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Câncer hepático primário

Por

Steven K. Herrine

, MD, Sidney Kimmel Medical College at Thomas Jefferson University

Última modificação do conteúdo mai 2018
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O câncer hepático primário mais comum é o carcinoma hepatocelular. A maioria dos cânceres do fígado apresenta-se com manifestações inespecíficas, retardando o diagnóstico. Em geral, o prognóstico é reservado.

Outros cânceres primários do fígado

Outros cânceres primários do fígado são incomuns ou raros. O diagnóstico em geral exige biópsia. O prognóstico é em sua maioria reservado.

Alguns podem ser ressecados. Ressecção ou transplante de fígado podem prolongar a sobrevida.

Carcinoma fibrolamelar

É uma variante distinta do carcinoma hepatocelular, com morfologia característica de hepatócitos entremeados em tecido fibrolamelar. Geralmente, ocorre em adultos jovens e não tem associação com preexistência de cirrose, vírus das hepatites B e C, ou outros fatores de risco bastante conhecidos. Os níveis de α-fetoproteína (AFP) raramente são elevados.

O prognóstico é melhor que o do carcinoma hepatocelular e muitos pacientes sobrevivem vários anos após a ressecção.

Colangiocarcinoma

É um tumor originário do epitélio biliar. É comum na China, país em que se acredita que o tumor seja causado parcialmente por infestações subjacentes do fígado por fascíola hepática. Nos demais lugares, é menos comum do que o carcinoma hepatocelular; histologicamente, os dois podem se sobrepor. Pacientes com colangite esclerosante primária têm risco significativamente maior de colangiocarcinoma (1).

Hepatoblastoma

Embora raro, hepatoblastoma é um dos cânceres primários hepáticos mais comuns em bebês, especialmente naqueles com história de polipose adenomatosa familiar. Também pode se desenvolver em crianças. O hepatoblastoma ocasionalmente apresenta-se com puberdade precoce, que é causada pela produção ectópica de gonadotropina, mas é geralmente detectado em razão de piora sistêmica e presença de massa no hipocôndrio direito do abdome. Um nível elevado de AFP e exames de imagem anormais podem ajudar no diagnóstico.

Angiossarcoma

É raro e está associado a carcinógenos químicos específicos, incluindo cloreto de vinil industrial.

Cistoadenocarcinoma

Essa doença rara provavelmente é secundária à transformação maligna de um cistadenoma e muitas vezes é multilobular.

O tratamento consiste em ressecção hepática.

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