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Adenomiose uterina

Por

Charlie C. Kilpatrick

, MD, MEd,

  • Baylor College of Medicine
  • Ben Taub Hospital

Última modificação do conteúdo mai 2019
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Adenomiose uterina é a presença de glândulas endometriais e estroma na musculatura uterina; ela tende resultar em um útero difusamente aumentado.

Na adenomiose, o tecido endometrial ectópico tende a induzir o alargamento uterino difuso (alargamento uterino globular). O tamanho do útero pode duplicar ou triplicar, mas tipicamente não excede ao tamanho de um útero na 12ª semana de gestação.

A prevalência real é desconhecida, em parte porque fazer o diagnóstico é difícil. Mas a adenomiose é mais frequentemente detectada de forma acidental em mulheres que são avaliadas para endometriose, fibromas ou dor pélvica. Paridade mais alta aumenta o risco.

Sinais e sintomas

Os sintomas mais comuns da adenomiose uterina são sangramento menstrual intenso, dismenorreia e anemia. Dor pélvica crônica também pode estar presente.

Os sintomas desaparecem depois da menopausa.

Diagnóstico

  • Normalmente, ultrassonografia ou RM

Sugere-se o diagnóstico da adenomiose uterina pelos sintomas e aumento uterino difuso em pacientes sem endometriose ou miomas. Ultrassonografia transvaginal e RM são comumente usadas para o diagnóstico, embora o diagnóstico definitivo requeira histologia após histerectomia.

Tratamento

  • Histerectomia

O tratamento mais eficaz para adenomiose uterina é histerectomia.

Pode-se experimentar tratamentos hormonais semelhantes àqueles usados para tratar a endometriose. Tratamento com contraceptivos orais pode ser experimentado, mas geralmente não é bem-sucedido. Um DIU liberador de levonorgestrel pode ajudar a controla a dismenorreia e o sangramento.

Pontos-chave

  • Na adenomiose uterina, o tamanho do útero pode duplicar ou triplicar.

  • Comumente causa sangramento menstrual intenso, dismenorreia, anemia e pode causar dor pélvica crônica; os sintomas podem desaparecer após a menopausa.

  • Diagnosticar por ultrassonografia transvaginal e/ou RM; mas o diagnóstico definitivo requer histologia após a histerectomia.

  • O tratamento mais eficaz é a histerectomia, mas pode-se tentar tratamento hormonais (p. ex., contraceptivos)

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