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Visão geral dos distúrbios da concentração de magnésio

Por

James L. Lewis, III

, MD, Brookwood Baptist Health and Saint Vincent’s Ascension Health, Birmingham

Última modificação do conteúdo mar 2018
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Magnésio é o 4º cátion mais abundante no organismo. Um adulto de 70 kg tem em torno de 2.000 mEq de magnésio. Aproximadamente 50% é sequestrada pelos ossos e não é prontamente trocada com magnésio em outros compartimentos. O líquido extracelular contém apenas 1% do magnésio corporal total. O restante permanece no compartimento intracelular. As concentrações plasmáticas normais de magnésio variam de 1,8 a 2,6 mg/dL (0,74 a 1,07 mmol/L).

A manutenção das concentrações plasmáticas de magnésio é, amplamente, uma função da ingestão alimentar e da eficácia da conservação renal e intestinal. Dentro de 7 dias após o início de uma dieta deficiente em magnésio, a excreção urinária e fecal cai cerca de 12,5 mg/day (0,5 mmol/dia).

Cerca de 70% do magnésio plasmático são filtrados pelos rins; o restante liga-se a proteínas. A ligação do magnésio às proteínas é pH-dependente.

A concentração plasmática de magnésio não está intimamente relacionada nem ao conteúdo de magnésio corporal total nem ao magnésio intracelular. Entretanto, a hipomagnesemia sérica grave pode refletir uma intensa diminuição dos depósitos corporais de magnésio. Hipermagnesemia é mais frequentemente causada por insuficiência renal.

Várias enzimas são ativadas ou dependentes de magnésio. O magnésio é necessário em todos os processos enzimáticos envolvendo ATP e para muitas enzimas envolvidas no metabolismo de ácidos nucleicos. Também é necessário como cofator da atividade de pirofosfato de tiamina e parece estabilizar a estrutura de macromoléculas como DNA e RNA.

O magnésio também está intimamente relacionado com o metabolismo de cálcio e potássio, mas de uma maneira ainda não totalmente compreendida.

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