. As pessoas sentem-se incapazes de respirar com a profundidade e velocidade necessárias. Elas podem notar que a expansão do tórax durante a inspiração ou a expiração requer mais esforços do que o normal. Podem também ter a sensação desagradável da inspiração ser urgentemente necessária antes da expiração ser concluída, e apresentam várias sensações, geralmente descritas como um aperto no peito.

Outros sintomas, como náuseas, tosse ou dor torácica, podem estar presentes, dependendo da causa da dispneia.

Causas

A dispneia é geralmente causada por problemas pulmonares ou cardíacos ( Algumas causas e características da falta de ar).

As causas mais comuns geralmente incluem:

A embolia pulmonar (bloqueio súbito de uma artéria pulmonar, provocado geralmente por coágulo de sangue) é uma causa menos comum, contudo séria.

Em pessoas com distúrbios pulmonares ou cardíacos crônicos, a embolia pulmonar é geralmente provocada pelo

  • Agravamento da doença

Entretanto, essas pessoas podem também desenvolver outros problemas. Por exemplo, pessoas com asma recorrente podem ter ataque cardíaco e pessoas com insuficiência cardíaca crônica podem desenvolver pneumonia.

Doenças pulmonares

Pessoas com problemas pulmonares frequentemente apresentam dispneia durante atividades físicas. Durante a atividade física, o corpo produz mais dióxido de carbono e consome mais oxigênio. O centro respiratório do cérebro aumenta a frequência respiratória ao detectar baixas concentrações de oxigênio ou altas concentrações de dióxido de carbono no sangue. Se o coração ou os pulmões não estiverem funcionando normalmente, a frequência respiratória e a dispneia podem ser drasticamente aumentadas por esforços leves. A dispneia provoca tanto desconforto que as pessoas geralmente evitam atividades físicas. Com o agravamento do distúrbio pulmonar, a dispneia pode ocorrer mesmo durante o repouso.

A dispneia pode resultar de

  • Doenças pulmonares restritivas

  • Doenças pulmonares obstrutivas

Em doenças pulmonares restritivas (como fibrose pulmonar idiopática)), os pulmões tornam-se rígidos e passam a requerer maior esforço para se expandir durante a inspiração. Uma curvatura grave da coluna vertebral (escoliose) pode também restringir a respiração, devido à restrição dos movimentos da caixa torácica.

Em doenças obstrutivas (como DPOC ou asma), a resistência ao fluxo de ar está aumentada devido ao estreitamento das vias aéreas. O ar é geralmente sugado pela dilatação das vias aéreas durante a inspiração. Entretanto, devido ao estreitamento das vias aéreas durante a expiração, o ar pode não ser expulso dos pulmões na velocidade normal - as pessoas apresentam sibilos e a respiração torna-se difícil. A dispneia ocorre quando grandes quantidades de ar permanecem nos pulmões após a expiração.

Pessoas com asma têm dispneia quando sofrem uma crise. Os médicos geralmente orientam a pessoa a ter sempre um inalador disponível em caso de crise. Os medicamentos adicionados ao inalador ajudam na dilatação das vias aéreas.

Insuficiência cardíaca

O coração bombeia o sangue através dos pulmões. Se a capacidade cardíaca de bombeamento estiver reduzida (na chamada insuficiência cardíaca), pode haver acúmulo de fluido nos pulmões – um distúrbio conhecido como edema pulmonar. Esse distúrbio causa dispneia, geralmente acompanhada pela sensação de asfixia ou peso no tórax. O acúmulo de líquido nos pulmões também pode estreitar as vias aéreas provocando sibilos – um distúrbio chamado asma cardíaca.

Algumas pessoas com insuficiência cardíaca desenvolvem ortopneia, dispneia paroxística noturna, ou ambas. A ortopneia é a sensação de falta de ar que surge quando a pessoa se deita e que melhora quando a pessoa se senta. A dispneia paroxística noturna é um quadro repentino de dispneia, frequentemente assustador, que acontece durante o sono. A pessoa desperta engasgada e deve sentar-se ou pôr-se de pé para conseguir respirar. Esse distúrbio é uma forma extrema de ortopneia e um sinal de insuficiência cardíaca grave.

Anemia

As pessoas com anemia ou que perderam grande quantidade de sangue devido a alguma lesão têm menos glóbulos vermelhos. Os glóbulos vermelhos responsáveis pelo transporte de oxigênio para os tecidos, nessas pessoas, passam a transportar uma quantidade menor de oxigênio. A maioria das pessoas com anemia sente-se bem enquanto está sentada. Porém, elas geralmente sentem falta de ar durante a atividade física, pois o sangue não pode fornecer a quantidade de oxigênio exigida pelo organismo durante a atividade física. As pessoas passam então a respirar com maior rapidez e profundidade por um reflexo desencadeado para tentar aumentar a concentração de oxigênio no sangue.

Outras causas

Se houver acúmulo de grande quantidade de ácido no sangue (a chamadaacidose metabólica), as pessoas podem perder o fôlego e tornar-se ofegantes rapidamente. A acidose metabólica pode ser causada por insuficiência renal grave, agravamento súbito do diabetes mellitus ou pela ingestão de certas drogas ou venenos. Anemia e insuficiência cardíaca podem contribuir para dispneia em pessoas com insuficiência renal.

Na síndrome de hiperventilação, as pessoas sentem-se incapazes de respirar ar em quantidade suficiente, passando a respirar de forma mais rápida e pesada. Essa síndrome é mais frequentemente causada por ansiedade do que por problemas físicos. Muitas pessoas com essa síndrome ficam assustadas, podem apresentar dor torácica e têm a sensação de estarem sofrendo um ataque cardíaco. Elas podem apresentar alterações de consciência, geralmente descritas como uma sensação de que os eventos ocorrendo a seu redor estão muito distantes, bem como formigamento nas mãos, pés e ao redor da boca.

Avaliação

As seguintes informações podem ajudar as pessoas a decidirem se é necessário procurar um médico para uma avaliação e ajudá-lo a saber o que esperar durante a avaliação.

Sinais de alerta

Em pessoas com dispneia, os seguintes sintomas merecem atenção especial:

  • Falta de ar durante repouso

  • Redução do nível de consciência, agitação ou confusão

  • Desconforto torácico ou a sensação de que o coração está disparado, acelerado ou pulou um batimento (palpitações)

  • Perda de peso

  • Suores noturnos

Quando consultar um médico

Pessoas que sentem falta de ar durante repouso, dor torácica, palpitações, redução do nível de consciência, agitação ou confusão, ou dificuldades para aspirar ou expirar o ar dos pulmões, devem procurar um hospital imediatamente. Tais pessoas podem necessitar urgentemente de exames, tratamento e ocasionalmente, hospitalização. Para outras, devem apenas telefonar para o médico. O médico pode decidir sobre a necessidade e a urgência de um exame médico com base nos sintomas, no histórico clínico e em outros fatores. Geralmente, a consulta médica pode aguardar alguns dias.

O que o médico faz

Primeiro, o médico faz perguntas sobre os sintomas e o histórico médico. Em seguida, os médicos fazem um exame físico. O que os médicos descobrem durante a anamnese e o exame físico frequentemente sugere a causa e os exames que precisam ser feitos ( Algumas causas e características da falta de ar).

Os médicos devem indagar a pessoa para determinar:

  • Quando a falta de ar começou

  • Se seu início foi súbito ou gradual

  • Por quanto tempo a pessoa sente falta de ar

  • Se a falta de ar é provocada ou agravada por alguma condição específica (como frio, esforço, exposição a alérgenos ou quando a pessoa se deita)

A pessoa deve também responder questões sobre seu histórico clínico (incluindo quaisquer problemas pulmonares ou cardíacos), histórico de tabagismo, familiares com pressão sanguínea ou níveis de colesterol elevados, bem como sobre fatores de risco para embolia pulmonar (como hospitalização, cirurgia e viagens recentes de longa distância).

O exame físico concentra-se no coração e nos pulmões. Os médicos escutam os pulmões para verificar a presença congestão, sibilos e sons anormais, chamados crepitações. O coração deve ser escutado para verificar a presença de sopros (o que pode sugerir a ocorrência de uma valvulopatia). O inchaço de ambas as pernas sugere insuficiência cardíaca, mas o inchaço de apenas uma perna decorre, com maior probabilidade da formação de coágulos na perna. Um coágulo na perna pode se romper e se deslocar pelos vasos sanguíneos nos pulmões, causando embolia pulmonar.

Tabela
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Algumas causas e características da falta de ar

Causa

Características comuns*

Exames

Aguda (desenvolve-se em minutos ou horas)

Distúrbio de ansiedade – hiperventilação

Falta de ar, relacionada a uma situação específica, geralmente acompanhada de agitação e formigamento ou dormência nos dedos e/ou ao redor da boca

Resultados normais nos exames cardíacos e pulmonares

Exame médico

Asma

Sibilos iniciados espontaneamente ou após exposição a estímulos específicos (como pólen, outro alérgeno, infecções do trato respiratório superior, ar frio ou atividades físicas)

Histórico de asma, geralmente

Exame médico

Ocasionalmente, realizam-se um ou mais dos seguintes testes:

  • Testes de avaliação da condição pulmonar (testes de função pulmonar), ou medição do pico de fluxo de ar (velocidade de expiração do ar)

  • Medição da função pulmonar antes e depois da realização de atividade física ou administração de metacolina (um medicamento que estreita as vias aéreas)

  • Broncodilatadores (medicamentos que dilatam as vias aéreas) são ocasionalmente utilizados para verificar a remissão dos sintomas

Aspiração de corpos estranhos

Tosse ou sibilos altos de início súbito (geralmente bebês ou crianças pequenas), na ausência de sintomas de infecções do trato respiratório superior ou outras doenças

Radiografia ou TC torácica

Às vezes, broncoscopia

Um ataque cardíaco ou isquemia aguda do miocárdio (fluxos inadequados de sangue e oxigênio para o coração)

Pressão torácica profunda, irradiada ou não para o braço ou para a mandíbula, particularmente em pessoas com fatores de risco de doença arterial coronariana

Eletrocardiograma

Exames de sangue para medir substâncias chamadas marcadores cardíacos, liberadas no sangue quando o coração é lesionado

Geralmente, inchaço (edema) das pernas

Falta de ar agravada quando a pessoa se deita (ortopneia) ou iniciada uma a duas horas após o início do sono (dispneia paroxística noturna)

Sons que sugerem líquido nos pulmões, escutados por estetoscópio

Escarro espumoso, e de coloração rosada, ocasionalmente com estrias de sangue

Radiografia do tórax

Algumas vezes, um exame de sangue para medir o peptídeo natriurético cerebral (PNC), uma substância produzida quando o coração é submetido a grandes esforços.

Ocasionalmente, realiza-se um ecocardiograma

Pneumotórax (pulmão colapsado)

Dor torácica e respiração rápida e de início súbito

Pode ocorrer após lesão ou espontaneamente, em especial em pessoas com DPOC ou de constituição física alta e esguia

Radiografia do tórax

Embolia pulmonar (bloqueio súbito de uma artéria pulmonar, provocado geralmente por coágulo de sangue)

Dor torácica súbita e aguda, geralmente, agravada pela inspiração

Aceleração das frequências cardíaca e respiratória

Os fatores gerais de risco de embolia pulmonar incluem câncer, imobilidade (em consequência de estado acamado), coágulos nas pernas, gestação, uso de comprimidos anticoncepcionais (contraceptivos orais) ou outros medicamentos que contém estrogênio, cirurgia ou hospitalização recentes, ou histórico familiar de embolia pulmonar

Exames especializados de diagnóstico por imagem do pulmão, como angiografia por TC ou cintilografia de ventilação/perfusão (V/Q) ou arteriografia pulmonar.

Subaguda (desenvolve-se em horas ou dias)

Angina ou doença arterial coronariana

Pressão torácica profunda, irradiada ou não para o braço ou para a mandíbula geralmente provocada pela atividade física.

Geralmente em pessoas com fatores de risco para doença arterial coronariana

Eletrocardiograma

Teste de esforço

Ocasionalmente, cateterismo cardíaco

Tosse acompanhada ou não da produção de escarro (produtiva ou não produtiva)

Sibilos e respiração com os lábios franzidos

Em pessoas já diagnosticadas com DPOC

Exame médico

Ocasionalmente, radiografia torácica

Febre, sensação de mal-estar e tosse produtiva

Surgimento súbito de forte dor torácica ao respirar profundamente

Certos sons respiratórios anormais, escutados por estetoscópio

Radiografia do tórax

Crônica (persistente por várias semanas ou anos)

Falta de ar durante atividade física progredindo para falta de ar o repouso

Resultados normais dos exames pulmonares e dos níveis de oxigênio no sangue

Hemograma completo

Sons pulmonares anormais, chamados crepitações, escutados por estetoscópio

TC torácica de alta resolução

Doença pulmonar obstrutiva

Histórico de tabagismo prolongado, tórax em forma de barril e dificuldade para aspirar e expirar o ar dos pulmões.

Geralmente em pessoas já diagnosticadas com DPOC

Radiografia do tórax

Testes de função pulmonar (depois do episódio de falta de ar acalmar)

Perda de condicionamento físico

Falta de ar apenas durante o esforço

Em pessoas idosas com um estilo de vida sedentário

Exame médico

Derrame pleural (líquido na cavidade torácica)

Ocasionalmente, histórico de câncer, insuficiência cardíaca, artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico (lúpus) ou pneumonia aguda

Radiografia do tórax

Geralmente, TC torácica e toracocentese

Piora gradual da falta de ar e fadiga, às vezes com tosse

Exames pulmonares com resultados normais

Às vezes, inchaço da perna

Ecocardiograma

Cateterismo cardíaco direito

Doença pulmonar restritiva

Dispneia persistente, em pessoas reconhecidamente expostas a substâncias irritantes no trabalho (exposição ocupacional) ou com distúrbios do sistema nervoso

Radiografia do tórax

Testes de função pulmonar (depois do episódio de falta de ar acalmar)

Angina estável ou doença arterial coronariana

Pressão torácica profunda, irradiada ou não para o braço ou para a mandíbula geralmente provocada pela atividade física.

Geralmente em pessoas com fatores de risco para doença arterial coronariana

Eletrocardiograma

Teste de esforço

Ocasionalmente, cateterismo cardíaco

*As características incluem sintomas e resultados do exame médico. As características mencionadas são típicas, mas nem sempre estão presentes.

Os médicos geralmente medem o nível de oxigênio no sangue e, a menos que os sintomas sejam claramente sinais de uma crise leve de um problema crônico já diagnosticado, uma radiografia torácica é realizada.

A asma também pode ser uma causa subaguda de dispneia.

§Insuficiência cardíaca também ser uma causa crônica da dispneia.

DPOC = doença pulmonar obstrutiva crônica; TC = tomografia computadorizada.

Exames

Para auxiliar na determinação da gravidade do problema, realiza-se a medição de níveis de oxigênio no sangue por um sensor colocado em um dedo (oximetria de pulso). A radiografia torácica também é normalmente realizada, a não ser que a pessoa esteja claramente tendo uma crise leve de um problema crônico já diagnosticado, como asma ou insuficiência cardíaca. A radiografia torácica pode indicar evidência de um pulmão colapsado, pneumonia e muitas outras anormalidades cardíacas. Em adultos, geralmente realiza-se um eletrocardiograma (ECG) para verificar a ocorrência de fluxo inadequado de sangue para o coração.

Outros exames são feitos com base nos resultados dos exames ( Algumas causas e características da falta de ar). Testes para avaliar o funcionamento dos pulmões (testes de função pulmonar –) são feitos quando o exame médico sugere um distúrbio pulmonar incapaz de ser diagnosticado pela radiografia torácica. Os testes de função pulmonar medem o grau de restrição ou de obstrução pulmonar e sua capacidade de conduzir oxigênio para o sangue. Os problemas pulmonares podem incluir anormalidades restritivas e obstrutivas, bem como deficiências no transporte de oxigênio.

Em pessoas com risco moderado ou alto de embolia pulmonar, são feitos exames de diagnóstico especializados por imagem, como angiografia por tomografia computadorizada ou cintilografia de ventilação/perfusão. Em pessoas com baixo risco de embolia pulmonar, pode ser feito um teste de dímero D. Esse exame de sangue ajuda a identificar ou descartar a presença de coágulos. Outros testes podem ser necessários para diagnosticar e melhor avaliar anemia, problemas cardíacos e certos problemas pulmonares específicos.

Tratamento

O tratamento de dispneia é direcionado à causa. Pessoas com baixos níveis de oxigênio no sangue devem receber oxigênio suplementar por meio de cânulas nasais ou de máscaras plásticos faciais. Em casos graves, especialmente quando a pessoa é incapaz de respirar de forma suficientemente rápida e profunda, um ventilador mecânico pode ser utilizado para auxiliar a respiração por meio da instalação de um tubo transtraqueal ou de uma máscara facial de ajuste firme.

Morfina pode ser administrada por via intravenosa para reduzir a ansiedade e o desconforto causado pela dispneia em pessoas com vários problemas, incluindo ataque cardíaco, embolia pulmonar e doença terminal.

Pontos-chave

  • A falta de ar (dispneia) é geralmente causada por problemas pulmonares ou cardíacos.

  • Em pessoas com distúrbios pulmonares crônicos (como doença pulmonar obstrutiva crônica) ou distúrbios cardíacos (como insuficiência cardíaca), a causa mais comum da dispneia é uma crise do distúrbio crônico, mas essas pessoas também podem desenvolver um novo problema (como ataque cardíaco) que contribui para ou causa a dispneia.

  • Pessoas que apresentarem dispneia em repouso, redução do nível de consciência ou confusão devem ir ao hospital imediatamente para uma avaliação de emergência.

  • Para determinar a gravidade do problema, realiza-se a medição de níveis de oxigênio no sangue por um sensor colocado em um dedo (oximetria de pulso).

  • Os médicos avaliam a ocorrência de fluxo inadequado de sangue e oxigênio para o coração (isquemia do miocárdio) e embolia pulmonar, mas os sintomas desses problemas são ocasionalmente vagos.

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