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Astrocitomas

Por

Renee Gresh

, Nemours A.I. duPont Hospital for Children

Última revisão/alteração completa ago 2019| Última modificação do conteúdo ago 2019
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Os astrocitomas são tumores cerebrais e da medula espinhal que se desenvolvem a partir de células em forma de estrela (astrócitos) que ajudam no funcionamento de células nervosas do cérebro (ou da medula espinhal). Esses tumores podem ser cancerosos ou não.

  • A causa dos astrocitomas é desconhecida.

  • A criança pode ter dificuldade para caminhar, fraqueza, alterações visuais, vômitos e dores de cabeça.

  • O diagnóstico geralmente envolve um exame por imagem e uma biópsia.

  • Opções de tratamento podem incluir cirurgia, quimioterapia ou radioterapia.

Os astrocitomas são os tumores cerebrais mais comuns em crianças, totalizando até 40% deles. Esses tumores são, em geral, diagnosticados entre os 5 e 9 anos de idade.

Sintomas

A pressão intracraniana aumenta, o que causa dores de cabeça (com frequência assim que a criança acorda), vômito e apatia. As crianças podem perder a coordenação e ter dificuldades para andar. A visão pode ficar turva ou ser perdida e os olhos podem se tornar salientes ou se mover de maneira involuntária e espasmódica em uma direção e depois retornar (nistagmo).

Astrocitomas na medula espinhal podem causar dores nas costas, dificuldades para andar e fraqueza muscular.

Diagnóstico

  • Ressonância magnética

  • Biópsia

Em geral, se faz uma ressonância magnética (RM) com contaste. Não havendo RM disponível, a tomografia computadorizada (TC) é usada, mas ela fornece menos detalhes.

Depois, os médicos podem coletar uma amostra de tecido do tumor e examiná-la sob o microscópio (biópsia), porque o tratamento se baseia no grau de anomalia das células tumorais (o grau do tumor). Esses tumores são normalmente classificados como de grau baixo (astrocitoma pilocítico juvenil, por exemplo) ou de grau elevado (glioblastoma, por exemplo). Os tumores de grau I e II são de baixo grau e os tumores de graus III e IV são de alto grau.

Tratamento

  • Cirurgia (se possível)

  • Radioterapia, quimioterapia ou ambos

A maioria dos astrocitomas de grau baixo é removida cirurgicamente. Se o astrocitoma for completamente removido, as crianças podem não precisar de nenhum outro tratamento.

Às vezes, separar o tumor do tecido cerebral normal é difícil demais ou o tumor está inacessível. Em tais casos, radioterapia é usada em vez disso. A radioterapia é usada em crianças com mais de dez anos de idade com um tumor que não pode ser removido cirurgicamente, que provavelmente prejudicará o funcionamento intelectual, ou que progride ou retorna depois da cirurgia. Caso a criança tenha menos de dez anos de idade, quimioterapia pode ser usada em vez de radioterapia, uma vez que a radioterapia pode interferir no crescimento e no desenvolvimento do cérebro de crianças mais novas. A maioria dos astrocitomas de baixo grau pode ser curada.

Astrocitomas de alto grau são tratados com uma combinação de cirurgia (se possível), radioterapia e quimioterapia (consulte Terapia de câncer combinada). A perspectiva é pior para crianças com tumor de grau elevado, nas quais a sobrevida global é de apenas 20 a 30% no prazo de três anos após o tratamento.

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