Tumores laríngeos benignos

PorHayley L. Born, MD, MS, Columbia University
Reviewed ByLawrence R. Lustig, MD, Columbia University Medical Center and New York Presbyterian Hospital
Revisado/Corrigido: modificado jul. 2025
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Visão Educação para o paciente

Tumores benignos laríngeos incluem leucoplasia, papilomas, hemangiomas, fibromas, condromas, mixomas e neurofibromas. Eles podem aparecer em qualquer porção da laringe. Papilomas e neurofibromas podem se tornar malignos. A leucoplasia é uma lesão esbranquiçada na prega vocal que pode indicar uma alteração benigna ou pré-maligna (i.e., displasia). O diagnóstico é baseado na visualização direta ou indireta (laringoscopia) e estudos de imagem (p. ex., TC). O tratamento é por remoção.

Tumores laríngeos são crescimentos anormais que ocorrem na laringe e podem ser benignos ou malignos. Os principais tipos de tumores benignos incluem leucoplasia, papilomas, hemangiomas, fibromas, condromas, mixomas e neurofibromas (1). Para lesões laríngeas malignas, ver Câncer laríngeo.

Os sintomas dos tumores laríngeos benignos incluem disfonia, voz soprosa, dispneia, aspiração, disfagia, otalgia e hemoptise. A otalgia representa dor referida na orelha causada por irritação ou distensão do nervo vago e com mais frequência é causada por um tumor maligno que cresce rapidamente.

O diagnóstico dos tumores laríngeos benignos baseia-se na visualização direta ou indireta das lesões na laringe, complementada por TC. Ocasionalmente, uma biópsia realizada no consultório ou sala de cirurgia pode ser necessária para completar o diagnóstico.

O tratamento é feito com a remoção do tumor benigno. A remoção do tumor restaura a voz, a integridade funcional do esfíncter laríngeo e a via respiratória propriamente dita. Lesões menores podem ser ressecadas endoscopicamente, utilizando-se laser de CO2 e anestesia geral. Lesões maiores, estendendo--se além do arcabouço laríngeo, frequentemente requerem faringotomia ou laringofissura.

Referência

  1. 1. Courey MS, Shohet JA, Scott MA, Ossoff RH. Immunohistochemical characterization of benign laryngeal lesions. Ann Otol Rhinol Laryngol. 1996;105(7):525-531. doi:10.1177/000348949610500706

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