Envelhecimento e medicamentos

PorJ. Mark Ruscin, PharmD, FCCP, BCPS, Southern Illinois University Edwardsville School of Pharmacy;
Sunny A. Linnebur, PharmD, BCPS, BCGP, Skaggs School of Pharmacy and Pharmaceutical Sciences, University of Colorado
Revisado porMichael R. Wasserman, MD, California Association of Long Term Care Medicine (CALTCM)
Revisado/Corrigido: modificado abr. 2025
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Medicamentos, a intervenção médica mais comum, são uma parte importante dos cuidados médicos de adultos mais velhos. Sem medicamentos, muitos adultos mais velhos não viveriam tão bem ou morreriam mais cedo.

Você sabia que...

  • Cerca de metade dos adultos mais velhos não tomam os medicamentos como indicado por seus médicos.

  • Os adultos mais velhos são mais suscetíveis aos efeitos (e efeitos colaterais) de muitos medicamentos.

Os adultos mais velhos tendem a tomar mais medicamentos do que as pessoas jovens, pois eles são mais propensos a terem mais de uma doença crônica, como hipertensão arterial, diabetes ou artrite. A maioria dos medicamentos usados pelos adultos mais velhos para doenças crônicas são tomados durante anos. Outros medicamentos devem ser tomados apenas por um período curto para tratar problemas como infecções, alguns tipos de dor e constipação. Aproximadamente 90% dos adultos mais velhos tomam regularmente pelo menos um medicamento com prescrição e 43% tomam regularmente pelo menos cinco medicamentos diferentes com prescrição. Quando suplementos de venda livre e dietéticos são incluídos, essas taxas são ainda maiores. Adultos mais velhos fragilizados, hospitalizados ou em casas de repouso são os que tomam mais medicamentos.

Muitos medicamentos e suplementos com e sem prescrição médica são possivelmente perigosos para adultos mais velhos (consulte Precauções com medicamentos de venda livre: adultos mais velhos).

Benefícios e riscos de medicamentos com prescrição

Muitas das melhorias na saúde e no funcionamento dos adultos mais velhos durante as últimas décadas podem ser atribuídas aos benefícios dos medicamentos.

  • As vacinas ajudam a evitar muitas doenças infecciosas (como influenza, vírus sincicial respiratório [VSR], infecção por COVID-19 e pneumonia) que antes matavam muitos adultos mais velhos.

  • Os antibióticos são frequentemente eficazes no tratamento de infecções bacterianas graves, incluindo infecções do trato urinário e pneumonia.

  • Os medicamentos para controlar a hipertensão arterial (anti-hipertensivos) ajudam a evitar acidente vascular cerebral e ataques cardíacos.

  • Os medicamentos para controlar os níveis de açúcar no sangue (insulina e outros medicamentos anti-hiperglicêmicos) permitem que milhões de pessoas com diabetes levem vidas normais. Esses medicamentos também reduzem o risco de problemas nos olhos e nos rins que podem ser causados pelo diabetes.

  • Os medicamentos para controlar a dor e outros sintomas permitem que milhões de pessoas com artrite continuem a funcionar.

No entanto, os medicamentos podem ter efeitos que não são esperados nem desejados (efeitos colaterais). Começando no final da meia-idade, o risco dos efeitos colaterais relacionados ao uso de medicamentos aumenta. Os adultos mais velhos são duas vezes mais suscetíveis aos efeitos colaterais dos medicamentos do que os jovens. Também é mais provável que os efeitos colaterais sejam mais graves, afetando a qualidade de vida e resultando em visitas ao médico e hospitalização.

Os adultos mais velhos são mais suscetíveis aos efeitos colaterais dos medicamentos por várias razões:

  • Conforme as pessoas envelhecem, a quantidade total de água e massa muscular no corpo diminui e a proporção de tecido adiposo aumenta. Portanto, nos adultos mais velhos, os medicamentos que se dissolvem em água alcançam concentrações mais elevadas, porque existe menos água para sua dissolução, e os medicamentos que se dissolvem em gordura se acumulam mais, porque há relativamente mais tecido adiposo para armazená-los (consulte Distribuição de medicamentos no corpo).

  • À medida que se envelhece, os rins são menos capazes de excretar os medicamentos na urina, e o fígado é menos capaz de quebrar (metabolizar) muitos medicamentos (consulte Metabolismo dos medicamentos). Portanto, os medicamentos são removidos do corpo mais lentamente (consulte Eliminação de medicamentos).

  • Os adultos mais velhos geralmente tomam mais medicamentos e têm mais doenças.

  • As pessoas que tomam mais medicamentos têm maior risco de interações medicamentosas.

  • Poucos estudos têm sido feitos em adultos mais velhos para ajudar a identificar as doses de medicamentos apropriadas.

  • Os adultos mais velhos são mais propensos a apresentarem doenças crônicas que podem ser agravadas por medicamentos ou que podem afetar o modo como os medicamentos funcionam.

Devido a essas alterações relacionadas com a idade, muitos medicamentos tendem a permanecer no corpo do adulto mais velho por muito tempo, prolongando o efeito do medicamento e aumentando o risco de efeitos colaterais. Por esses motivos, os adultos mais velhos devem tomar doses menores de certos medicamentos ou até mesmo um número menor de doses diárias. Por exemplo, a digoxina, um medicamento às vezes usado para tratar certas doenças cardíacas, se dissolve em água e é eliminada pelos rins. Devido à redução de água no corpo e à função menos eficiente dos rins com a idade, as concentrações de digoxina no corpo podem ser aumentadas, resultando em maior risco de efeitos colaterais (como náusea ou ritmos cardíacos anormais). Para prevenir esse problema, os médicos podem usar uma pequena dose. Ou, às vezes, outros medicamentos podem ser substituídos.

Os adultos mais velhos são também mais sensíveis aos efeitos de muitos medicamentos. Por exemplo, os adultos mais velhos tendem a ficar mais sonolentos, sentir mais tontura e a ficar mais confusos em comparação a adultos mais jovens, ao usar certos medicamentos ansiolíticos ou soníferos para tratar a insônia. Alguns medicamentos que reduzem a pressão arterial tendem a reduzir a pressão arterial de forma muito mais pronunciada em adultos mais velhos do que em pessoas mais jovens. Reduções maiores da pressão arterial podem resultar em efeitos colaterais como tontura, sensação de desmaio iminente e quedas. Os adultos mais velhos que apresentam esses efeitos colaterais devem conversar sobre eles com o médico.

Muitos medicamentos habitualmente usados têm efeitos anticolinérgicos. Esses medicamentos incluem alguns antidepressivos (amitriptilina e imipramina), muitos anti-histamínicos (como difenidramina, contida em soníferos de venda livre, remédios para resfriado e medicamentos para alergia), medicamentos para a bexiga (como oxibutina e tolterodina) e muitos antipsicóticos (como clorpromazina e clozapina). Os adultos mais velhos, especialmente os com comprometimento da memória, são particularmente suscetíveis a efeitos anticolinérgicos, que incluem confusão, visão turva, constipação, boca seca e dificuldade para começar a urinar. Alguns efeitos anticolinérgicos, como redução de tremores (como no tratamento da doença de Parkinson) e a redução de náuseas são desejáveis, ainda que a maioria não o seja.

Os efeitos anticolinérgicos são causados por medicamentos que bloqueiam a ação da acetilcolina. A acetilcolina é um mensageiro químico (neurotransmissor) liberado por uma célula nervosa que transmite um sinal a uma célula nervosa vizinha ou a uma célula situada em um músculo ou glândula. A acetilcolina ajuda as células a se comunicarem umas com as outras. A acetilcolina ajuda a memória, a aprendizagem e a concentração. Ela também ajuda a controlar o funcionamento do coração, dos vasos sanguíneos, vias aéreas, órgãos urinários e digestivos. Os medicamentos que bloqueiam os efeitos da acetilcolina podem interromper o funcionamento normal desses órgãos.

Muitos medicamentos habitualmente usados têm efeitos anticolinérgicos. A maioria desses medicamentos não foi concebida para apresentar esses efeitos indesejados. Efeitos anticolinérgicos incluem os seguintes:

  • Confusão

  • Visão embaçada

  • Constipação intestinal

  • Boca seca

  • Sensação de desmaio iminente e perda do equilíbrio

  • Dificuldade em urinar

No entanto, os medicamentos anticolinérgicos também podem ter efeitos úteis, como ajudar a controlar tremores, náusea ou bexiga hiperativa.

Os adultos mais velhos são mais propensos a sofrer efeitos anticolinérgicos, pois, com a idade, a quantidade de acetilcolina no corpo diminui. Consequentemente, os medicamentos anticolinérgicos bloqueiam uma porcentagem alta de acetilcolina, já que o corpo ao envelhecer é menos capaz de usar a pouca acetilcolina presente. Além disso, as células em muitas partes do corpo (como o trato digestivo) têm menos lugares onde a acetilcolina pode atacar. Como resultado, os médicos normalmente tentam evitar usar medicamentos com efeitos anticolinérgicos em adultos mais velhos, se possível.

Um medicamento pode ter um efeito colateral porque interage com

  • Um transtorno, sintoma ou uma doença que não seja aquele para o qual o medicamento está sendo tomado (interação entre medicamento e doença)

  • Outro medicamento (interação medicamentosa)

  • Alimentos (interação entre medicamentos e alimentos)

  • Uma erva medicinal (interação entre medicamento e erva medicinal)

Como os adultos mais velhos tendem a ter mais doenças e a tomar mais medicamentos do que os jovens, eles são mais propensos a apresentarem interações medicamentosas e entre medicamento e doença. Em muitas interações entre medicamento e doença, tomar um medicamento pode piorar um transtorno, sintoma ou doença.

Pacientes, médicos e farmacêuticos podem tomar medidas para reduzir o risco de interações medicamentosas e entre medicamento e doença. Já que os medicamentos de venda livre e as ervas medicinais podem interagir com outros medicamentos, as pessoas devem perguntar ao médico ou ao farmacêutico sobre o uso combinado desses medicamentos com medicamentos de prescrição.

Não seguir as orientações do médico ao tomar um medicamento (chamado não adesão) pode ser um risco (consulte Adesão ao tratamento medicamentoso). A idade avançada, por si só, não torna as pessoas menos propensas a tomarem os medicamentos como indicado. No entanto, cerca de metade dos adultos mais velhos não tomam os medicamentos como indicado por seus médicos. Não tomar um medicamento, ou tomar pouco ou muito, pode causar problemas. Mesmo que pareça razoável tomar menos de um medicamento porque tem efeitos colaterais, as pessoas devem consultar um médico antes de fazer qualquer mudança no modo como se toma um medicamento.

Maximização dos benefícios e redução dos riscos do uso de medicamentos

Os adultos mais velhos e as pessoas que cuidam deles podem fazer muitas coisas para maximizar os benefícios e reduzir os riscos do uso de medicamentos. Qualquer sintoma novo que ocorra depois do início de um medicamento deve ser relatado a um profissional de saúde para ajudar a identificar se o sintoma é um efeito colateral do medicamento. Qualquer questão ou problema com um medicamento deve ser conversado com o médico ou farmacêutico. Tomar os medicamentos como indicado e se comunicar com os profissionais de saúde é essencial para evitar problemas e promover a boa saúde.

Conhecer os medicamentos e doenças sendo tratadas:

  • Manter uma lista de todos os problemas médicos e alergias a medicamentos.

  • Fazer uma lista de todos os medicamentos sendo tomados, incluindo medicamentos e suplementos de venda livre, como vitaminas, minerais e ervas medicinais, e atualizar a lista dos medicamentos ou das doses, caso mudem.

  • Aprender por que cada medicamento é tomado e quais são os supostos benefícios.

  • Aprender quais efeitos colaterais cada medicamento pode ter e o que fazer se um efeito colateral ocorrer.

  • Aprender como tomar cada medicamento, incluindo a que horas do dia ele deve ser tomado, se pode ser tomado com alimentos, se pode ser tomado na mesma hora que outros medicamentos, e quando parar de tomá-lo. Se o cronograma de medicamentos estiver interferindo na qualidade de vida, discuta com o médico ou farmacêutico as formas de ajustar o medicamento.

  • Aprender o que fazer se uma dose é esquecida.

  • Anotar as informações sobre como tomar o medicamento e perguntar ao médico, enfermeiro ou farmacêutico para anotar as indicações (pois essas informações podem ser esquecidas facilmente).

Usar os medicamentos corretamente:

  • Tome os medicamentos conforme as instruções.

  • Usar auxiliares de memória, como um organizador de medicamentos, para tomar os medicamentos conforme instruído.

  • Antes de parar um medicamento, consulte o médico sobre qualquer problema, como, por exemplo, se houver efeitos colaterais, se o medicamento parece não funcionar, ou se o custo do remédio for um problema.

  • Descarte adequadamente qualquer medicamento não usado de uma prescrição anterior, a menos que indicado para não fazê-lo por um médico, enfermeiro ou farmacêutico.

  • Ao descartar um medicamento, siga as instruções de descarte na bula, verifique as informações no site da Agência Federal de Alimentos e Medicamentos, leve os medicamentos a um centro de descarte autorizado (possivelmente uma farmácia ou centro de aplicação da lei local) ou, se não houver outras opções, misture o medicamento com areia para gatos ou borra de café, embale firmemente em um material plástico ou semelhante, coloque em um recipiente ou saco que possa ser fechado ou vedado e descarte no lixo.

  • Não tome os medicamentos de outra pessoa, mesmo se o problema médico desta pessoa parece semelhante ao seu.

  • Verifique a data de validade dos medicamentos, e não os use se a data estiver vencida.

Mantenha o vínculo com o médico e o farmacêutico:

  • Compre todos os medicamentos na mesma farmácia, de preferência uma farmácia que forneça serviços abrangentes (como a verificação de possíveis interações medicamentosas) e que mantenha um perfil completo dos medicamentos para cada pessoa.

  • Leve todos os medicamentos e suplementos às consultas com o médico, se solicitado.

  • Converse periodicamente sobre a lista de medicamentos sendo tomados e a lista de doenças com o médico, enfermeiro ou farmacêutico, para garantir que os medicamentos estão corretos e que devem ser mantidos. Por exemplo, as pessoas podem testar a si mesmas dizendo aos profissionais de saúde como devem tomar todos os medicamentos e perguntando se o que elas disseram está correto.

  • Analise a lista de medicamentos com o médico, enfermeiro ou farmacêutico, todas as vezes que um medicamento for alterado (os médicos e farmacêuticos podem verificar as interações medicamentosas), especialmente depois de uma internação hospitalar.

  • Certifique-se de que o médico e o farmacêutico saibam sobre todos os suplementos e medicamentos de venda livre que estão sendo tomados, incluindo vitaminas, minerais e ervas medicinais.

  • Consulte o médico antes de tomar qualquer medicamento novo, incluindo medicamentos e suplementos de venda livre.

  • Relate ao médico ou farmacêutico qualquer sintoma que possa estar relacionado ao uso de um medicamento (como sintomas novos ou inesperados).

  • Se o cronograma para tomar os medicamentos for muito complexa de seguir, pergunte ao médico ou farmacêutico sobre como simplificá-lo.

  • Caso se consulte com mais de um médico, certifique-se de que cada médico saiba de todos os medicamentos que estão sendo tomados.

  • Peça ao farmacêutico para imprimir os rótulos em letras grandes, e verifique que possam ser lidos.

  • Peça ao farmacêutico para colocar os medicamentos em recipientes fáceis de segurar e abrir.

Como lembrar de tomar os medicamentos conforme prescrito

Para se beneficiar dos medicamentos, as pessoas devem se lembrar de não apenas tomá-los, mas também de tomá-los na hora certa e da forma correta. Quando vários medicamentos são tomados, o cronograma para tomá-los pode ser complexo. Por exemplo, os medicamentos podem ter que ser tomados em diferentes momentos ao longo do dia para evitar interações. Alguns medicamentos podem ter que ser ingeridos com alimento. Outros medicamentos devem ser tomados quando não há alimento no estômago. Quanto mais complexo for o programa, maior a probabilidade de as pessoas cometerem erros. Por exemplo, os bifosfonatos (como alendronato, risedronato e ibandronato) que são usados para aumentar a densidade óssea, precisam ser tomados com o estômago vazio e com água apenas (pelo menos um copo cheio). Se esses medicamentos forem tomados com outros líquidos ou alimentos, eles não são bem absorvidos e não funcionam de maneira eficaz.

Se os adultos mais velhos tiverem problemas de memória, seguir um cronograma complexo é ainda mais difícil. Essas pessoas normalmente precisam de ajuda, frequentemente de familiares. Pode-se pedir ao médico para simplificar o programa. Frequentemente, as doses podem ser reprogramadas para torná-las mais convenientes ou para reduzir o número total de doses diárias. Além disso, com o tempo, alguns medicamentos podem não ser mais necessários e sua administração pode ser interrompida.

As seguintes medidas podem ajudar as pessoas a lembrar de tomar seus medicamentos da forma prescrita:

  • Auxiliares de memória

  • Recipientes para medicamentos

  • Aplicativos de smartphone

Auxiliares de memória

Auxiliares da memória podem ajudar os adultos mais velhos a se lembrarem de tomar seus medicamentos. Por exemplo, usar um medicamento pode estar associado a uma tarefa diária específica, como fazer uma refeição.

Recipientes para medicamentos

Um farmacêutico pode fornecer recipientes que ajudem as pessoas a tomarem os medicamentos conforme indicado. As doses diárias para uma ou duas semanas podem ser embaladas em uma cartela plástica marcada com os dias ou com as horas, para que as pessoas possam acompanhar as doses tomadas, observando os espaços vazios. Algumas farmácias podem embalar medicamentos em cartelas com um mês de medicamento em um cartão de administração de dose, para que a dose diária possa ser facilmente removida e organizada. Outras farmácias podem embalar medicamentos em pequenas bolsas, com um dia inteiro de medicamentos em uma bolsa. Entretanto, essas embalagens podem custar um pouco mais. Além disso, muitas farmácias podem ajustar os cronogramas de reabastecimento para que medicamentos usados regularmente sejam coletados em um único dia de cada mês. Isso diminui a confusão, ajuda a reduzir idas à farmácia e minimiza erros ao encher organizadores de pílulas.

Estão disponíveis recipientes mais elaborados com um sistema de aviso computadorizado. Esses recipientes fazem um sinal sonoro ou luminoso ou informam o momento da dose.

Aplicativos de smartphone (aplicativos de telefone celular)

Aplicativos que ajudam as pessoas a gerenciarem seus medicamentos podem ser baixados em diversos smartphones e tablets. Esses aplicativos podem ajudar adultos mais velhos ou seus familiares a lembrarem de tomar seus medicamentos no horário. Muitos desses aplicativos incluem alertas de lembrete, que são enviados ao dispositivo.

Mais informações

Os seguintes recursos em inglês podem ser úteis. Vale ressaltar que O Manual não é responsável pelo conteúdo desses recursos.

  1. National Institute on Aging [Instituto Nacional sobre Envelhecimento dos EUA] – Como monitorar suas medicações

  2. American Geriatrics Society, Health in Aging Foundation: Medicamentos e adultos mais velhos

  3. Agência de Administração de Alimentos e Medicamentos (Food and Drug Administration, FDA) dos EUA: Onde e como descartar medicamentos não usados

  4. National Association of Boards of Pharmacy (NABP): Descarte com segurança: Ajudar a evitar intoxicação, mau uso e superdosagem

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