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Rubéola em recém-nascidos

(Rubéola congênita)

Por

Brenda L. Tesini

, MD, University of Rochester School of Medicine and Dentistry

Última revisão/alteração completa nov 2018| Última modificação do conteúdo nov 2018
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A rubéola é uma infecção viral leve que costuma ocorrer na infância que pode, contudo, ter consequências devastadoras para bebês infectados antes do nascimento.

  • A rubéola é causada por um vírus.

  • O feto ou recém-nascido pode ter sintomas, dependendo de quando a infecção ocorreu durante a gravidez.

  • Exames de sangue e exames de outras amostras podem ser feitos para detectar o vírus no feto, recém-nascido ou na mãe.

  • A vacinação da mãe antes de engravidar pode prevenir a infecção no feto.

  • Não existe tratamento específico para a infecção.

(Consulte também Considerações gerais sobre infecções em recém‑nascidos e Rubéola em crianças mais velhas e adultos.)

Quando o bebê nasce com rubéola, a infecção é chamada de rubéola congênita. Na rubéola congênita, uma mulher infectada nas primeiras 16 semanas (em particular nas primeiras 8 a 10 semanas) de gravidez passa o vírus para o feto através da placenta (o órgão que nutre a feto). Essa infecção no feto causas aborto espontâneo, natimortos ou múltiplos defeitos congênitos graves. Quanto mais cedo a infecção ocorrer durante a gravidez, maior o risco de anormalidades graves.

A rubéola congênita é rara nos Estados Unidos porque a vacinação contra a rubéola de meninas e mulheres jovens se tornou rotina.

Sintomas

A depender do momento de infecção do feto durante a gravidez, ele pode não ter sintomas ou pode ser um natimorto. Os bebês que sobrevivem podem ter múltiplos defeitos congênitos. Esses defeitos congênitos são chamados síndrome da rubéola congênita (SRC).

Os sintomas mais comuns da síndrome da rubéola congênita em recém-nascidos incluem

Diagnóstico

  • Testes para medir os níveis de anticorpos no sangue da mãe

  • Testes do líquido amniótico ou sangue do feto

  • Testes para medir os níveis de anticorpos e para procurar pelo vírus no recém-nascido

Exames de sangue preventivos rotineiros são realizados em gestantes no início da gravidez para confirmar que elas são imunes à rubéola. O teste é repetido em mulheres que não possuem anticorpos contra o vírus da rubéola e que desenvolvem sintomas de rubéola.

Fetos podem ser diagnosticadas antes do nascimento por testes do líquido amniótico ou sangue.

Recém-nascidos com suspeita de síndrome da rubéola congênita devem fazer exames de sangue para medir os níveis de anticorpo, e amostras podem ser coletadas para procurar o vírus.

Outros testes no recém-nascido podem incluir punção lombar, e radiografias dos ossos para procurar por anomalias causada pela síndrome da rubéola congênita. Também devem ser feitos exames dos olhos e coração de recém-nascidos.

Prevenção

Vacinação contra a rubéola de todas as garotas e mulheres em idade fértil antes da gravidez pode prevenir a infecção.

Já as gestantes que não são imunes à rubéola devem evitar o contato com qualquer pessoa que tenha rubéola e então receber a vacina imediatamente depois do nascimento para que estejam imunes em eventuais gestações futuras. Mulheres não podem ser vacinadas durante a gravidez, porque a vacina contém vírus vivos capazes de infectar o feto. Devido a este risco, todas as mulheres que recebem a vacina contra a rubéola devem ter o cuidado para não engravidar por pelo menos 28 dias depois da vacinação.

Caso uma gestante não imunizada entre em contato próximo com uma pessoa infectada na fase inicial da gravidez, ela deve receber uma injeção de imunoglobulina para tentar ajudar a prevenir a infecção.

Tratamento

  • Apoio para crianças afetadas

Não existe tratamento específico.

Grupos de apoio e cuidados para um recém-nascido com a síndrome da rubéola congênita variam dependendo da extensão dos problemas do recém-nascido. Crianças com múltiplas complicações exigem tratamento precoce de uma equipe de especialistas.

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