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Calendário de vacinação infantil

Por

Michael J. Smith

, MD, MSCE, Duke University

Última modificação do conteúdo mai 2018
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Recursos do assunto

A vacinação segue uma programação recomendada pelo CDC, pela Prevention, American Academy of Pediatrics, pela American Academy of Family Physicians e pelo American College of Obstetricians and Gynecologists ( Cronograma de imunização recomendado para idades de 0–6 anos, Cronograma de imunização recomendado para idades de 7–18 anos e Cronograma de imunização de reforço para idades de 4 meses a 18 anos).

Os profissionais também devem verificar as recomendações mais recentes em www.cdc.gov/vaccines (também disponível como free mobile app) e devem consultar as declarações relevantes do Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) para recomendações detalhadas e atualizações em http://www.cdc.gov/vaccines/hcp/acip-recs/index.html. O Calendário Nacional de Vacinação proposto pelo Ministério da Saúde do Brasil segue uma programação diferente da proposta nos EUA, podendo ser consultado on-line no seguinte link: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao Deve-se reavaliar o estado vacinal em cada consulta.

Para efeitos adversos e detalhes de administração de vacinas específicas, ver Imunização ( Imunização).

Tabela
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Cronograma de imunização recomendado para idades de 0–6 anos

Vacina

Nascimento

1 mês

2 meses

4 meses

6 meses

9 meses

12 meses

15 meses

18 meses

19–23 meses

2–3 anos

4–6 anos

Hepatite B (HepB)a

1ª dose

2ª dose

Ver nota de rodapé *

3ª dose

Ver nota de rodapé *

Rotavírus (RV)b

1ª dose

2ª dose

Ver nota de rodapé b

Difteria, tétano, coqueluche acelular (DTaP, < 7 anos de idade)c

1ª dose

2ª dose

3ª dose

Ver nota de rodapé *

4ª dose

Ver nota de rodapé *

5ª dose

1ª dose

2ª dose

Ver nota de rodapé d

Ver nota de rodapé *

3ª ou 4ª dosed

Ver nota de rodapé *

Ver nota de rodapé

1ª dose

2ª dose

3ª dose

Ver nota de rodapé *

4ª dose

Ver nota de rodapé *

Ver nota de rodapé

1ª dose

2ª dose

3ª dose

Ver nota de rodapé *

4ª dose

Influenza [vacina influenza inativada (IIV)] ou vacina influenza viva atenuada (LAIV)g

Anualmente, 1 ou 2 doses

Nota: a LAIV não foi recomendada para a temporada de gripe de 2017-18; a LAIV pode ser usada durante a temporada de gripe de 2018-19.

Ver nota de rodapé h

1ª dose

Ver nota de rodapé *

2ª dose

Varicela (VAR) i

1ª dose

Ver nota de rodapé *

2ª dose

Hepatite A (HepA)j

série de 2 dosesj

Ver nota de rodapé

Vacina meningocócica (MenACWY-D para ≥ 9 meses de idade; MenACWY-CRM para ≥ 2 meses de idade)k

Ver notas de rodapé e k

Ver notas de rodapé e e

* = Faixas etárias recomendadas para atualização das imunizações.

= Faixas etárias recomendadas para certos grupos de alto risco.

= Faixas etárias recomendadas para reforço e para certos grupos de alto risco.

Esse cronograma contém as recomendações dos Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e do Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) em vigor desde 1º de fevereiro de 2018. Qualquer dose não administrada na idade recomendada deverá ser administrada na consulta seguinte, quando indicada e possível. Deve-se usar uma vacina combinada em vez de injeções separadas quando apropriado. Deve-se considerar informações do fornecedor, preferência do paciente e potencial dos efeitos adversos. Para recomendações detalhadas, os fornecedores de vacinação devem consultar a relevante declaração ACIP para recomendações detalhadas em http://www.cdc.gov/vaccines/hcp/acip-recs/index.html. Os efeitos adversos clinicamente significativos após a imunização devem ser relatados ao Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS) em http://www.vaers.hhs.gov ou pelo telefone 800-822-7967. Casos suspeitos de doenças evitáveis por vacinação devem ser relatados ao departamento de saúde estadual ou local. Se a vacinação das crianças começar tarde, uma programação de atualização deve ser seguida. Para obter informações sobre contraindicações e precauções, ver Vaccine Recommendations and Guidelines of the ACIP: Contraindications and Precautions.

Para calcular os intervalos entre as doses, 4 semanas = 28 dias. Intervalos ≥ 4 meses são determinados pelo calendário de meses.

As doses de vacina administradas ≤ 4 dias antes da idade mínima ou do intervalo mínimo são consideradas válidas. As doses administradas ≥ 5 dias antes do intervalo mínimo ou da idade mínima não são consideradas válidas e devem ser repetidas de acordo com a idade apropriada. Administra-se a dose repetida depois da dose inválida separada pelo intervalo mínimo recomendado. Para orientações adicionais, ver Table 3-1: Recommended and minimum ages and intervals between vaccine doses.

Em um intervalo numérico (p. ex., 12–18 meses), o traço significa "a".

Para obter informações sobre pessoas com doenças com comprometimento imunitário, ver Vaccine Recommendations and Guidelines of the ACIP: Altered Immunocompetence

Para obter informações sobre os requisitos de vacinas para viajantes, ver a página web do CDC For Travelers.

aVacina contra hepatite B (HepB). A idade mínima é ao nascimento.

Ao nascimento:

  • Se o teste da mãe é negativo para o antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg), administrar 1 dose depois de 24 h do nascimento para recém-nascidos clinicamente estáveis ≥ 2000 g. Para crianças < 2.000 g, administrar 1 dose com 1 mês de idade ou antes da alta hospitalar.

  • Se o teste da mãe for positivo para o antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg), administrar HepB e 0,5 mL de imunoglobulina para hepatite B (HBIG) nas primeiras 12 h do nascimento, independentemente do peso ao nascimento. Deve-se testar nesses recém-nascidos HBsAg e anticorpos anti-HBsAg (anti-HBs) aos 9–12 meses de idade. Se a série da HepB está atrasada, testar em 1–2 meses após a dose final.

  • Se o estado HBsAG da mãe for desconhecido, administrar vacina contra HepB nas primeiras 12 h do nascimento, independentemente do peso no nascimento. Se o peso do recém-nascido é < 2000 g, administrar 0,5 mL de HBIG além da vacina contra hepatite B nas primeiras 12 h após o nascimento. Determinar o estado de HBsAg da mãe assim que possível; se é positivo para HBsAg, administrar 0,5 mL de HBIG para lactentes ≥ 2.000 g o mais rápido possível, mas não mais após o 7 dia de vida.

Após dose do nascimento:

  • Administrar a 2ª dose aos 1–2 meses de idade e a 3ª dose aos 6–18 meses de idade. A vacina HepB monovalente deve ser administrada antes das 6 semanas de idade.

  • Ao lactente, é permitida a administração de um total de 4 doses da vacina contra HepB quando a vacina combinada contendo HepB é administrada após a dose no nascimento.

  • Lactentes que não receberam uma dose ao nascimento devem receber 3 doses de uma vacina contra hepatite B em uma agenda de 0, 1–2 e 6 meses, começando assim que viável ( Cronograma de imunização de reforço para idades de 4 meses a 18 anos).

  • O intervalo mínimo entre a 1ª e a 2ª dose é de 4 semanas, e entre a 2ª e a 3ª dose é de 8 semanas. A última dose (3º ou 4º) na série de vacinas contra a hepatite B deve ser administrada não antes do que na 24ª semana de idade e pelo menos 16 semanas após a primeira dose.

bVacinas contra rotavírus (RV). A idade mínima é 6 semanas para a RV-1 (Rotarix®) e RV-5 (RotaTeq®).

  • Se for usada RV-1 (Rotarix®), administrar 2 doses: aos 2 meses e aos 4 meses de idade.

  • Se for usada RV-5 (RotaTeq®), administrar 3 doses: aos 2 meses, 4 meses e 6 meses de idade.

  • Se nenhuma dose em uma série foi a RV-5 (RotaTeq®) ou se isso for desconhecido, devem ser administradas 3 doses.

  • A idade máxima para a dose final é 8 meses, 0 dias.

  • Não se deve iniciar a vacinação em recém-nascidos com 15 semanas de idade, 0 dias ou mais ( Cronograma de imunização de reforço para idades de 4 meses a 18 anos).

cVacina acelular contra a coqueluche e os toxoides tetânico e diftérico (DTaP). A idade mínima é 6 semanas, com exceção das vacinas DTaP-VIP (Kinrix® e QuadracelTM), cuja idade mínima é aos 4 anos.

  • Administrar uma série de 5 doses da DTaP, aos 2, 4, 6, 15–18 meses e 4–6 anos de idade.

  • Deve-se administrar a 4ª dose logo aos 12 meses, desde que 6 meses tenham transcorridos desde a 3ª dose.

  • Uma 4ª dose que foi administrada inadvertidamente aos 12 meses de idade pode ser contada se tiver sido administrada ≥ 4 meses após a 3ª dose.

  • Uma 5ª dose da vacina DTaP não é necessária se a 4ª dose foi administrada em ≥ 4 anos de idade.

dVacina contra Haemophilus influenzae tipo B (Hib). A idade mínima é de 6 semanas.

  • Se for utilizado PRP-T (ActHIB®), PRP-T (Hiberix®) ou DTaP-VIP/Hib (Pentacel®), administrar 4 doses aos 2, 4, 6 e 12–15 meses de idade.

  • Se for usada PRP-OMP (PedvaxHIB®), administrar 3 doses aos 2 meses, 4 meses, 12 e 15 meses de idade.

  • Administrar apenas 1 dose para crianças não vacinadas com 15–59 meses de idade.

Vacinação de reforço:

  • Primeira dose administrada aos 7–11 meses de idade; administrar a 2ª dose pelo menos 4 semanas mais tarde e a 3ª dose (final) aos 12–15 meses de idade ou 8 semanas após a 2ª dose (optando pela data mais tardia).

  • Primeira dose administrada aos 12–14 meses de idade: administrar a 2ª dose (final) pelo menos 8 semanas após a primeira dose.

  • A primeira dose administrada antes dos 12 meses de idade e a 2ª dose antes dos 15 meses de idade: administrar a 3ª dose (final) 8 semanas após a 2ª dose.

  • 2 primeiras doses de PedvaxHIB® administradas antes dos 12 meses de idade: administrar a 3ª dose (final) aos 12–59 meses de idade e pelo menos 8 semanas após a 2ª dose.

  • Não vacinado aos 15–59 meses de idade: administrar apenas 1 dose.

  • Para outras recomendações sobre reforço das vacinas, Cronograma de imunização de reforço para idades de 4 meses a 18 anos.

Doenças que aumentam o risco de infecção por Hib: as recomendações a seguir são para crianças com maior risco de infecção por Hib. (Não imunizado significa que a série completa de rotina não foi administrada se as crianças tinham < 14 meses ou se nenhuma dose foi dada se as crianças tinham ≥ 14 meses de idade)

  • Tratamento com quimioterapia ou radioterapia: se as crianças com 12–59 meses de idade não foram vacinadas ou receberam apenas 1 dose antes dos 12 meses de idade, administrar 2 doses com intervalo de 8 semanas. Se receberam ≥ 2 doses antes dos 12 meses de idade, administrar 1 dose pelo menos 8 semanas após a dose prévia. Doses administradas dentro de 14 dias desde o início da terapia ou durante a terapia devem ser repetidas pelo menos 3 meses após o término da terapia.

  • Aqueles que receberam transplante de células-tronco hematopoiéticas: administrar a série de 3 doses com intervalo entre as doses de 4 semanas, independentemente da história de vacinação contra Hib. Deve-se iniciar a série aos 6–12 meses após o transplante bem-sucedido.

  • Asplenia anatômica ou funcional, incluindo a doença falciforme: se as crianças com 12–59 meses de idade não estiverem vacinadas ou receberam apenas 1 dose antes dos 12 meses, administrar 2 doses com intervalo de 8 semanas. Se receberam ≥ 2 doses antes dos 12 meses de idade, administrar 1 dose pelo menos 8 semanas após a dose prévia. Crianças não imunizadas com ≥ 5 anos recebem 1 dose.

  • Esplenectomia eletiva: administrar 1 dose para crianças com ≥ 15 meses de idade não vacinadas; se possível, a vacina deve ser administrada pelo menos 14 dias antes do procedimento.

  • Infecção pelo HIV: se as crianças com 12–59 meses não foram vacinadas ou receberam apenas 1 dose antes dos 12 meses, administrar 2 doses com intervalo de 8 semanas. Se receberam ≥ 2 doses antes dos 12 meses de idade, administrar 1 dose pelo menos 8 semanas após a dose prévia. Crianças não imunizadas com 5–18 anos recebem 1 dose.

  • Deficiência de imunoglobulina, deficiência de componentes precoces do sistema complemento: se crianças com 12–59 meses de idade não foram vacinadas ou receberam apenas 1 dose antes dos 12 meses de idade, administrar 2 doses com intervalo de 8 semanas. Se receberam ≥ 2 doses antes dos 12 meses de idade, administrar 1 dose pelo menos 8 semanas após a dose prévia.

eVacinas pneumocócicas. A idade mínima para a vacina pneumocócica conjugada 13-valente (PCV13) é de 6 semanas, e de 2 anos para a vacina polissacáride pneumocócica 23-valente (PPSV23).

  • Administrar 4 doses de PCV13 aos 2, 4, 6 e aos 12–15 meses de idade.

Vacinação de reforço:

Distúrbios que aumentam o risco de infecção pneumocócica: as recomendações a seguir são para crianças com 2–5 anos de idade e que têm doenças que as colocam em risco. Esses distúrbios são doenças cardíacas e pulmonares crônicas, diabetes mellitus, fístula liquórica, implante coclear e certas doenças com comprometimento imunitário (p. ex., doença falciforme, asplenia, infecção pelo HIV insuficiência renal crônica, síndrome nefrótica, certos tipos de câncer, tratamento com imunossupressores, transplante de órgãos sólidos, mieloma múltiplo). Para orientações adicionais, ver ACIP recommendations for use of the pneumococcal vaccine in children. Para recomendações para crianças com 6–18 anos Cronograma de imunização recomendado para idades de 7–18 anos).

  • Se possível, administrar as doses de PCV13 antes da PPSV23.

  • Se as crianças receberam apenas 3 doses, administrar 1 dose de PCV13 pelo menos 8 semanas após a dose prévia de PCV13. Se receberam < 3 doses, administrar 2 doses: em 8 semanas e 16 semanas após a dose prévia.

  • Se as crianças não receberam PPSV23, administrar 1 dose de PPSV23 pelo menos 8 semanas após qualquer dose prévia de PCV13. Crianças que têm doença com comprometimento imunitário (ver acima) recebem uma 2ª dose 5 anos após a primeira dose.

fVacina inativada poliovírus (VIP). A idade mínima é de 6 semanas.

  • Administrar uma série IPV de 4 doses aos 2, 4, 6-18 meses, e 4–6 anos de idade. A dose final da série deve ser administrada no 4o aniversário ou após e pelo menos 6 meses após a dose anterior.

  • Durante os primeiros 6 meses de vida, a idade e os intervalos mínimos são apenas recomendados se o lactente têm risco iminente de exposição a poliovírus circulantes (p. ex., viagem para uma região pólio-endêmica durante um surto).

Vacinação de reforço:

  • Se ≥ 4 doses são administradas aos 4 anos, uma dose adicional deve ser dada aos 4–6 anos de idade e pelo menos 6 meses após a dose anterior.

  • Uma 4a dose não será necessária se a 3a tiver sido administrada com ≥ 4 anos de idade e pelo menos 6 meses após a dose anterior.

  • Para outras recomendações sobre reforço das vacinas, Cronograma de imunização de reforço para idades de 4 meses a 18 anos.

Para as séries que contêm vacina oral contra poliomielite (VOP), apenas VOP ou VOP-VIP mista:

  • O número total de doses necessárias para completar a série é o mesmo que o recomendado para o cronograma da VIP nos EUA.

  • Apenas a VOP trivalente (VOPt) preenche os requisitos de vacinação dos EUA. Para orientações adicionais sobre a avaliação das doses documentadas como VOP, ver Guidance for Assessment of Poliovirus Vaccination Status.

gVacina influenza (sazonal). A idade mínima é 6 meses para a vacina influenza inativada (IVV) e 2 anos para a vacina influenza viva atenuada (LAIV). Nota: a vacina contra influenza com o vírus vivo atenuado (LAIV) não foi recomendada para a temporada de gripe de 2017-18; a LAIV pode ser usada durante a temporada de gripe de 2018-19.

  • Para a maioria das crianças saudáveis ≥ 2 anos de idade, VIVA ou VII pode ser utilizada. No entanto, a LAIV não deve ser administrada para algumas crianças, incluindo crianças com asma, aquelas com 2–4 anos de idade que têm asma ou tiveram sibilos nos últimos 12 meses, e crianças com quaisquer outras condições médicas que as predispõem a complicações da influenza. Para todas as outras contraindicações ao uso da VIVA, ver MMWR 62 (RR-7) 1-43 de 2013, disponível em http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/rr6207a1.htm.

  • Administrar anualmente uma formulação baseada na idade e dose da vacina contra influenza que seja apropriada para a idade e estado de saúde do paciente.

  • Crianças com 6 meses a 8 anos de idade que não receberam ≥ 2 doses da vacina contra influenza antes de 1º de julho de 2017 devem receber 2 doses com intervalo de pelo menos 4 semanas.

  • Para orientações adicionais, ver 2017–2018 ACIP influenza vaccine recommendations.

hVacina contra sarampo, caxumba e rubéola (MMR). A idade mínima é 12 meses para vacinação de rotina.

  • Administrar 2 doses, aos 12–15 meses de idade e aos 4–6 anos de idade. A 2ª dose deve administrada tão cedo quanto 4 semanas após a primeira dose.

  • Vacinação de reforço: para crianças não vacinadas, administrar 2 doses com pelo menos 4 semanas de intervalo.

  • Viagem internacional: administrar 1 dose da vacina SCR para lactentes com 6–11 meses de idade que viajam para outros países. Revacinar essas crianças com 2 doses da vacina SCR: a primeira dose com 12–15 meses de idade (aos 12 meses se a criança permanece em uma área de alto risco) e a 2ª dose administrada pelo menos 4 semanas após a dose prévia. Para crianças não vacinadas com ≥ 12 meses de idade, administrar 2 doses pelo menos 4 semanas antes da partida.

  • Surto de caxumba: se as crianças com ≥ 12 meses de idade receberam ≤ 2 doses de uma vacina com componente da caxumba e foram identificadas pelas autoridades de saúde pública como tendo maior risco durante um surto de caxumba, administrar uma dose da vacina contendo vírus da caxumba.

iVacina contra varicela (VAR). A idade mínima é 12 meses.

  • Administrar 2 doses, aos 12–15 meses de idade e aos 4–6 anos de idade.

  • A 2ª dose pode ser administrada tão cedo quanto 3 meses após a primeira dose; uma dose administrada após um intervalo de 4 semanas pode ser contada.

jVacina contra hepatite A (HepA). A idade mínima é 12 meses.

  • Administrar 2 doses, em intervalos de 6–18 meses, entre o primeiro e o 2º aniversários. Uma série iniciada antes do 2º aniversário de vida deve ser completada mesmo que a criança complete 2 anos antes da 2ª dose ser administrada.

Vacinação de reforço:

  • Qualquer criança com ≥ 2 anos de idade pode receber a vacina contra HepA se desejado. O intervalo mínimo recomendado entre as doses é 6 meses.

Maior risco de hepatite A: crianças não vacinadas recebem uma dose se têm maior risco de hepatite A. Os fatores de risco são

  • Viagem a áreas endêmicas

  • Um distúrbio do fator de coagulação

  • Tratamento com concentrados de fator de coagulação

  • Doença hepática crônica

  • Contato pessoal íntimo antecipado (p. ex., como membros da família) com uma criança adotada durante os primeiros 60 dias após a chegada da criança nos EUA vinda de área endêmica

kVacinas meningocócicas do sorogrupo A, C, W, Y. A idade mínima é 2 meses de vida para MenACWY-CRM (Menveo®) e 9 meses de vida para MenACWY-D (Menactra®). A vacinação de rotina é uma série de 2 doses, administradas aos 11–12 anos e 16 anos de idade, mas a vacina é administrada para crianças mais jovens que têm maior risco.

Para crianças com deficiência persistente do componente do sistema de complemento (incluindo as que tomam eculizumabe) ou asplenia anatômica ou funcional, doença falciforme ou infecção pelo HIV: pode-se usar um dos seguintes:

  • MenACWY-CRM: administrar uma série de 4 doses aos 2, 4, 6 e 12 meses de idade. Se a primeira dose é dada aos 7–23 meses de idade, administrar 2 doses, sendo a 2ª dose pelo menos 12 semanas após a primeira dose e depois do primeiro aniversário de vida. Se a primeira dose é administrada aos ≥ 24 meses de idade, administrar 2 doses com intervalo de pelo menos 8 semanas.

  • MenACWY-D: administrar 2 doses com intervalo de pelo menos 12 semanas se as crianças têm 9–23 meses de idade e pelo menos com intervalo de 8 semanas se têm ≥ 24 meses de idade. Se as crianças com ≥ 24 meses de idade têm asplenia, doença falciforme ou infecção pelo HIV administrar 2 doses com intervalo de pelo menos 8 semanas. MenACWY-D deve ser dada pelo menos 4 semanas após a conclusão da série de PCV13.

Para crianças que moram ou estão viajando para países onde a doença meningocócica é hiperendêmica ou epidêmica ou que estão expostas a um surto decorrente de um sorogrupo da vacina:

  • MenACWY-CRM:, administrar 4 doses aos 2, 4, 6 e 12 meses de idade. Se a primeira dose é dada aos 7–23 meses de idade, administrar 2 doses, sendo a 2ª dose pelo menos 12 semanas após a primeira dose e depois do primeiro aniversário de vida.

  • MenACWY-D: para crianças com 9–23 meses de idade, administrar 2 doses com intervalo de pelo menos 12 semanas; a 2ª dose pode ser administrada logo após 8 semanas após a primeira dose para crianças que estão viajando.

  • Para crianças com ≥ 2 anos de idade, administrar 1 dose de MenACWY-CRM ou MenACWY-D.

ACIP = Advisory Committee on Immunization Practices; MMWR = Morbidity and Mortality Weekly Review; PRP-OMP =Neisseria meningitidis polirribosil ribitol fosfato/proteína da membrana externa.

Adaptado de Centers for Disease Control and Prevention: Recommended Immunization Schedule for Persons Aged 0 Through 18 Years, United States — 2018. Disponível em http://www.cdc.gov/vaccines/schedules/hcp/child-adolescent.html.

Tabela
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Cronograma de imunização recomendado para idades de 7–18 anos

Vacina

7–10 anos

11–12 anos:

13–15 anos

16 anos

17–18 anos

Hepatite B (HepB)a

Ver nota de rodapé *

Ver nota de rodapé e b

Ver notas de rodapé e C

*Ver nota de rodapé * e d

Influenza (vacina influenza inativada [VII] ou vacina influenza viva atenuada [LAIV])e

Anualmente, 1 ou 2 doses (6 meses a 8 anos de idade)

Anualmente, 1 dose

Nota: a LAIV não foi recomendada para a temporada de gripe de 2017-18; a LAIV pode ser usada durante a temporada de gripe de 2018-19.

Ver notas de rodapé * e f

Varicela (VAR)g

Ver nota de rodapé *

Hepatite A (HepA)h

Ver nota de rodapé

Vacinas meningocócicas conjugadas, tetravalentes (MenACWY-D e MenACWY-CRM)i

Ver nota de rodapé

Primeira dose

Ver nota de rodapé

2ª dose

Ver nota de rodapé

Ver nota de rodapé *

Tdap

Ver nota de rodapé *

Ver notas de rodapé e §

Ver nota de rodapé k

Ver nota de rodapé *

Ver notas de rodapé e I

Ver nota de rodapé §

* = Faixas etárias recomendadas para atualização das imunizações.

= Faixas etárias recomendadas para certos grupos de alto risco.

= Faixas etárias recomendadas para reforço e para certos grupos de alto risco.

§ = Faixa etária recomendada para grupos que não são de alto risco, mas podem receber a vacina com base no julgamento clínico.

Esse cronograma contém as recomendações dos Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e do Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) em vigor desde 1º de fevereiro de 2018. Qualquer dose não administrada na idade recomendada deverá ser administrada na consulta seguinte, quando indicada e possível. Deve-se usar uma vacina combinada em vez de injeções separadas quando apropriado.

Para recomendações detalhadas, os fornecedores devem consultar os relatórios detalhados disponíveis em http://www.cdc.gov/vaccines/pubs/acip-list.htm.

Os efeitos adversos clinicamente significativos após a imunização devem ser relatados ao Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS) em http://www.vaers.hhs.gov ou pelo telefone 800-822-7967. Casos suspeitos de doenças evitáveis por vacinação devem ser relatados ao departamento de saúde estadual ou local. Se a vacinação das crianças começar tarde, uma programação de atualização deve ser seguida. Para obter informações sobre contraindicações e precauções, ver Vaccine Recommendations and Guidelines of the ACIP: Contraindications and Precautions.

Para calcular os intervalos entre as doses, 4 semanas = 28 dias. Intervalos ≥ 4 meses são determinados pelo calendário de meses.

As doses de vacina administradas ≤ 4 dias antes da idade mínima ou do intervalo mínimo são consideradas válidas. As doses administradas ≥ 5 dias antes do intervalo mínimo ou da idade mínima não são consideradas válidas e devem ser repetidas de acordo com a idade apropriada. Administra-se a dose repetida depois da dose inválida separada pelo intervalo mínimo recomendado. Para orientações adicionais, ver Table 3-1: Recommended and minimum ages and intervals between vaccine doses.

Para obter informações sobre pessoas com doenças com comprometimento imunitário, ver Vaccine Recommendations and Guidelines of the ACIP: Altered Immunocompetence.

Para obter informações sobre os requisitos de vacinas para viajantes, ver a página web do CDC For Travelers.

aVacina contra hepatite B (HepB).

  • Administrar a série de 3 doses aos 0, 1–2 meses e 6 meses para crianças sem vacinação prévia.

  • Para crianças com vacinação incompleta, seguir as recomendações de reforço ( Cronograma de imunização de reforço para idades de 4 meses a 18 anos).

  • Uma série de 2 doses (doses com intervalo de pelo menos 4 meses) da formulação adulta de Recombivax HB® pode ser utilizada em adolescentes com 11–15 anos de idade.

bVacina conjugada contra Haemophilus influenzaetipo b (Hib).

  • Vacina Hib não é rotineiramente administrada a pacientes ≥ 5 anos. Mas é administrada para crianças mais jovens que têm maior risco.

  • Administrar 1 dose para crianças ≥ 5 anos não imunizadas se têm asplênia anatômica ou funcional (incluindo doença falciforme).

  • Administrar 1 dose a pacientes não imunizados aos 5–18 anos de idade se têm infecção pelo HIV.

  • Administrar uma dose única de qualquer vacina contendo Hib para crianças e adolescentes não imunizados com ≥ 15 meses de idade se submetidos a uma esplenectomia eletiva; se possível, a vacina deve ser administrada pelo menos 14 dias antes do procedimento.

  • Para pacientes com ≥ 14 meses de idade, não imunizado significa que não receberam dose alguma da vacina contra Hib.

cVacina pneumocócica conjugada 13-valente (PCV13) e vacina polissacáride pneumocócica 23-valente (PPSV23).

Distúrbios que aumentam o risco de infecção pneumocócica: as recomendações a seguir são para crianças com 6–18 anos de idade e que têm distúrbios que aumentam o risco de doença pneumocócica.

  • Administrar as doses de PCV13 antes da PPSV23, se possível.

Doenças cardíacas ou pulmonares crônicas ou diabetes mellitus:

  • Se nenhuma dose de PPSV23 foi administrada, administrar 1 dose de PPSV23 pelo menos 8 semanas após qualquer dose prévia de PCV13.

Fístula liquórica ou implante coclear:

  • Se nenhuma dose de PCV13 ou PPSV23 foi administrada, dar 1 dose de PCV13 seguida por 1 dose de PPSV23 pelo menos 8 semanas mais tarde.

  • Se quaisquer doses de PCV13 foram administradas, dar 1 dose de PPSV23 pelo menos 8 semanas depois da dose prévia de PCV13.

  • Se receberam PPSV23, mas não PCV13, administrar 1 dose de PCV13 pelo menos 8 semanas após a dose prévia de PPSV23.

Certas doenças com comprometimento imunitário (p. ex., doença falciforme, outras hemoglobinopatias, imunodeficiência, asplenia, MSLTsíndrome nefrótica, certos tipos de câncer, tratamento com imunossupressores, transplante de órgãos sólidos, mieloma múltiplo):

  • Se nenhuma dose de PCV13 ou PPSV23 foi administrada, dar 1 dose de PCV13 seguida por 2 doses de PPSV23; a primeira dose de PPSV23 é administrada 8 semanas após a dose de PCV13 e a 2ª dose é administrada pelo menos 5 anos após a primeira dose de PPSV23.

  • Se quaisquer doses de PCV13 foram administradas, mas nenhuma dose de PPSV23, administrar 2 doses de PPSV23; a primeira dose de PPSV23 é administrada 8 semanas após a dose prévia de PCV13, e a 2ª dose é administrada pelo menos 5 anos depois da primeira dose de PPSV23.

  • Se PPSV23 foi administrada, mas nenhuma dose PCV13, administrar 1 dose de PCV13 pelo menos 8 semanas após a dose prévia de PPSV23 e uma 2ª dose de PPSV23 5 anos após a primeira dose de PPSV23 e pelo menos 8 semanas depois da dose de PCV13.

Doença hepática crônica ou alcoolismo:

  • Se nenhuma dose de PPSV23 foi administrada, administrar 1 dose de PPSV23 pelo menos 8 semanas após qualquer dose prévia de PCV13.

Se a série de PCV13 está incompleta, o número e o momento das doses adicionais de PCV13 são determinados de acordo com aidade em que a primeira dose foi administrada. Para orientações adicionais, ver ACIP recommendations for use of the pneumococcal vaccine in children.

dVacina inativada poliovírus (VIP).

Para as séries que contêm vacina oral contra poliomielite (VOP), apenas VOP ou VOP-VIP mista:

  • O número total de doses necessárias para completar a série é o mesmo que o recomendado para o cronograma da VIP nos EUA.

  • Apenas a VOP trivalente (VOPt) preenche os requisitos de vacinação dos EUA. Para orientações adicionais sobre a avaliação das doses documentadas como VOP, ver Guidance for Assessment of Poliovirus Vaccination Status.

eAs vacinas contra influenza [vacina influenza inativada (VII) e vacina influenza viva atenuada (VIVA)].

  • Se as crianças com 6 meses a 8 anos de idade não receberam pelo menos 2 doses da vacina contra influenza antes de 1º de julho de 2017, administrar 2 doses com intervalo de pelo menos 4 semanas.

  • Administrar 1 dose da vacina contra influenza para pessoas com ≥ 9 anos de idade.

  • A vacina com vírus vivo atenuado contra influenza (LAIV) não foi recomendada para a temporada de 2017-18 Pode ser usada durante a temporada de 2018–19.

  • Para orientações adicionais, ver 2017-2018 ACIP influenza vaccine recommendations.

fVacina contra sarampo, caxumba e rubéola (MMR).

  • Vacinação de reforço: para crianças e adolescentes não vacinados, administrar 2 doses com pelo menos 4 semanas de intervalo.

  • Surto de caxumba: se crianças com ≥ 12 meses de idade receberam ≤ 2 doses de uma vacina contendo componente da caxumba e foram identificadas pelas autoridades de saúde pública como tendo maior risco durante um surto de caxumba, administrar uma dose da vacina contendo vírus da caxumba.

gVacina contra varicela (VAR).

  • Se as pessoas com 7–18 anos de idade não têm evidências de imunidade, administrar 2 doses da vacina contra varicela com a 2ª dose administrada 3 meses após a primeira dose para crianças com 7–12 anos e administrada pelo menos 4 semanas após a primeira dose para adolescentes ≥ 13 anos de idade. O intervalo mínimo para as duas faixas etárias é 4 semanas.

  • Para orientações adicionais, ver ACIP's recommendations for prevention of varicella.

hVacina contra hepatite A (HepA).

Vacinação de reforço:

  • Qualquer criança com ≥ 2 anos pode receber a vacina contra HepA, se desejado; 2 doses são dadas. O intervalo mínimo recomendado entre as doses é 6 meses.

Maior risco de hepatite A: crianças não vacinadas recebem uma dose se têm maior risco de hepatite A. Os fatores de risco são

  • Viagem ou trabalho em áreas endêmicas

  • Homens que fazem sexo com homens

  • Uso de drogas ilícitas (injectáveis ou não)

  • Um distúrbio do fator de coagulação

  • Tratamento com concentrados de fator de coagulação

  • Doença hepática crônica

  • Contato pessoal íntimo antecipado (p. ex., como membros da família ou babás regulares) com uma criança adotada durante os primeiros 60 dias após a chegada da criança nos EUA vinda de área endêmica

iVacinas meningocócicas do sorogrupo A, C, W, Y [MenACWY-CRM (Menveo®) e MenACWY-D (Menactra®):]

  • Administrar uma série de 2 doses aos 11–12 anos e aos 16 anos de idade.

  • Se a primeira dose é administrada aos 13–15 anos de idade, uma dose de reforço deve ser administrada aos 16–18 anos, com um intervalo mínimo de 8 semanas após a dose anterior.

  • Se a primeira dose é administrada aos 16–18 anos idade, não é necessária uma dose de reforço.

Recomendações para vacinas de reforço para crianças com deficiência persistente de componentes do sistema de complemento (incluindo aquelas tomando eculizumabe), asplenia anatômica ou funcional, doença falciforme ou infecção pelo HIV: pode-se usar um dos seguintes:

  • MenACWY-CRM: se a primeira dose é administrada aos ≥ 24 meses de idade, administrar 2 doses com intervalo de pelo menos 8 semanas.

  • MenACWY-D: administrar 2 doses com intervalo de pelo menos 8 semanas, se as crianças têm ≥ 24 meses de idade. MenACWY-D deve ser dada pelo menos 4 semanas após a conclusão da série de PCV13.

Recomendações para vacinas de reforço para crianças que moram ou estão viajando para países onde a doença meningocócica é hiperendêmica ou epidêmica ou que estão expostas a um surto decorrente de um sorogrupo da vacina:

  • Para crianças com ≥ 2 anos de idade, administrar 1 dose de MenACWY-CRM ou MenACWY-D.

Para orientações adicionais (incluindo a utilização em pacientes com maior risco), ver ACIP meningococcal vaccine recommendations e The Pinkbook: Meningococcal Disease do CDC.

jToxoides do tétano da difeteria e coqueluce acelular (Tdap). A idade mínima é 11 anos para a vacinação de rotina e 7 anos para a vacinação de reforço.

  • Administrar 1 dose para adolescentes com 11–12 anos de idade.

  • Para adolescentes grávidas, administrar 1 dose durante cada gestação, preferencialmente com 27–36 semanas da gestação. A vacina Tdap pode ser administrada independentemente do intervalo de tempo desde a dose da última vacina contra difteria e tétano contendo toxoides.

  • Se adolescentes com 13–18 anos de idade não receberam a vacina Tdap, administrar 1 dose de Tdap seguida por doses de reforço contendo toxoides tetânico e diftérico (dT) a cada 10 anos depois disso.

  • Para crianças e adolescentes com 7–18 anos de idade que não estão totalmente imunizados com a série da vacina DTaP infantil, administrar 1 dose da vacina Tdap como parte da série de reforço, de preferência a primeira dose. Se forem necessárias doses adicionais, usar a vacina dT.

  • Crianças com 7–10 anos de idade que receberam Tdap inadvertidamente ou como parte de uma série de reforço podem receber a dose de Tdap de rotina aos 11–12 anos de idade.

  • Uma dose inadvertida da vacina DTaP administrada a crianças com 7–10 anos de idade deve contar como parte da série de reforço. A dose de rotina de Tdap pode ser administrada aos 11–12 anos de idade. Se adolescentes com 11–18 anos de idade recebem inadvertidamente DTaP, ela pode ser considerada como a dose de Tdap para adolescentes.

kVacina contra papilomavírus humano (HPV). A idade mínima é de 9 anos.

  • Recomenda-se a vacinação de rotina para HPV a todos os adolescentes previamente vacinados de modo inadequado aos 11–12 anos (pode iniciar aos 9 anos) e até os 18 anos de idade.

O número de doses (2 ou 3 doses) depende da idade na primeira dose:

  • 9–14 anos: administrar uma série de 2 doses aos 0 e 6–12 meses. O intervalo mínimo é 5 meses. Repetir se uma dose é administrada muito cedo; repetir pelo menos 12 semanas após a dose inválida e pelo menos 5 meses depois da primeira dose.

  • ≥ 15 anos: administrar uma série de 3 doses aos 0, 1–2 meses e 6 meses. Os intervalos mínimos são de 4 semanas entre a primeira e a 2ª doses, 12 semanas entre a 2ª e 3ª doses e 5 meses entre a primeira e a 3ª doses. Se qualquer dose tiver sido administrada muito cedo, repetir a dose no ou depois do intervalo mínimo desde a dose prévia.

  • Pessoas que completaram uma série válida com qualquer vacina contra o HPV não precisam de doses adicionais.

Situações especiais:

  • História de abuso ou agressão sexual: iniciar a série aos 9 anos de idade.

  • Doenças com comprometimento imunitário (incluindo infecção pelo HIV): administrar uma série de 3 doses aos 0, 1–2 meses e 6 meses para pacientes com 9–26 anos de idade.

  • Gestação: a vacinação durante a gestação não é recomendada, mas não há evidências de que a vacina seja prejudicial. Nenhuma intervenção é necessária para mulheres que inadvertidamente recebem uma dose de vacina contra o HPV enquanto estão grávidas. Postergar as dose remanescentes para depois da gestação. Teste de gravidez não é necessário antes da vacinação.

  • Para orientações adicionais, ver ACIP's updated recommendations for the HPV vaccine.

lVacinas meningocócicas do sorogrupo B [MenB (Bexsero®, Trumenba®)]. A idade mínima é 10 anos.

  • As vacinas MenB podem ser dadas de acordo com critérios clínicos a qualquer adolescente com 16–23 anos de idade (preferencialmente aos 16–18 anos) que queira recebê-las, mesmo que não tenham maior risco.

  • Administrar 2 doses de Bexsero com intervalo de pelo menos 1 mês.

  • Administrar 2 doses de Trumenba com intervalo de pelo menos 6 meses. Se a 2ª dose é administrada antes de 6 meses, dar uma 3ª dose pelo menos 4 meses após a 2ª dose.

  • Bexsero e Trumenba não são intercambiáveis.

  • Para orientações adicionais, ver ACIP meningococcal vaccine recommendations.

Distúrbios que aumentam o risco de infecção meningocócica B: as recomendações a seguir são para crianças e adolescentes com doenças que os colocam em risco. Essas doenças envolvem asplenia anatômica ou funcional, doença falciforme e deficiência persistente do componente do sistema complemento (incluindo o uso de eculizumabe) e estar em uma região em que ocorre surto de doença meningocócica do sorogrupo B.

  • Administrar 2 doses de Bexsero com intervalo de pelo menos 1 mês.

  • Administrar 3 doses de Trumenba aos 0, 1–2 meses e 6 meses.

ACIP = Advisory Committee on Immunization Practices; MMWR = Morbidity and Mortality Weekly Review.

Adaptado de Centers for Disease Control and Prevention: Recommended Immunization Schedule for Persons Aged 0 Through 18 Years, United States — 2018. Disponível em http://www.cdc.gov/vaccines/schedules/hcp/child-adolescent.html.

Tabela
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Cronograma de imunização de reforço para idades de 4 meses a 18 anos

Vacina

Idade mínima para dose 1

Intervalo mínimo entre as doses 1 e 2

Intervalo mínimo entre as doses 2 e 3

Intervalo mínimo entre as doses 3 e 4

Intervalo mínimo entre as doses 4 e 5

Para idades de 4 meses a 6 anos

Hepatite B (HepB)a

Nascimento

4 semanas

8 semanas e pelo menos 16 semanas após a 1ª dose

Idade mínima para a dose final: 24 semanas

Rotavírus (RV)b

6 semanas

Idade máxima para a primeira dose: 14 semanas, 6 dias

4 semanas

4 semanasb

6 semanas

4 semanas

4 semanas

6 meses

6 mesesc

6 semanas

4 semanas se a primeira dose foi administrada < 12 meses de idade

8 semanas (como a dose final) se a primeira dose foi administrada aos 12–14 meses de idade

Nenhuma dose necessária se a primeira dose foi administrada 15 meses de idade

4 semanasd se a idade atual é < 12 meses e a primeira dose foi administrada aos < 7 meses de idade e ≥ 1 dose prévia foi PRP-T (ActHib®, Pentacel®, Hiberix®) ou desconhecida

8 semanas e 12–59 meses de idade (como a dose final)d se um dos seguintes está presente:

  • A idade atual é < 12 meses e a primeira dose foi administrada aos 7–11 meses de idade.

ou

  • A idade atual é 12–59 meses e a primeira dose foi administrada aos < 12 meses de idade e a 2ª dose foi administrada antes de 15 meses de idade.

ou

  • As 2 primeiras doses foram PRP-OMP (PedvaxHIB® Comvax®) e administradas aos < 12 meses de idade

Nenhuma dose necessária se a anterior é administrada 15 meses de idade

8 semanas (como a dose final)

Só necessária para crianças com 12–59 meses de idade que receberam 3 doses antes dos 12 meses de idade.

6 semanas

4 semanas se a primeira dose foi administrada < 12 meses de idade

8 semanas (como a dose final para crianças saudáveis) se a primeira dose foi administrada aos 12–14 meses

Nenhuma dose necessária para crianças saudáveis se a anterior é administrada 24 meses de idade

4 semanas se a idade atual < 12 meses e a dose prévia foi administrada antes dos 7 meses de idade

8 semanas (como a dose final para crianças saudáveis) se um dos seguintes estiver presente:

  • A dose anterior foi administrada aos 7–11 meses de idade e a idade atual é 12 meses de idade.

ou

  • A idade atual é ≥ 12 meses e pelo menos 1 dose foi administrada antes dos 12 meses de idade.

Nenhuma dose necessária para crianças saudáveis se a primeira dose é administrada 24 meses de idade

8 semanas (como a dose final)

Apenas necessária para crianças com idades de 12–59 meses que receberam 3 doses antes da idade de 12 meses ou para crianças de alto risco que receberam 3 doses em qualquer idade

6 semanas

4 semanasf

4 semanasf se a idade atual < 4 anos

6 meses como a dose final se a idade atual for ≥ 4 anos

6 mesesf

Idade mínima: 4 anos para a dose final

6 semanas

8 semanasg

Ver nota de rodapé g

Ver nota de rodapé g

12 meses

4 semanas

Varicela (VAR)i

12 meses

3 meses

Hepatite A (HepA)j

12 meses

6 meses

Para idades de 7–18 anos

Tétano, difteria, coqueluche acelular (Tdap)k

7 anosk

4 semanas

4 semanas se a primeira dose de DTaP/dT foi administrada < 12 meses de idade

6 meses (como a dose final) se a primeira dose de DTaP/dT ou Tdap/dT tiver sido administrada aos 12 meses de idade

6 meses se a primeira dose de DTaP/DT tiver sido administrada aos < 12 meses de idade

9 anos

Doses de rotina nos intervalos recomendadosl

Hepatite A (HepA)j

N/D

6 meses

Hepatite B (HepB)a

N/D

4 semanas

8 semanas e pelo menos 16 semanas após a 1ª dose

Vírus inativado da pólio (IPV)f

N/D

4 semanas

6 mesesf

Uma 4ª dose não necessária se a 3ª dose tiver sido administrada aos ≥ 4 anos de idade e pelo menos 6 meses após a dose prévia

Uma 4ª dose de VIP é necessária se todas as dose prévias foram administradas aos < 4 anos de idade ou se a 3ª dose tiver sido dada < 6 meses após a 2ª dose.

Conjugada meningocócica ACWYg

N/D

8 semanasg

Sarampo, caxumba, rubéola (MMR)h

N/D

4 semanas

Varicela (VAR)i

N/D

3 meses se idade é < 13 anos

4 semanas se idade 13 anos

Nota: Para crianças cuja vacinação iniciou-se tarde ou está > 1 mês atrasada, a tabela fornece esquemas de reposição e intervalos mínimos entre as doses (disponível em www.cdc.gov/vaccines/schedules/hcp/child-adolescent.html). A série das vacinas não precisa ser reiniciada, independentemente do tempo decorrido entre as doses. Utilizar a seção apropriada para a idade da criança.

Sempre usar essa tabela em conjunto com os cronogramas de imunização para crianças e adolescentes, incluindo as notas de rodapé (ver CDC's 2018 Immunization Schedule, Cronograma de imunização recomendado para idades de 0–6 anos e Cronograma de imunização recomendado para idades de 7–18 anos).

Informações a respeito de relatos de reações após a imunização estão disponíveis on-line em http://www.vaers.hhs.gov ou por telefone, 800-822-7967. Devem ser notificados os casos suspeitos de doenças relacionadas com a vacina. Informações adicionais, incluindo precauções e contraindicações para a vacinação, estão disponíveis no Center for Disease Control and Prevention (CDC) em www.cdc.gov/vaccines (800-232-4636 [800-CDC-INFO]).

Para calcular os intervalos entre as doses, 4 semanas = 28 dias. Intervalos ≥ 4 meses são determinados pelo calendário de meses.

As doses de vacina administradas ≤ 4 dias antes da idade mínima ou do intervalo mínimo são consideradas válidas. As doses administradas ≥ 5 dias antes do intervalo mínimo ou da idade mínima não são consideradas válidas e devem ser repetidas de acordo com a idade apropriada. Administra-se a dose repetida depois da dose inválida separada pelo intervalo mínimo recomendado. Para orientações adicionais, ver Table 3-1: Recommended and minimum ages and intervals between vaccine doses.

Para obter informações sobre os requisitos de vacinas para viajantes, ver a página web do CDC For Travelers.

Para contraindicações e precauções do uso de uma vacina e para obter informações adicionais, ver as recomendações do ACIP, disponíveis em www.cdc.gov/vaccines/hcp/acip-recs/index.html.

aVacina contra hepatite B (HepB).

  • Administrar a série de 3 doses para crianças não vacinadas previamente.

  • Para adolescentes com 11–15 anos de idade, pode-se usar uma série de 2 doses (com intervalo de pelo menos 4 meses) da formulação adulta de Recombivax HB®.

bVacinas contra rotavírus (RV).

  • A vacinação não deve ser iniciada em lactentes com idade 15 semanas e 0 dias. A idade máxima é 8 meses, 0 dias para a dose final da série.

cToxoides das vacinas contra difteria, tétano e coqueluche acelulares (DTaP).

  • A 5ª dose não é necessária se a 4ª dose foi administrada aos 4 anos de idade.

dVacina conjugada contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib).

  • Se a primeira dose foi administrada aos 7–11 meses de idade: administrar a 2ª dose pelo menos 4 semanas após e 3ª dose (final) aos 12–15 meses de idade ou 8 semanas após a 2ª dose (o que acontecer em data posterior).

  • Primeira dose administrada aos 12–14 meses de idade: administrar a 2ª dose (final) pelo menos 8 semanas após a primeira dose.

  • Primeira dose administrada antes dos 12 meses de idade e a 2ª dose administrada antes dos 15 meses de idade: administrar a 3ª dose (final) 8 semanas após a 2ª dose.

  • 2 doses de PedvaxHIB® administradas antes dos 12 meses: administrar a 3ª dose (final) aos 12–59 meses de idade e pelo menos 8 semanas após a 2ª dose.

  • Não vacinado aos 15–59 meses de idade: administrar apenas 1 dose.

Doenças que aumentam o risco de infecção por Hib: as recomendações a seguir são para crianças com maior risco de infecção por Hib. (Não imunizado significa que a série completa de rotina não foi dada se as crianças tinham até 14 meses de idade ou se nenhuma dose foi administrada se as crianças tinham ≥ 14 meses)

  • Tratamento com quimioterapia ou radioterapia: se as crianças com 12–59 meses de idade não foram vacinadas ou receberam apenas 1 dose antes dos 12 meses de idade, administrar 2 doses com intervalo de 8 semanas. Doses administradas dentro de 14 dias desde o início da terapia ou durante a terapia devem ser repetidas pelo menos 3 meses após o término da terapia.

  • Aqueles que receberam transplante de células-tronco hematopoiéticas: administrar a série de 3 doses com intervalo entre as doses de 4 semanas, independentemente da história de vacinação contra Hib. Deve-se iniciar a série aos 6–12 meses após o transplante bem-sucedido.

  • Asplenia anatômica ou funcional, incluindo a doença falciforme: se as crianças com 12–59 meses de idade não estiverem vacinadas ou receberam apenas 1 dose antes dos 12 meses, administrar 2 doses com intervalo de 8 semanas. Se receberam ≥ 2 doses antes dos 12 meses de idade, administrar 1 dose pelo menos 8 semanas após a dose prévia. Crianças e adolescentes não imunizados ≥ 5 anos recebem 1 dose.

  • Esplenectomia eletiva: administrar 1 dose para crianças com ≥ 15 meses de idade não vacinadas; se possível, a vacina deve ser administrada pelo menos 14 dias antes do procedimento.

  • Infecção pelo HIV: se as crianças com 12–59 meses não foram vacinadas ou receberam apenas 1 dose antes dos 12 meses, administrar 2 doses com intervalo de 8 semanas. Se receberam ≥ 2 doses antes dos 12 meses de idade, administrar 1 dose pelo menos 8 semanas após a dose prévia. Crianças não imunizadas com 5–18 anos recebem 1 dose.

  • Deficiência de imunoglobulina, deficiência de componentes precoces do sistema complemento: se crianças com 12–59 meses de idade não foram vacinadas ou receberam apenas 1 dose antes dos 12 meses de idade, administrar 2 doses com intervalo de 8 semanas. Se receberam ≥ 2 doses antes dos 12 meses de idade, administrar 1 dose pelo menos 8 semanas após a dose prévia.

eVacinas pneumocócicas. A idade mínima para a vacina pneumocócica conjugada 13-valente (PCV13) é de 6 semanas, e de 2 anos para a vacina polissacáride pneumocócica 23-valente (PPSV23). Para orientações adicionais, ver ACIP recommendations for use of the pneumococcal vaccine in children.

  • Vacinação de reforço com PCV13: 1 dose para crianças saudáveis com 24 a 59 meses de idade se as doses de PCV13 não foram completadas de acordo com o esquema de reforço recomendado pela ACIP.

Doenças que aumentam o risco de infecção pneumocócica: as recomendações a seguir são para vacinas de reforço para crianças com doenças que as colocam em risco. Elas englobam doenças cardíacas e pulmonares crônicas, diabetes mellitus, fístula liquórica, implante coclear, certas doenças com comprometimento imunitário (p. ex., doença falciforme, outras hemoglobinopatias, asplenia, infecção por HIV insuficiência renal crônica, síndrome nefrótica, certos tipos de câncer, tratamento com imunossupressores), transplante de órgãos sólidos, mieloma múltiplo, doença hepática crônica e alcoolismo.

  • Se possível, administrar as doses de PCV13 antes da PPSV23.

Para crianças de 2–5 anos com qualquer doença que aumenta o risco:

  • Se 3 doses de PCV13 foram administradas previamente, administrar 1 dose de PCV13 pelo menos 8 semanas após a dose prévia.

  • E se < 3 doses de PCV13 foram administradas previamente, administrar 2 doses de PCV13 8 semanas após a dose prévia com intervalo de 8 semanas.

  • Se não receberam a PPSV23, administrar 1 dose de PPSV23 pelo menos 8 semanas depois de qualquer dose prévia de PCV13.

Para crianças e adolescentes de 6–18 anos com doenças cardíacas ou pulmonares crônicas ou diabetes mellitus:

  • Se nenhuma dose de PPSV23 foi administrada, administrar 1 dose de PPSV23 pelo menos 8 semanas após qualquer dose prévia de PCV13.

Para crianças e adolescentes de 6–18 anos de idade com fístula liquórica ou implante coclear:

  • Se nenhuma dose de PCV13 ou PPSV23 foi administrada, dar 1 dose de PCV13 seguida por 1 dose de PPSV23 pelo menos 8 semanas mais tarde.

  • Se quaisquer doses de PCV13 foram administradas, dar 1 dose de PPSV23 pelo menos 8 semanas depois da dose prévia de PCV13.

  • Se quaisquer doses de PPSV23 foram administradas, mas nenhuma de PCV13, administrar 1 dose de PCV13 pelo menos 8 semanas depois da dose prévia de PPSV23.

Para crianças e adolescentes de 6–18 anos com certas doenças com comprometimento imunitário (p. ex., doença falciforme, outras hemoglobinopatias, asplenia, infecção pelo HIV insuficiência renal crônica, síndrome nefrótica, certos tipos de câncer, tratamento com imunossupressores):

  • Se nenhuma dose de PCV13 ou PPSV23 foi dada, administrar 1 dose de PCV13 seguida por 2 doses de PPSV23; a primeira dose de PPSV23 é administrada 8 semanas após a dose de PCV13 e a 2ª dose é administrada pelo menos 5 anos após a primeira dose de PPSV23.

  • Se quaisquer doses de PCV13 foram administradas, mas nenhuma de PPSV23, administrar 2 doses de PPSV23; a primeira dose de PPSV23 é administrada 8 semanas após a dose prévia de PCV13, e a 2ª dose é administrada pelo menos 5 anos após a primeira dose de PPSV23.

  • Se quaisquer doses de PPSV23 foram administradas, mas nenhuma de PCV13, administrar 1 dose de PCV13 pelo menos 8 semanas após a dose prévia de PPSV23, e uma 2ª dose de PPSV23 5 anos após a primeira dose de PPSV23 e pelo menos 8 semanas após a dose de PCV13.

Para crianças e adolescentes de 6–18 anos com doença hepática crônica ou alcoolismo:

  • Se nenhuma dose de PPSV23 foi dada, administrar 1 dose de PPSV23 pelo menos 8 semanas após qualquer dose prévia de PCV13.

Se a série de PCV13 está incompleta, o número e o momento das doses adicionais de PCV13 são determinados de acordo com aidade em que a primeira dose foi administrada. Para orientações adicionais, ver ACIP recommendations for use of the pneumococcal vaccine in children.

fVacina inativada poliovírus (VIP).

  • Durante os primeiros 6 meses de vida, as idades e os intervalos mínimos só são recomendados se o lactente tem risco iminente de exposição aos poliovírus circulantes (p. ex., viagem para uma região pólio-endêmica durante um surto).

  • Se ≥ 4 doses foram administradas antes dos 4 anos, administrar uma dose adicional aos 4–6 anos de idade e pelo menos 6 meses após a dose prévia.

  • Uma 4a dose não será necessária se a 3a tiver sido administrada com ≥ 4 anos de idade e pelo menos 6 meses após a dose anterior.

  • VIP não é rotineiramente recomendada para residentes norte-americanos com ≥ 18 anos.

Para as séries que contêm vacina oral contra poliomielite (VOP), apenas VOP ou VOP-VIP mista:

  • O número total de doses necessárias para completar a série é o mesmo que o recomendado para o cronograma da VIP nos EUA.

  • Apenas a VOP trivalente (VOPt) preenche os requisitos de vacinação dos EUA. Para orientações adicionais sobre a avaliação das doses documentadas como VOP, ver Guidance for Assessment of Poliovirus Vaccination Status.

gVacinas meningocócicas do sorogrupo A, C, W, Y (MenACWY-CRM [Menveo®] e MenACWY-D [Menactra®]

hVacina contra sarampo, caxumba e rubéola (MMR).

  • Para crianças e adolescentes não vacinados, administrar 2 doses com intervalo de pelo menos 4 semanas.

Surto de caxumba:

  • Se as pessoas com ≥ 12 meses de idade receberam ≤ 2 doses de uma vacina contendo caxumba e foram identificadas pelas autoridades de saúde pública como tendo maior risco durante um surto de caxumba, administrar uma dose da vacina contendo o vírus da caxumba.

iVacina contra varicela (VAR).

  • Se as pessoas com 7–18 anos de idade não têm evidências de imunidade, administre 2 doses da vacina contra varicela com a 2ª dose administrada 3 meses após a primeira dose para crianças de 7–12 anos e pelo menos 4 semanas após a primeira dose para adolescentes ≥ 13 anos de idade. Em crianças com 7–12 anos de idade, a 2ª dose pode ser administrada tão cedo quanto 4 semanas após a primeira dose, se necessário.

  • Para orientações adicionais, ver ACIP's recommendations for prevention of varicella.

jVacina contra hepatite A (HepA).

Maior risco de hepatite A: crianças não vacinadas são vacinadas se têm maior risco de hepatite A. Os fatores de risco são

  • Viagem ou trabalho em áreas endêmicas

  • Homens que fazem sexo com homens

  • Uso de drogas ilícitas (injectáveis ou não)

  • Um distúrbio do fator de coagulação

  • Tratamento com concentrados de fator de coagulação

  • Doença hepática crônica

  • Contato pessoal íntimo antecipado (p. ex., como membros da família ou babás regulares) com uma criança adotada durante os primeiros 60 dias após a chegada da criança nos EUA vinda de área endêmica

kVacina toxoide tétano e difteria (dT) e toxoides tétano e difteria e vacina pertussis acelular (Tdap).

  • Se os adolescentes com 13–18 anos não receberam a Tdap, administrar 1 dose, seguida de uma dose reforço de dT a cada 10 anos.

  • Se crianças e adolescentes com 7–18 anos não foram totalmente imunizados com Tdap, administrar 1 dose de DTaP como parte da série de reforço, de preferência a primeira. Se forem necessárias doses adicionais, usar a vacina dT.

  • Crianças de 7–10 anos que receberam Tdap inadvertidamente ou como parte da série de reforço podem receber a dose de Tdap de rotina aos 11–12 anos.

  • Uma dose inadvertida da vacina DTaP administrada a crianças com 7–10 anos de idade deve contar como parte da série de reforço. A dose de rotina de Tdap pode ser administrada aos 11–12 anos de idade.

  • Uma dose inadvertida da vacina DTaP administrada a adolescentes aos 11–18 anos de idade pode ser considerada como a dose Tdap para adolescentes.

lVacina contra papilomavírus humano (HPV)

  • Recomenda-se a vacinação de rotina para HPV a todos os adolescentes com 11–12 anos (pode começar aos 9 anos) e até aos 18 anos de idade.

O número de doses (2 ou 3 doses) depende da idade na primeira dose:

  • 9–14 anos: administrar uma série de 2 doses, a primeira em 0 e a segunda dose 6–12 meses após a primeira O intervalo mínimo é 5 meses. Se a primeira dose é administrada muito cedo, repetir a dose 12 semanas após a dose inválida e pelo menos 5 meses após a primeira dose.

  • ≥ 15 anos: administrar uma série de 3 doses aos 0, 1–2 meses e 6 meses. Os intervalos mínimos são 4 semanas entre a primeira e a 2ª doses, 12 semanas entre a 2ª e 3ª doses e 5 meses entre a primeira e a 3ª doses. Se qualquer dose tiver sido administrada muito cedo, repetir a dose no ou depois do intervalo mínimo desde a dose prévia.

  • Pessoas que completaram uma série válida com qualquer vacina contra o HPV não precisam de doses adicionais.

  • Para orientações adicionais, ver ACIP's updated recommendations for the HPV vaccine.

Adaptado de Centers for Disease Control and Prevention: Recommended Immunization Schedule for Persons Aged 0 Through 18 Years, United States — 2018. Disponível em http://www.cdc.gov/vaccines/schedules/hcp/child-adolescent.html.

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