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Autonegligência em idosos

Por

Daniel B. Kaplan

, PhD, LICSW, Adelphi University School of Social Work;


Barbara J. Berkman

, DSW, PhD, Columbia University School of Social Work

Última modificação do conteúdo mai 2019
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A autonegligência implica não cuidar de si mesmo. Pode incluir ignorar a higiene pessoal, não pagar contas, não manter a integridade ou a limpeza da casa, não obter ou preparar alimentos (levando à desnutrição), não procurar atendimento médico para sintomas potencialmente graves, não seguir prescrições, tomar fármacos (prescritos ou de venda livre) incorretamente e não comparecer a consultas de acompanhamento.

Fatores de risco de autonegligência incluem

  • Isolamento social

  • Distúrbios que prejudicam a memória ou o julgamento (p. ex., demência)

  • A presença de múltiplas doenças crônicas

  • Abuso ou uso impróprio de substâncias

  • Depressão grave

Os sinais de alerta da autonegligência incluem a falta de um cuidador e qualquer um dos seguintes:

  • Perda de peso rápida, desnutrição, desidratação

  • Condições de saúde não tratadas

  • Hipotermia ou exaustão pelo calor

  • Falta de higiene em casa ou roupas desleixadas

  • Falta de alimentos adequados em casa

  • Serviços públicos desconectados

  • Úlceras por decúbito, higiene insatisfatória ou odor corporal ruim

  • Não tomar fármacos

  • Delirium

A diferenciação entre autonegligência e simplesmente optar por viver de uma forma que os outros achem indesejável pode ser difícil. Os assistentes sociais estão geralmente mais preparados para fazer essa determinação.

Os serviços de proteção aos adultos ou a unidade estadual de envelhecimento (cujos números estão disponíveis pelo localizador Eldercare Locator no telefone 800-677-1116) podem auxiliar na coordenação da segurança da casa, ajudando o idoso a obter serviços de aconselhamento, sistemas de resposta de emergência, encaminhamento para apoio adicional de serviços, e, se necessário, internação.

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