Sistemas de classificação para cuidados críticos

PorCherisse Berry, MD, Rutgers Health, New Jersey Medical School
Reviewed ByDavid A. Spain, MD, Department of Surgery, Stanford University
Revisado/Corrigido: modificado out. 2025
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Visão Educação para o paciente

Vários sistemas de classificações foram desenvolvidos para graduar a gravidade da doença em pacientes criticamente enfermos. Esses sistemas são moderadamente precisos para prever a sobrevida do indivíduo. Entretanto, são mais valiosos para monitorar a qualidade do tratamento e para realizar pesquisas, porque permitem a comparação dos resultados entre grupos de pacientes criticamente enfermos cuja gravidade da enfermidade é semelhante.

Um dos sistemas mais comumente utilizados é a segunda versão da escala de Avaliação Fisiológica Aguda e Avaliação de Saúde Crônica II (APACHE II), introduzida em 1985. Esse sistema gera uma classificação de pontos que varia entre 0 e 71, com base em 12 variáveis fisiológicas, idade e saúde subjacente (ver tabela classificação APACHE II). O sistema APACHE III foi desenvolvido em 1991 e o sistema APACHE IV em 2006. Esses sistemas são mais complexos, têm maior número de variáveis fisiológicas, mas são um pouco mais trabalhosos e menos utilizados.

Existem muitos outros sistemas, incluindo a 2º Escore Fisiológico Agudo Simplificado (SAPS II), o Modelo de Previsão da Mortalidade (MPM) e a escala da Avaliação Sequencial de Insuficiência de Órgãos (SOFA).

Tabela
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