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Manual MSD

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Prevenção de doenças no idoso

Por

Magda Lenartowicz

, MD,

Última modificação do conteúdo jan 2018
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Recursos do assunto

Prevenções primária e secundária

A prevenção primária tem como objetivo cessar a doença antes de seu aparecimento por meio de diminuição ou eliminação dos fatores de risco. A prevenção primária pode incluir imunoprofilaxia (vacinações), quimioprofilaxia ( Quimioprevenção e imunização para pacientes idosos) e mudanças no estilo de vida ( Medidas de estilo de vida que auxiliam na prevenção de doenças crônicas comuns).

A prevenção secundária, visa identificar e tratar a doença na fase inicial, antes do aparecimento dos sintomas ou perdas funcionais, minimizando dessa forma a morbidade e a mortalidade.

Tabela
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Quimioprevenção e imunização para pacientes idosos

Doença a ser prevenida

Medida

Frequência

Comentários*

Doença cardiovascular aterosclerótica (DAC, acidente vascular encefálico)

Câncer colorretal

Quimioprevenção com ácido acetilsalicílico

Diariamente

Para adultos entre 60 e 69 anos e risco de DCV em 10 anos ≥ 10%, a decisão baseia-se em uma avaliação do risco/benefício individualizada: recomendação C da UPSTF

Para pacientes ≥ 70: evidências insuficientes a favor ou contra o uso de ácido acetilsalicílico para prevenção primária de doença cardiovascular ou câncer colorretal: recomendação I da UPSTF

Dose recomendada: uma dose ótima não está estabelecida, mas uma dose baixa (81 mg) pode ser tão eficaz quanto doses mais altas e com um baixo risco de sangramento GI

Influenza

Anualmente

Para todos: recomendação do CDC

Infecção pneumocócica

Duas vezes

Para todos 65: recomendação do CDC para vacina pneumocócica conjugada 13-valente (PCV13) seguida por vacina polissacáride pneumocócica 23-valente (PPSV23) pelo menos 1 anos depois da PCV13

Tétano

A cada 10 anos

Para todos 65 anos: recomendação do CDC para vacina de reforço contra tétano e difteria (dT) a cada 10 anos ou, se a pessoa nunca foi vacinada, administrar a série primária de 3 doses da vacina

Para pacientes que nunca receberam Tdap, administra-se 1 dose dessa preparação

Herpes-zóster

1 ou 2 vezes aos 60 anos

Para todos 60 anos: recomendação do CDC para vacinação 1 ou 2 vezes (dependendo da preparação da vacina) sem considerar a história de herpes-zóster ou varicela

*Recomendações da USPSTF baseadas em fortes evidências e benefício (benefício menos danos):

  • A = Forte evidência de suporte

  • B = Boa evidência de suporte

  • C = Equilíbrio muito próximo entre benefício e prejuízo para justificar a recomendação

  • D = Evidência contrária

  • I = Evidência insuficiente para recomendar ou não.

Para pessoas com alto risco da influenza A (p. ex., durante surtos), pode-se iniciar a administração de oseltamivir ou zanamivir no momento da vacinação e continuar por 2 semanas.

Tdap—vacinas contra difteria (D) contêm toxoides preparados a partir de Corynebacterium diphtheriae. Vacinas contra o tétano (T) contêm toxoides preparados a partir de Clostridium tetani. Vacinas contra coqueluche (P, pertussis) acelular (a) contém componentes semipurificados ou purificados de Bordetella pertussis.

CDC = Centers for Disease Control and Prevention; USPSTF = U.S. Preventive Services Task Force.

Tabela
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Medidas de estilo de vida que auxiliam na prevenção de doenças crônicas comuns

Medida

Exemplos de doenças

Cessação do tabagismo

Doença cardiovascular aterosclerótica (DAC, acidente vascular encefálico), câncer, DPOC, diabetes melito tipo 2, hipertensão, osteoporose

Alcance e manutenção de um peso corporal desejável

Doença cardiovascular aterosclerótica (DAC, acidente vascular encefálico), diabetes melito tipo 2, hipertensão, osteoartrite

Redução de gordura saturada na dieta e evitação de gorduras trans

Doença cardiovascular aterosclerótica (DAC, acidente vascular encefálico), câncer, diabetes melito tipo 2, hipertensão

Aumento da ingestão de frutas, vegetais e fibras

Doença cardiovascular aterosclerótica (DAC, acidente vascular encefálico), câncer (possivelmente), hipertensão

Aumento do exercício aeróbico

Doença cardiovascular aterosclerótica (DAC, acidente vascular encefálico), câncer

Redução de sódio na dieta

Doença cardiovascular aterosclerótica (DAC, acidente vascular encefálico), hipertensão

Redução da ingestão de sal ou de alimentos defumados

Câncer

Minimização da radiação e exposição ao sol

Câncer

Fortalecimento e alongamento musculares

Osteoartrite

Atividade física moderada

Osteoartrite

Ingestão adequada de cálcio e de vitamina D e exposição ao sol

Osteoporose

Exercício com pesos regularmente

Osteoporose

Ingestão limitada de cafeína

Osteoporose

Ingestão limitada de álcool (1 dose/dia)*

Cirrose hepática, osteoporose

*1 drink = uma lata de cerveja, uma taça de vinho, um cálice de licor destilado.

Triagem

A triagem pode ser uma medida preventiva primária ou secundária. Pode-se usar a triagem para detectar fatores de risco, que pode ser alterada para prevenir doenças, ou para detectar doenças em pessoas assintomáticas, que podem então ser tratadas precocemente.

Várias organizações publicam diretrizes de triagem, que algumas vezes diferem. Seja qual for a recomendação da diretriz, também deve-se considerar as características e preferências individuais do paciente. Para a triagem de câncer, Recomendações para triagem* de câncer em pacientes idosos, e para certas outras doenças, Recomendações para triagem selecionada em pacientes idosos.

Tabela
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Recomendações para triagem selecionada em pacientes idosos

Doença a ser detectada

Exame

Frequência

Comentários*

Aneurisma aórtico abdominal

Ultrassonografia abdominal

Faixa etária entre 65 e 75 anos

Para homens que sempre fumaram: recomendação B da USPSTF

Para homens que nunca fumaram: recomendação C da USPSTF

Para mulheres que sempre fumaram: recomendação I

Para mulheres que nunca fumaram: recomendação D

Abuso ou negligência

Perguntar sobre maus tratos (p. ex., "Existem problemas na família ou com os membros da família que você quer comentar?")

Pelo menos uma vez

Para todos os pacientes idosos: recomendação I da USPSTF

Uso abusivo de álcool

Questionário de triagem para alcoolismo (p. ex., AUDIT, AUDIT-C)

Anualmente

Para todos os adultos, incluindo aqueles 65 anos: recomendação B da USPSTF

Para pacientes com ≥ 65 anos e teste de triagem positivo: recomendação B da USPSTF para intervenções breves de aconselhamento comportamental

Para pacientes que atendem aos critérios para o alcoolismo: abstinência recomendada

DCVA (doença cardiovascular aterosclerótica) (1)

Critérios de Framingham, classificação de risco de Reynolds (somente até os 80 anos), estudo multiétnico da aterosclerose (MESA)—até 85 anos

Anualmente

Pessoas com múltiplos fatores de risco globais com mais frequência

Essas ferramentas de triagem tipicamente incluem análise do perfil lipídico (p. ex., colesterol total, LDL, HDL, às vezes triglicérides)

Mulheres mais velhas: triadas da mesma forma como homens mais velhos

Transtorno cognitivo (p. ex., demência, delirium)

Instrumento de rastreamento de transtorno cognitivo (p. ex., Mini-Cog)

NA

Recomendação I da USPSTF

Depressão (transtorno depressivo maior)

Questionário de triagem para depressão (p. ex., PHQ-2)

Anualmente

Para todos os adultos, incluindo aqueles 65 anos: recomendação B da USPSTF

Diabetes melito tipo 2

Nível de glicose plasmática em jejum

Anualmente

Até aos 70 anos para adultos com sobrepeso ou obesos: recomendação B da USPSTF

Para adultos > 45 com sobrepeso, obesidade ou outros fatores de risco: ADA recomenda triagem a cada 1 a 3 anos (2)

Risco de quedas

Interpelação sobre quedas no ano anterior e sobre a dificuldade de caminhar ou equilibrar-se

Anualmente

Recomendação da AGS e BGS

Para pacientes residentes na comunidade com ≥ 65 que têm maior risco de quedas: recomendação B da USPSTF para exercícios e suplementação de vitamina D

Glaucoma

Medida de pressão intraocular

Anualmente

Recomendação I da USPSTF

Deficiência auditiva

Teste de audição à beira do leito

Anualmente

Para todos ≥ 65 anos: recomendação I da USPSTF

HIV

Teste de HIV no soro, sangue ou líquido oral

Pelo menos uma vez

Para todos de 15–65 anos e para pacientes > 65 com fatores de risco de HIV: recomendação A da USPSTF

Hipertensão

Avaliação da pressão arterial

Pelo menos a cada 2 anos para pessoas com pressão arterial < 120/80 mmHg

Anualmente para pessoas com pressão arterial mais alta e/ou fatores de risco (p. ex., com sobrepeso ou obesidade, sedentarismo, forte história familiar, afro-americano)

Para todos 18 anos: recomendação da USPSTF

Obesidade ou desnutrição

Avaliação do peso e estatura

Cálculo do IMC (kg/m2)§

Pelo menos anualmente

Para todos os pacientes: recomendação B da USPSTF

Osteoporose

Densitometria óssea

No máximo, a cada 2 anos

Para todas as mulheres ≥ 65: recomendação B da USPSTF

Disfunção da tireoide (hipotireoidismo ou hipertireoidismo)

Nível de TSH

ND

Recomendação I da USPSTF

Tabagismo

Interpelação sobre tabagismo

Pelo menos uma vez

Recomendação da USPSTF

Para todos os indivíduos que relataram tabagismo: aconselhamento sobre cessamento e terapia farmacológica apropriada

Déficits visuais

Teste de acuidade visual de Snellen

Anualmente

Para todos 65 anos: recomendação I da USPSTF

*Recomendações da USPSTF baseadas em fortes evidências e benefício (benefício menos danos):

  • A = Forte evidência de suporte

  • B = Boa evidência de suporte

  • C = Equilíbrio muito próximo entre benefício e prejuízo para justificar a recomendação

  • D = Evidência contrária

  • I = Evidência insuficiente para recomendar ou não.

A USPSTF recomenda triagem apenas em consultórios com sistemas de diagnóstico para assegurar precisão, tratamento eficaz e acompanhamento.

Fatores de risco (American Diabetes Association): inatividade física, raça/etnia de alto risco, parente de primeiro grau com diabetes, HDL-C < 35 mg/dL e/ou TG > 250 mg/dL, A1C ≥ 5,7% intolerância à glicose ou glicemia de jejum alterada, história de doença cardiovascular, hipertensão, distúrbios associados à resistência à insulina como obesidade grave, acantose nigricans, síndrome do ovário policístico

§IMC 25 = sobrepeso; IMC 30 = obesidade

AAOS = American Academy of Orthopedic Surgeons; AGS = American Geriatrics Society; AUDIT = Alcohol Use Disorder Identification Test; AUDIT-C = Abbreviated AUDIT Consumption Test; BGS = British Geriatrics Society; IMC = índice de massa corporal; MESA = estudo multiétnico da aterosclerose; NA = não aplicável; PHQ-2 = Patient Health Questionnaire-2; USPSTF = U.S. Preventive Services Task Force

Tabela
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Recomendações para triagem* de câncer em pacientes idosos

Câncer a ser detectado

Exame

Frequência

Comentários,

Câncer de mama

Mamografia

A cada 2 anos

Para mulheres entre 50 e 74 anos de idade: recomendação B da USPSTF

Para mulheres 75 anos: recomendação I da USPSTF; sugestão da AGS para continuar a triagem, a menos que a expectativa de vida seja < 10 anos

Câncer cervical ou uterino

Teste Papanicolau (a evidência em novos métodos é insuficiente)

No mínimo a cada 3 anos

Para mulheres > 65 anos: recomendação D da USPSTF contra triagem se resultados adequados recentes de triagem forem normais e a mulher não estiver em risco elevado

Para mulheres submetidas à histerectomia total sem história de lesão pré-carcinógena de alto grau: recomendação D da USPSTF contra testes de Papanicolaou

Sugestão da ACOG para triagem em mulheres > 65 se 3 resultados negativos consecutivos do teste de Papanicolau ou 2 co-testes negativos para HPV consecutivos nos últimos 10 anos, com o teste mais recente realizado nos últimos 5 anos

Câncer de cólon

Teste de triagem (ESOF/TIF, sigmoidoscopia flexível, colonoscopia)

Para todos com 50–75 anos: recomendação A da USPSTF

Para pacientes com 76–85 anos: recomendação C da USPSTF (citando um benefício líquido muito pequeno) contra a triagem de rotina (deve ser individualizada, levando em consideração a saúde geral do paciente e a história de triagem)

Para pacientes com > 85 anos: recomendação D da USPSTF contra triagem

Teste de sangue oculto nas fezes

TIF

DNA

ESOF: anual

TIF e DNA: a cada 3 anos

Sigmoidoscopia flexível

A cada 5 anos

Algumas vezes usado com o teste de sangue oculto nas fezes

Colonoscopia

A cada 10 anos

A cada 2 anos para pacientes de alto risco

Câncer de pulmão

TC de baixa dosagem

Todo ano

Para pacientes de 55–80 anos com história de tabagismo ≥ 30 anos e que atualmente fumam ou pararam apenas nos últimos 15 anos;

Câncer de próstata

Medida de PSA

Exame de toque retal

Individualizado

Recomendação D da USPSTF contra triagem

*Deve-se considerar cuidadosamente a triagem para câncer, bem como os riscos individuais versus benefícios, sobretudo em pacientes com expectativa de vida estimada de ≤ 10 anos.

Recomendações da USPSTF baseadas em forte evidência e benefício líquido (benefício menos danos):

  • A = Forte evidência de suporte

  • B = Boa evidência de suporte

  • C = Equilíbrio muito próximo entre benefício e prejuízo para justificar a recomendação

  • D = Evidência contrária

  • I = Evidência insuficiente para recomendar ou não.

A cobertura do Medicare, se fornecida, está listada. Os pacientes podem ter que pagar por coparticipações dedutíveis, dependendo do exame.

ACS = American Cancer Society; ACOG = American College of Obstetricians and Gynecologists; AGS = American Geriatrics Society; ERD = exame retal digital; TIF = teste imunoquímico fecal; ESOF = exame de sangue oculto nas fezes; PSA = antígeno prostático específico; USPSTF = U.S. Preventive Services Task Force.

Referências sobre triagem

  • 1. Jellinger PA, Handelsman Y, Rosenblit PD, et al: American Association of Clinical Endocrinologists and American College of Endocrinology Guidelines for Management of Dysipidemia and Prevention of Cardiovascular Disease. Endocrine Practice 23:1-87, 2017. doi:10.4158/EP171764.APPGL.

  • 2. American Diabetes Association: Standards of medical care in diabetes. Diabetes Care 40 (1): S4-S5, 2017. doi:10.2337/dc17-S003.

Prevenção terciária

Na prevenção terciária, uma doença crônica, normalmente sintomática, é conduzida de modo apropriado para prevenir perdas funcionais futuras. Melhora-se o tratamento da doença com o uso de diretrizes e protocolos práticos específicos às doenças. Vários programas de gerenciamento de doenças têm sido desenvolvidos:

  • Gerenciamento de cuidados específicos às doenças: uma enfermeira com treinamento especial, trabalhando com um médico de cuidados primários ou geriatra, coordena os cuidados direcionados pelo protocolo, organiza serviços de suporte e ensina os pacientes.

  • Cuidados clínicos crônicos: os pacientes com a mesma doença crônica são ensinados em grupos e são visitados por um profissional da saúde; esta abordagem pode auxiliar os pacientes com diabetes a alcançarem o melhor controle da glicose.

  • Especialistas: pacientes com doença crônica difícil de estabilizar podem ser encaminhados a um especialista. Essa abordagem funciona melhor quando o especialista e o médico de cuidados primários trabalham em colaboração.

Os pacientes com as seguintes doenças crônicas, comuns em idosos, podem potencialmente se beneficiar da prevenção terciária.

Artrite

A artrite (principalmente osteoartrite; com frequência muito menor, a artrite reumatoide) afeta cerca de metade das pessoas 65 anos. Provoca distúrbios de mobilidade e aumenta o risco de osteoporose, descondicionamentos muscular e organismo aeróbio, quedas e úlceras de pressão.

Osteoporose

Os testes para medir a densidade óssea podem detectar a osteoporose antes de ocorrer uma fratura. Suplementação de cálcio e vitamina D, exercícios e cessação do tabagismo podem auxiliar a prevenir o progresso da osteoporose e o tratamento pode prevenir novas fraturas.

Diabetes

A hiperglicemia, principalmente quando a concentração de hemoglobina A1c é > 7,9% por, pelo menos, 7 anos, aumenta o risco de retinopatia, nefropatia, neuropatia e DAC. Deve-se ajustar os objetivos do tratamento glicêmico com base nas preferências, comorbidades e expectativa de vida do paciente. Por exemplo, os objetivos apropriados de HbA1c podem ser

  • < 7,5% para pacientes mais idosos diabéticos saudáveis com expectativa de vida > 10 anos

  • < 8,0% para pacientes com comorbidades e expectativa de vida de < 10 anos

  • < 9,0% para pacientes frágeis com expectativa de vida limitada

O controle da hipertensão e dislipidemia em pacientes diabéticos é particularmente importante.

Instrução do paciente e avaliação dos pés em cada consulta podem ajudar a prevenir úlceras nos pés.

Doenças vasculares

Os pacientes idosos com história de DAC, doença cerebrovascular ou vascular periférica estão em elevado risco de eventos incapacitantes. O risco pode ser diminuído pelo controle rigoroso dos fatores de risco vascular (p. ex., hipertensão, tabagismo, diabetes, obesidade, fibrilação atrial, dislipidemia).

Insuficiência cardíaca

Existe significativa morbidade por insuficiência cardíaca em pacientes idosos e a taxa de mortalidade é mais alta que a de muitos cânceres. O tratamento rigoroso apropriado, sobretudo da disfunção sistólica, reduz o declínio funcional, a hospitalização e a taxa de mortalidade.

Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)

A interrupção do uso de cigarro, o uso adequado de inaladores e outros fármacos, educação do paciente com relação a técnicas comportamentais de conservação de energia podem diminuir o número e a gravidade das exacerbações relacionadas à DPOC que conduzem à hospitalização.

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