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Considerações gerais sobre lesões provocadas por esportes

Por

Paul L. Liebert

, MD, Tomah Memorial Hospital, Tomah, WI

Última revisão/alteração completa jun 2018| Última modificação do conteúdo jun 2018
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As lesões provocadas por esportes são frequentes entre atletas e outras pessoas que participam de esportes. Certas lesões que são tradicionalmente consideradas lesões provocadas por esportes podem também ocorrer em pessoas que não participam de esportes. Por exemplo, as donas de casa ou os operários de fábricas sofrem frequentemente de “cotovelo de tenista”, apesar de poderem nunca ter jogado tênis.

A participação em esportes sempre traz o risco de lesão. Lesões provocadas por esportes são mais prováveis quando as pessoas não realizam exercícios de aquecimento corretos (exercitando e alongando músculos em um ritmo lento, antes de se submeterem a um treino intensivo – Aquecimento).

Músculos e ligamentos sofrem lesões quando são submetidos a esforços superiores à sua força intrínseca. Por exemplo, estes podem lesionar-se quando se encontram demasiado fracos ou rígidos para praticar o exercício que a pessoa quer. As articulações têm maior tendência para sofrer lesões quando os músculos e os ligamentos que as sustentam se encontram debilitados, como acontece depois de uma entorse.

As diferenças individuais da estrutura corporal podem tornar as pessoas suscetíveis a sofrer lesões provocadas por esportes ao exercer pressão sobre partes do corpo de forma desigual. Por exemplo, quando as pernas não têm o mesmo comprimento, a força exercida sobre os quadris e joelhos são desiguais e exerce-se uma força maior sobre um dos lados do corpo.

A pronação excessiva, ou seja, movimento de rotação interna dos pés quando estes tocam o chão, pode causar dor nos pés e nos joelhos. Um certo grau de pronação é normal e previne lesões, uma vez que ajuda a distribuir a força por todo o pé. As pessoas com pronação excessiva têm pés tão flexíveis que o arco torna-se plano, permitindo que a parte interior do pé fique perto do chão quando estas andam ou correm, parecendo que têm os pés chatos. Os corredores com pronação excessiva podem desenvolver dores nos joelhos ao percorrerem longas distâncias, visto que as rótulas tendem a rodar para fora quando os pés rodam para dentro. Esta posição exerce, por sua vez, uma pressão excessiva na parte frontal do joelho.

O problema contrário, isto é, a pronação deficiente, pode surgir em pessoas com tornozelos rígidos. Nesses casos, o pé parece ter um arco muito grande e não absorve bem o impacto, aumentando o risco de aparecimento de pequenas fissuras nos ossos (fraturas por estresse) dos pés e das pernas.

A forma como as pernas se encontram alinhadas pode causar dor nas pernas, sobretudo em mulheres com quadris largos. Estas mulheres acabam por desenvolver uma tendência para as rótulas de deslocarem para fora da linha média do corpo. Esta força exercida sobre as rótulas causa dor.

Geralmente, as lesões provocadas por esportes podem ser divididas em quatro categorias:

  • Esforço excessivo

  • Trauma por impacto (por exemplo, quedas e placagens)

  • Fraturas e deslocamentos

  • Entorses (lesões nos ligamentos) e esforços (lesões musculares)

Esforço excessivo

Uma das causas mais comuns das lesões provocadas por esportes é o esforço excessivo (desgaste excessivo). As lesões causadas por esforço excessivo ocorrem muitas vezes devido a uma técnica incorreta. Um exemplo de uma técnica inadequada é correr em superfícies desniveladas. Correr repetidamente com um pé sobre uma superfície ligeiramente mais elevada resulta na aplicação de forças diferentes nos quadris e joelhos direitos e esquerdos. A diferença das forças aplicadas aumenta o risco de lesão no lado que toca a superfície mais elevada e altera as forças aplicadas na outra perna, causando risco de lesão na mesma.

Alguns atletas aumentam a velocidade ou intensidade de seus treinos demasiado depressa, exercendo pressão nos músculos. Por exemplo, alguns corredores que aumentam a velocidade ou distância demasiado depressa durante os treinos exercem pressão sobre as pernas, quadris e pés. Este estresse adicional leva a entorses musculares e fraturas por sobrecarga dos ossos.

Alguns atletas treinam excessivamente um conjunto de músculos sem fortalecer igualmente o grupo de músculos oposto, resultando em desequilíbrios que podem causar lesões.

Outro fator que contribui para a ocorrência de lesões por esforço excessivo é uma recuperação inadequada após um treino. Além disso, algumas pessoas não interrompem o treino quando sentem dor (treinar lutando contra as dores). A continuação do exercício físico na presença de dor lesiona mais músculos ou tecidos conjuntivos, estendendo os danos e retardando a recuperação, ao passo que o repouso permite a devida recuperação.

Você sabia que...

  • A falta de repouso de uma parte do corpo lesionada (treinar lutando contra as dores) prolonga o tempo de recuperação.

Trauma por impacto

Os traumatismos por impacto causados por esportes podem resultar em hematomas, concussões e fraturas. Este tipo de lesão envolve geralmente colisões de grande impacto com outros atletas ou objetos (por exemplo, placagens no futebol americano ou pancadas contra os separadores no hóquei), quedas e pancadas diretas (por exemplo, no boxe e nas artes marciais).

Fraturas e deslocamentos

A fratura de ossos e o deslocamento de uma articulação são lesões sérias que requerem assistência médica imediata. As pessoas com estas lesões sofrem frequentemente de deformidade de um membro, dores intensas e disfunção do membro ou articulação, devendo ser posteriormente avaliadas com testes diagnósticos, tais como radiografias. Quando existe a suspeita de que a pessoa possa ter uma fratura ou uma articulação deslocada, devem ser colocadas talas no membro enquanto este se encontra totalmente imóvel e a pessoa deve deslocar-se ao pronto socorro.

As fraturas por sobrecarga são pequenas fissuras em um osso causadas em decorrência de lesões por esforço repetitivo. Elas são mais comuns nos pés ou em ossos longos das pernas. Elas podem não causar sinais visíveis de lesão e nem sempre aparecem nas radiografias. O único sintoma é dor quando a pessoa tenta colocar peso no pé que sofreu a lesão ( Fraturas por estresse do pé).

Entorses e estiramentos

As entorses e estiramentos ocorrem geralmente devido a um esforço súbito e forçado, mais comumente durante corridas e especialmente devido a mudanças repentinas de direção (por exemplo, ao escapar e evitar os adversários no futebol americano). Essas lesões são também comuns durante um treinamento de força, quando a pessoa larga ou pega rapidamente em carga, em vez de se mover lenta e suavemente com uma tensão controlada constante.

Sintomas

As lesões causam sempre dor, que pode variar de leve a grave. O tecido lesionado pode apresentar uma combinação das seguintes características:

  • Inchaço

  • Calor

  • Sensibilidade ao toque

  • Hematoma

  • Perda da amplitude de movimento normal

Crianças e lesões provocadas por esportes

Nos Estados Unidos, ocorrem cerca de 3,5 milhões de lesões relacionadas a esportes que envolvem crianças com menos de 14 anos de idade todos os anos. À medida que mais crianças participam de atividades esportivas organizadas e começam participando mais cedo, estas correm um risco maior de sofrer lesões provocadas por esportes, especialmente lesões por esforço excessivo. Este risco é particularmente elevado em crianças que participam de um único esporte todo o ano, crianças que mudam de uma época esportiva para a seguinte sem qualquer intervalo entre elas ou crianças que jogam em equipes de elite. Algumas crianças podem tentar jogar quando se encontram lesionadas, pois receiam serem retiradas da equipe.

De um modo geral, são aplicadas as mesmas diretrizes de prevenção de lesões tanto aos atletas adultos como às crianças, incluindo a necessidade de um aquecimento adequado e técnicas de alongamento. Alguns especialistas acreditam que as crianças com menos de 10 anos devem participar de uma vasta gama de atividades, em vez de se especializarem em apenas um esporte. A especialização pode fazer com que a criança treine excessivamente somente um grupo de músculos, aumentando o risco de lesão.

A utilização de um equipamento apropriado e devidamente ajustado é muito importante. O equipamento de segurança aprovado para o esporte, como capacetes, proteções oculares, protetores de boca, joalheiras e cotoveleiras, pode ajudar a evitar lesões.

Alguns esportes têm diretrizes específicas sobre o período de tempo durante o qual as crianças atletas podem praticar ou jogar. Por exemplo, no beisebol, foram estabelecidas contagens de lançamentos com base na idade do lançador.

O surgimento de dor durante uma atividade ou dor excessiva após uma atividade podem ser pistas de uma lesão por esforço excessivo. A necessidade de colocar gelo e tomar medicamentos analgésicos após o exercício físico também pode ser uma pista. Se a dor ou inflamação causarem alteração do passo, da mecânica corporal ou da técnica esportiva, o esforço excessivo pode ser um problema. Algumas crianças não se queixam de dores, mas experienciam uma diminuição do sucesso ou usufruto da participação de esportes e alterações de humor ou do desempenho escolar.

No caso de meninas adolescentes, um histórico de fraturas por sobrecarga pode ser um sinal da tríade da atleta feminina de osteoporose, irregularidades menstruais e uma dieta inadequada. Apesar de nenhum atleta estar imune às consequências de uma nutrição inadequada, as mulheres jovens que participam de atividades de resistência ou esportes de "aparência", tais como patinagem artística, ginástica ou dança, correm um risco particular.

Diagnóstico

  • Avaliação de um médico

Para diagnosticar uma lesão associada ao esporte, o médico deve averiguar o local onde se deu a lesão e o modo como esta ocorreu, bem como a atividade recreativa ou profissional que a pessoa desempenhava de forma regular ou ocasional e se houve alteração na intensidade dessa atividade. Ele pode perguntar se a pessoa tomou certos antibióticos que aumentam o risco de lesão no tendão (por exemplo, ciprofloxacino ou levofloxacino). O médico examina também a zona lesionada.

A pessoa pode ser encaminhada para um especialista, de modo a realizar outros exames. Os testes diagnósticos podem incluir radiografias, tomografia computadorizada (TC), imagem por ressonância magnética (RM), ultrassonografia, cintilografia óssea, absorciometria de raios-X de dupla energia (DEXA) e eletromiografia (EMG).

Prevenção

As medidas gerais que ajudam a aumentar a segurança durante os exercícios, incluindo aquecimento, resfriamento e hidratação adequados, são discutidas em outros tópicos. O próprio exercício ajuda a prevenir lesões, visto que os tecidos se tornam mais resistentes às pressões exercidas devido à prática de atividades vigorosas.

A utilização de equipamento adequado pode ajudar a prevenir a ocorrência de lesões. Por exemplo, o uso de capacetes e protetores de boca pode ajudar a prevenir a ocorrência de lesões durante a prática de futebol americano. No caso dos atletas de corrida, é essencial usar umas sapatilhas de corrida de boa qualidade. As sapatilhas de esporte de boa qualidade são rígidas na zona do calcanhar (parte posterior da sapatilha, que cobre o calcanhar), de modo a controlar o movimento da parte posterior do pé, possuem um suporte de uma ponta à outra do peito do pé (sela) para prevenir a pronação excessiva e uma abertura acolchoada (lingueta) para apoiar o tornozelo.

Às vezes, palmilhas (ortopédicas) para o calçado conseguem corrigir problemas como pronação excessiva. O comprimento das palmilhas – que podem ser flexíveis, semirrígidas ou rígidas – pode variar e estas devem ser usadas em sapatilhas de esporte adequadas. As sapatilhas devem possuir um espaço adequado para as palmilhas, que substituem as palmilhas que já se encontravam no calçado no momento da compra.

A interrupção do exercício ao primeiro sinal de dor, que precede a maior parte das lesões por esforço excessivo, limita o grau de lesão nos músculos e tendões.

Após sofrer uma lesão provocada por esportes, é frequente os atletas pretenderem saber quando poderão retomar a atividade. O tempo de recuperação depende da gravidade da lesão. Inicialmente, o exercício de áreas previamente lesionadas deve ser de baixa intensidade para fortalecer os músculos, tendões e ligamentos enfraquecidos e prevenir a ocorrência de uma nova lesão. Frequentemente, os atletas precisam ajustar sua técnica para evitar uma nova lesão. Por exemplo, um atleta de esportes com raquete que sofre de cotovelo de tenista poderá precisar alterar sua técnica de utilização da raquete.

Tratamento

  • PRICE

  • Reabilitação

O tratamento de lesões provocadas por esportes é semelhante ao tratamento de lesões que não estão relacionadas a esportes.

Tratamento inicial

O tratamento imediato de quase todas as lesões consiste nos princípios PRICE (protection, rest, ice, compression, elevation):

  • Proteção

  • Repouso

  • Gelo

  • Compressão

  • Elevação

A proteção envolve repouso e colocação de tala na parte lesionada imediatamente para minimizar o sangramento interno e o inchaço e para prevenir lesões posteriores ( Técnicas frequentemente utilizadas para imobilizar uma articulação).

A parte lesionada fica inchada porque os vasos sanguíneos perdem líquidos. Ao contrair os vasos sanguíneos, o gelo reduz sua tendência para vazar, limitando, assim, o inchaço. O gelo também ajudar a reduzir a dor e os espasmos musculares e limita as lesões dos tecidos.

O gelo e as bolsas frias não devem ser aplicados diretamente na pele, visto que tal poderia irritar ou danificar a mesma. Estes devem ser cobertos (por exemplo, em plástico) e colocados sobre uma toalha ou um pano. A bolsa de gelo pode ser envolvida em uma ligadura elástica que a mantenha no local enquanto a parte lesionada está elevada. O gelo é removido após 20 minutos, não é colocado durante 20 minutos ou mais e, em seguida, é reaplicado por mais 20 minutos. Pode-se repetir este procedimento durante as primeiras 24h.

Quer o gelo esteja no local ou não, envolver a parte lesionada com uma ligadura elástica comprime o tecido lesionado e limita o sangramento interno e o inchaço. A ligadura é mantida no local até a lesão sarar.

A área lesionada deve ser elevada acima do nível do coração, para que a gravidade possa ajudar a drenar o líquido acumulado que causa inchaço e dor. Caso seja possível, o líquido deve ser drenado em um percurso totalmente em declínio desde a área lesionada até ao coração. Por exemplo, no caso de uma lesão na mão, o cotovelo, bem como a mão, devem ser elevados.

Você sabia que...

  • Uma parte do corpo lesionada deve repousar em uma posição em que a gravidade possa drenar o líquido da lesão em um percurso em declínio até ao coração.

Gelo e elevação para o braço
Gelo e elevação para o braço
Gelo e elevação para a perna
Gelo e elevação para a perna

Podem ser administrados analgésicos para aliviar a dor. O paracetamol é geralmente eficaz para tratar a dor, mas não reduz a inflamação. Podem ser administrados medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), tais como ibuprofeno ou naproxeno, para aliviar a dor e a inflamação, mas estes possuem um risco ligeiramente mais elevado de provocar efeitos colaterais (mais frequentemente mal-estar gástrico) do que paracetamol. Se a dor for intensa ou persistir por mais de três dias, recomenda-se uma avaliação médica.

Em complementação ao PRICE, às vezes são aplicadas injeções de corticosteroides na articulação lesionada ou nos tecidos adjacentes para aliviar a dor e reduzir o inchaço. No entanto, tais injeções podem retardar o processo de recuperação, aumentar o risco de lesão do tendão ou da cartilagem e permitir que a pessoa utilize a articulação lesionada antes dela se ter restabelecido por completo, podendo agravar a lesão, pelo que apenas devem ser administradas por um médico.

Reabilitação

Após a lesão inicial ter sarado, a pessoa deve reabilitar a área lesionada antes de retomar a atividade que causou a lesão. A reabilitação pode envolver regimes formais realizados sob a supervisão de um fisioterapeuta ou treinador esportivo ou fortalecimento e condicionamento menos formais realizados sem supervisão. Às vezes, o fisioterapeuta fornece instruções para exercícios que os atletas podem realizar sozinhos. Os fisioterapeutas podem incorporar a aplicação de calor e frio, estimulação elétrica, ultrassons, tração ou exercícios na água a um plano de tratamento em complementação aos exercícios terapêuticos ( Contexto). A duração da fisioterapia depende da gravidade e complexidade da lesão.

O paciente deve evitar o esporte ou as atividades que provocaram a lesão ou alterá-los até ao restabelecimento desta. A inatividade total provoca a perda de massa, força e resistência dos músculos. Por essa razão, a substituição por atividades que não esforcem a área lesionada é preferível à ausência de qualquer atividade física. As atividades substitutas incluem andar de bicicleta, nadar e remar quando a perna ou a pé estão lesionados. A natação e o ciclismo são bons substitutos quando a parte inferior da coluna está lesionada.

Destaque para idosos: Praticar exercícios com segurança

A maioria das pessoas idosas pode praticar exercícios físicos com segurança. Os exercícios até mesmo ajudam a aliviar alguns distúrbios, tais como hipertensão arterial e diabetes. Contudo, as pessoas idosas devem consultar seus médicos antes de iniciar um programa de exercício.

Os programas de exercício para idosos devem incluir atividades que promovam a flexibilidade e agilidade, bem como atividades de fortalecimento e condicionamento aeróbico. As pessoas idosas têm uma maior probabilidade de sofrer uma lesão do que as pessoas mais jovens que participam do mesmo esporte. A utilização de calçado e equipamento adequados é extremamente importante.

As pessoas devem iniciar o exercício aos poucos e aumentá-lo lentamente. Tal como acontece com as pessoas de todas as idades, a realização de um período de aquecimento adequado é essencial para reduzir o risco de lesão. O envelhecimento provoca uma diminuição da flexibilidade devido a alterações do tecido conjuntivo. As pessoas idosas têm também uma maior probabilidade de sofrer de artrite, que diminui ainda mais a flexibilidade. A falta de flexibilidade significa que as articulações suportam uma maior pressão durante o exercício, em vez de a distribuírem para os tecidos circundantes, tais como os músculos próximos. Este estresse pode danificar as articulações aos poucos. A realização de exercícios de flexibilidade e de um aquecimento adicional pode ajudar a prevenir a ocorrência de lesões.

Os corredores idosos estão sujeitos às mesmas lesões esportivas relacionadas à corrida que os corredores mais jovens. Os corredores idosos têm também uma maior probabilidade de cair. Frequentemente, o equilíbrio deteriora-se nas pessoas idosas, pelo que os atletas idosos deverão considerar acrescentar exercícios de equilíbrio ao seu treino. A desidratação pode provocar episódios de confusão, que poderão provocar quedas nas pessoas idosas.

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