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Notícias selecionadas sobre a COVID-19

Página inicial de recursos sobre a COVID-19
  

O Manual MSD está compilando algumas das notícias mais significativas sobre a COVID-19 para ajudar as pessoas a se manterem atualizadas.

Itens de notícias compilados pelo Dr. Richard B. Lynn.


  31 de março de 2022

Alterações da COVID-19 no cérebro

Mesmo pacientes com COVID-19 leve frequentemente apresentam sintomas neurológicos, como dor de cabeça, perda de olfato e paladar, e problemas de memória. Às vezes, esses sintomas neurológicos persistem. Não se sabe se a COVID-19 leve pode causar alterações no cérebro que podem ser detectadas com estudos de imagem. Um estudo do Reino Unido examinou os resultados de exames de imagem do cérebro de participantes, antes e depois da COVID-19, e os comparou com estudos de imagem de pessoas que não tiveram COVID-19. Os exames de imagem do cérebro do grupo de COVID-19 foram significativamente diferentes daqueles do grupo controle.

Os participantes infectados também mostraram, em média, mais problemas de memória (avaliados com testes cognitivos) entre os dois momentos. Ainda não se sabe se esses efeitos podem ser parcialmente revertidos ou se esses efeitos persistirão a longo prazo.

link: O SARS-CoV-2 está associado a alterações na estrutura cerebral no Biobanco do Reino Unido | Nature


  15 de março de 2022

Eficácia das vacinas contra a COVID-19 contra a variante ômicron

A eficácia da vacina contra a doença da COVID-19 sintomática causada pelas variantes ômicron e delta após a imunização primária e após uma dose de reforço foi estudada na Inglaterra e publicada no periódico The New England Journal of Medicine em 2 de março de 2022. O estudo incluiu pessoas sintomáticas infectadas com a variante ômicron, pessoas sintomáticas infectadas com a variante delta e pessoas com sintomas elegíveis, mas que apresentaram resultado negativo para COVID‑19. Para todas as combinações de vacinas de curso primário e de reforço, a eficácia da vacina contra a doença sintomática foi maior para a variante delta do que para a variante ômicron. Os autores concluíram que as doses de reforço de qualquer vacina resultaram em um aumento substancial na proteção contra infecção leve. No entanto, a proteção contra a doença sintomática também diminui após as doses de reforço.

link: Eficácia da vacina contra a Covid-19 contra a variante ômicron (B.1.1.529) | NEJM


  2 de março de 2022

 COVID-19 e complicações na gravidez

Para avaliar o risco de complicações graves em mulheres grávidas com infecção por COVID-19, pesquisadores conduziram um estudo de grande dimensão envolvendo 14.104 pacientes grávidas e puérperas. O estudo incluiu mulheres que deram à luz entre 1º de março de 2020 e 31 de dezembro de 2020 (com acompanhamento final continuando até 11 de fevereiro de 2021) em 17 hospitais dos EUA. Todas as pacientes que apresentaram resultado positivo para SARS-CoV-2 foram incluídas e comparadas com pacientes sem um resultado positivo para SARS-CoV-2. Os resultados do estudo foram publicados na edição de 22 de fevereiro de 2022 do periódico JAMA. O resultado primário do estudo foi um composto de morbidade grave ou morte materna relacionadas a distúrbios hipertensivos da gravidez, hemorragia pós-parto ou outra infecção além de SARS-CoV-2. Este resultado primário foi significativamente mais provável em pacientes com infecção por SARS-CoV-2 do que naquelas sem essa infecção. Todas as cinco mortes maternas ocorreram em pacientes positivas para SARS-CoV-2. Pacientes que tiveram COVID-19 de gravidade moderada ou superior apresentaram uma probabilidade significativamente maior de sofrer morte materna ou complicações graves da gravidez. No entanto, pacientes com infecção leve ou assintomática não apresentaram maior probabilidade de apresentar complicações graves. Os autores concluíram que, entre mulheres grávidas e puérperas em 17 hospitais dos EUA, a infecção por SARS-CoV-2 foi associada a um risco aumentado de morbidade grave ou mortalidade materna devido a complicações obstétricas.

link: Associação entre infecção por SARS-CoV-2 e morbidade grave e mortalidade maternas decorrentes de complicações obstétricas | Doenças infecciosas | JAMA | JAMA Network

 


  14 de fevereiro de 2022

 Vitamina D e a gravidade da infecção por COVID-19

Um estudo publicado em 3 de fevereiro de 2022 no periódico PLOS ONE analisou todos os pacientes internados em um centro médico em Israel, entre 7 de abril de 2020 e 4 de fevereiro de 2021, que apresentaram testes de reação em cadeia da polimerase (polymerase chain reaction, PCR) positivos para SARS-CoV-2 (o vírus que causa COVID-19). Dos 1176 participantes com um teste de PCR positivo, 253 tinham uma medição do nível de vitamina D feita no período de 2 anos antes do teste de COVID-19. Um nível mais baixo de vitamina D foi mais comum entre pacientes com COVID-19 grave ou crítica do que entre pacientes com doença leve ou moderada. Pacientes com deficiência de vitamina D apresentaram uma probabilidade 14 vezes maior de apresentar COVID-19 grave ou crítica do que pacientes sem deficiência de vitamina D. A deficiência de vitamina D pré‑infecção foi associada ao aumento da gravidade da doença e morte devido à COVID-19. Os autores sugeriram um estudo adicional para determinar se a suplementação com vitamina D para pessoas na comunidade com baixos níveis de vitamina D afetará a gravidade de episódios futuros de COVID-19.

link: Níveis de 25‑hidroxivitamina D3 pré‑infecção e associação com a gravidade da doença COVID-19 (plos.org)

 


  2 de fevereiro de 2022

 Fatores de risco identificados precocemente na evolução da COVID-19 podem identificar pacientes em risco de sequelas pós‑agudas de COVID-19

Sequelas pós‑agudas de COVID-19 (SPAC) são o que os médicos chamam de COVID-19 de longa duração ou COVID longa. O termo descreve sintomas de longo prazo apresentados semanas a meses após a infecção primária por SARS-CoV-2, o vírus que causa a COVID-19. As SPAC são um problema comum e representam uma crise global emergente. No entanto, os fatores de risco para SPAC e suas associações biológicas são mal compreendidos. Um estudo publicado no periódico Cell, em janeiro de 2022, relatou uma investigação de 309 pacientes com COVID-19 desde o momento do diagnóstico inicial até a convalescença dois a três meses após o surgimento dos sintomas iniciais. No momento da convalescença, 52% dos participantes do estudo relataram fadiga, 25% apresentaram tosse e 18% apresentaram perda de olfato e paladar.

O estudo combinou dados clínicos com sintomas relatados pelos pacientes. Os pesquisadores identificaram quatro características que, se presentes no momento em que a COVID-19 é diagnosticada, aumentam o risco de uma pessoa apresentar sintomas de longo prazo. Estes fatores de risco são

  • Diabetes tipo 2
  • RNAemia por SARS-CoV-2 (quantidade de vírus da COVID-19 no sangue)
  • Viremia de reativação do vírus Epstein-Barr (reativação do vírus EBV que já estava no corpo)
  • Autoanticorpos específicos (anticorpos do sistema imunológico que atacam erroneamente as células do próprio corpo)

Diferentes padrões destes fatores de risco se correlacionaram com diferentes sintomas de SPAC. Embora sejam necessários estudos adicionais para determinar o quanto estes fatores são valiosos na previsão de sintomas de longo prazo da COVID-19, sua presença no momento do diagnóstico permite que os médicos comecem a identificar pacientes em risco e iniciem o planejamento do tratamento.

link: https://www.cell.com/cell/fulltext/S0092-8674(22)00072-1#relatedArticles


  20 de janeiro de 2022

 Síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica

A síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (SIM-P) é uma complicação rara, mas importante, da COVID-19. Embora a maioria das crianças com COVID-19 apresente sintomas leves ou nenhum sintoma, algumas crianças podem desenvolver uma doença grave. O aumento atual no número de crianças com COVID-19 sendo hospitalizadas nos EUA torna a SIM‑P ainda mais importante. Os CDC estabeleceram uma plataforma nacional de notificação para coletar dados de pacientes com suspeita de SIM-P. Uma análise desse banco de dados foi publicada em abril de 2021 no periódico médico JAMA Pediatrics.

A análise incluiu 1.733 pacientes com SIM-P. Quase 60% eram homens e 71% eram hispânicos ou negros. Mais da metade relatou sintomas gastrointestinais, erupção cutânea ou vermelhidão nos olhos. Entre as crianças afetadas, a pressão arterial baixa ou choque e problemas cardíacos, incluindo miocardite (inflamação do tecido muscular do coração), foram comuns. De maneira geral, cerca de 60% das crianças afetadas foram internadas na unidade de terapia intensiva e 24 pacientes morreram. Os primeiros dois picos de SIM-P seguiram os picos de COVID-19 em duas a cinco semanas. Este achado sugere que a SIM-P ocorre devido a uma resposta imunológica tardia à infecção por SARS-CoV-2 (o vírus que causa a COVID-19).

link: https://jamanetwork.com/journals/jamapediatrics/fullarticle/2778429


  4 de janeiro de 2022

Gravidade da ômicron no Reino Unido

Um relatório da Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido (UKHSA) sobre variantes da COVID-19, publicado em 31 de dezembro de 2021, forneceu informações sobre a gravidade dos casos da variante ômicron em comparação com os casos da variante delta. A análise incluiu 528.176 casos da variante ômicron e 573.012 casos da variante delta entre 22 de novembro e 26 de dezembro de 2021. O risco de apresentação para atendimento de emergência ou internação hospitalar com a ômicron foi aproximadamente metade do risco com a delta. O risco de apenas hospitalização com a ômicron foi um terço do risco com a delta. Estes dados preliminares podem ser afetados por atrasos no relato de hospitalizações. De maneira geral, os dados sugerem que a infecção por ômicron causa uma doença menos grave do que a infecção por delta no paciente individual. O relatório enfatiza que isso pode não resultar em uma carga menor para os hospitais devido à taxa de transmissão mais alta da ômicron.

A análise avaliou possíveis fatores de risco para internação hospitalar, incluindo o status vacinal. Os pesquisadores descobriram que o risco de ser internado no hospital por infecção por ômicron foi 65% menor para pacientes que receberam duas doses de uma vacina e 81% menor para aqueles que receberam três doses de uma vacina em comparação com aqueles não vacinados (incluindo aqueles com < 28 dias da primeira dose da vacina).

link: https://assets.publishing.service.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/1044481/Technical-Briefing-31-Dec-2021-Omicron_severity_update.pdf


  7 de dezembro de 2021

A variante ômicron apresenta uma única mutação de inserção

O vírus que causa a COVID-19 (o vírus SARS-CoV-2) é um dos sete coronavírus conhecidos por causar doenças em humanos. Quatro são coronavírus sazonais que mais frequentemente causam sintomas do resfriado comum. Três causam infecções respiratórias muito mais graves e, às vezes, fatais (Síndrome respiratória aguda grave [SARS], Síndrome respiratória do Oriente Médio [MERS] e COVID-19).

Os pesquisadores estão ocupados estudando a variante ômicron do SARS-CoV-2. Eles descobriram que a variante ômicron apresenta mutações de substituição e deleção semelhantes às de linhagens anteriores do SARS-CoV-2. Nestes tipos de mutações, um pedaço de um cromossomo é excluído ou substituído por outro. No entanto, os pesquisadores também identificaram uma mutação de inserção (na qual um pouco de material genético adicional é inserido no gene do vírus) na variante ômicron, que não foi observada em nenhuma linhagem de SARS-CoV-2 além da ômicron. É importante ressaltar que esta mutação de inserção foi observada em um coronavírus sazonal (HCoV-229E). Os autores teorizam que esta mutação na ômicron pode ter surgido em um paciente coinfectado com o vírus SARS-CoV-2 e HCoV-229E.

link: https://osf.io/f7txy/


  10 de novembro de 2021

 Vacina BNT162b2 contra a COVID-19 em crianças de 5 a 11 anos de idade

Os dados do estudo clínico sobre a vacina da Pfizer-BioNTech contra a COVID-19 (mRNA) em crianças de 5 a 11 anos de idade foram publicados no periódico New England Journal of Medicine em 9 de novembro de 2021. Os participantes do estudo receberam duas doses da vacina com 21 dias de intervalo. A dose foi de um terço da dose utilizada em adultos e crianças a partir de 12 anos de idade. A vacina contra a COVID-19 foi segura, eficaz e capaz de induzir uma resposta imune em crianças de 5 a 11 anos de idade.

Os efeitos colaterais foram geralmente leves a moderados, durando de um a dois dias. Dor no local da injeção foi a reação local mais comum, ocorrendo em cerca de 74% dos receptores da vacina. Fadiga e cefaleia foram as reações sistêmicas mais frequentemente relatadas. A frequência de fadiga e cefaleia foi semelhante entre os receptores de vacina e de placebo após a primeira dose, mas foram mais frequentes entre os receptores da vacina após a segunda dose.

Uma resposta imunológica significativa foi alcançada por 99,2% dos participantes um mês após a segunda dose (mesma taxa de resposta imunológica que em receptores da vacina de 16 a 25 anos de idade). Houve 3 casos de COVID-19 (com início a partir de sete dias após a segunda dose) entre os 1.517 receptores de vacina e 16 entre os 751 receptores de placebo; a eficácia observada da vacina foi de 90,7%. Não foram relatados casos de COVID-19 grave ou síndrome inflamatória multissistêmica (uma complicação rara da COVID-19 que causa febre, dor abdominal e erupção cutânea).

link: Avaliação da vacina BNT162b2 contra a COVID-19 em crianças de 5 a 11 anos de idade | NEJM


  28 de outubro de 2021

Miocardite após vacina de RNA mensageiro BNT162b2 em Israel

Dados de um estudo israelense sobre miocardite após vacinação contra a COVID-19 foram publicados no periódico New England Journal of Medicine em 6 de outubro de 2021. O estudo analisou os dados obtidos de 20 de dezembro de 2020 a 31 de maio de 2021 com relação a todos os casos de miocardite relatados ao Ministério da Saúde de Israel. Miocardite é a inflamação do tecido muscular do coração. Até 31 de maio de 2021, aproximadamente 5,1 milhões de israelenses (dos 9,3 milhões de residentes israelenses) haviam recebido duas doses da vacina da Pfizer. Foram relatados 283 casos de miocardite. Esses casos incluíram 142 que ocorreram entre pessoas vacinadas dentro de 21 dias após a primeira dose ou 30 dias após a segunda dose, 40 entre pessoas vacinadas sem proximidade com a vacinação e 101 entre pessoas não vacinadas. Dos casos de miocardite que ocorreram após a vacinação, a maioria ocorreu após a segunda dose e a maioria dos casos foi leve.

Na maioria das pessoas, a miocardite ocorreu após a segunda dose. A miocardite após a vacinação ocorreu mais frequentemente em homens entre 16 e 19 anos de idade.

Os autores concluíram que a incidência de miocardite foi baixa, mas aumentou particularmente após o recebimento da segunda dose da vacina da Pfizer entre jovens receptores do sexo masculino.

link: Miocardite após vacina de mRNA BNT162b2 contra a COVID-19 em Israel | NEJM


  13 de outubro de 2021

Sintomas residuais sete meses após a COVID-19 em pessoas tratadas como pacientes ambulatoriais

Pessoas sintomáticas que apresentaram resultado positivo para COVID-19 nos Hospitais Universitários de Genebra, na Suíça, de 18 de março a 15 de maio de 2020, foram contatadas novamente 30 a 45 dias e sete a nove meses após o diagnóstico e questionadas sobre sintomas compatíveis com COVID‑19. O estudo foi publicado no periódico Annals of Internal Medicine em setembro de 2021. O acompanhamento sete a nove meses após o diagnóstico de COVID-19 foi concluído por 410 pacientes, dos quais 39,0% relataram sintomas residuais. Fadiga (20,7%) foi o sintoma mais comumente relatado, seguido por perda do paladar ou olfato (16,8%), falta de ar (11,7%) e dor de cabeça (10,0%). Os autores concluíram que cerca de um terço das pessoas com COVID‑19 aguda leve a moderada, em um contexto ambulatorial, apresentam sintomas de longo prazo em sete a nove meses.

link: https://www.acpjournals.org/doi/10.7326/M21-0878


  27 de setembro de 2021

Eficácia da vacina de reforço de RNA mensageiro BNT162b2 em Israel

A recente aprovação, nos EUA, de uma terceira dose (reforço) da vacina de RNA mensageiro BNT162b2 (Pfizer–BioNTech) foi baseada em parte na experiência em Israel. Em Israel, a administração de uma terceira dose (reforço) da vacina da Pfizer foi aprovada em 30 de julho de 2021 para pessoas a partir de 60 anos de idade, que receberam uma segunda dose da vacina pelo menos cinco meses antes. Um estudo publicado no periódico New England Journal of Medicine em 15 de setembro de 2021 relatou dados coletados de 30 de julho a 31 de agosto de 2021, referentes a 1.137.804 residentes israelenses a partir de 60 anos de idade e totalmente vacinados (receberam duas doses da vacina da Pfizer) pelo menos cinco meses antes. A taxa de COVID-19 confirmada e a taxa de doença grave foram comparadas entre aqueles que receberam o reforço pelo menos doze dias antes e aqueles que não receberam o reforço. Os resultados mostraram que, pelo menos, doze dias após a dose de reforço, a taxa de infecção confirmada foi menor no grupo de reforço do que no grupo sem reforço por um fator de 11,3, e a taxa de doença grave foi menor por um fator de 19,5. O estudo concluiu que as taxas de COVID-19 confirmada e doença grave foram substancialmente menores entre aqueles que receberam uma dose de reforço (terceira) da vacina da Pfizer.

link:Proteção do reforço da vacina BNT162b2 contra a Covid-19 em Israel | NEJM


  13 de setembro de 2021

Eficácia da vacina de RNA mensageiro BNT162b2 na prevenção da infecção por SARS-CoV-2 em mulheres grávidas em Israel

A vacina de mRNA contra COVID-19 da Pfizer-BioNTech foi aprovada com base em estudos clínicos que excluíram mulheres grávidas. Para saber mais sobre a eficácia e segurança dessa vacina em mulheres grávidas, foi realizado um estudo de coorte retrospectivo, no qual os investigadores analisaram o número de infecções por COVID-19 que ocorreram em mulheres grávidas que foram vacinadas contra SARS-CoV-2 em comparação com o número de infecções entre mulheres grávidas que não foram vacinadas. Foram incluídas mulheres grávidas vacinadas com a primeira dose de 19 de dezembro de 2020 até 28 de fevereiro de 2021. A infecção por SARS-CoV-2 foi definida como resultado positivo no teste de PCR (reação em cadeia da polimerase) obtido de esfregaços nasofaríngeos, e incluiu pacientes assintomáticas e sintomáticas. Infecções por SARS-CoV-2 ocorreram em 118 mulheres vacinadas e 202 mulheres não vacinadas durante um acompanhamento mediano de 37 dias. A taxa observada de hospitalizações relacionadas ao SARS-CoV-2 foi de 0,2% no grupo vacinado versus 0,3% no grupo não vacinado. Não houve eventos adversos graves. Não houve diferenças notáveis entre os grupos vacinado e não vacinado com relação à pré‑eclâmpsia, restrição do crescimento intrauterino, peso do bebê ao nascer, abortos (espontâneos e induzidos), natimorto, morte materna ou embolia pulmonar.

link:Associação entre a vacinação com BNT162b2 e a incidência de infecção por SARS-CoV-2 em mulheres grávidas | Gravidez | JAMA | JAMA Network



Página inicial de recursos sobre a COVID-19

 

   4 de junho de 2020

 Primeiro estudo clínico em humanos de medicamento de anticorpos contra a COVID-19

Esta semana, a Eli Lilly, empresa farmacêutica sediada em Indianápolis, iniciou o primeiro estudo clínico em humanos de um medicamento de anticorpos monoclonais desenvolvidos especificamente contra a COVID-19. O medicamento é um anticorpo humano fabricado que duplica um anticorpo encontrado no sangue de um paciente que se recuperou da Covid-19. O sangue do paciente foi triado usando uma nova tecnologia que identificou mais de 550 anticorpos contra o vírus SARS-CoV-2. Em seguida, os pesquisadores selecionaram um que parecia particularmente eficaz contra o vírus e começaram sua produção em laboratório. Os medicamentos de anticorpos precisam ser administrados na veia, mas existe a possibilidade de que possam ajudar as pessoas a se recuperarem da doença. Eles também podem ser usados de forma preventiva em pessoas de alto risco expostas à doença, antes de haver uma vacina disponível.

link para o anúncio:https://www.biopharmadive.com/news/eli-lilly-abcellera-coronavirus-antibody-drug-first-trial/578980/


 

   4 de junho de 2020

 Primeiro estudo clínico em humanos de medicamento de anticorpos contra a COVID-19

Esta semana, a Eli Lilly, empresa farmacêutica sediada em Indianápolis, iniciou o primeiro estudo clínico em humanos de um medicamento de anticorpos monoclonais desenvolvidos especificamente contra a COVID-19. O medicamento é um anticorpo humano fabricado que duplica um anticorpo encontrado no sangue de um paciente que se recuperou da Covid-19. O sangue do paciente foi triado usando uma nova tecnologia que identificou mais de 550 anticorpos contra o vírus SARS-CoV-2. Em seguida, os pesquisadores selecionaram um que parecia particularmente eficaz contra o vírus e começaram sua produção em laboratório. Os medicamentos de anticorpos precisam ser administrados na veia, mas existe a possibilidade de que possam ajudar as pessoas a se recuperarem da doença. Eles também podem ser usados de forma preventiva em pessoas de alto risco expostas à doença, antes de haver uma vacina disponível.

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   4 de junho de 2020

 Primeiro estudo clínico em humanos de medicamento de anticorpos contra a COVID-19

Esta semana, a Eli Lilly, empresa farmacêutica sediada em Indianápolis, iniciou o primeiro estudo clínico em humanos de um medicamento de anticorpos monoclonais desenvolvidos especificamente contra a COVID-19. O medicamento é um anticorpo humano fabricado que duplica um anticorpo encontrado no sangue de um paciente que se recuperou da Covid-19. O sangue do paciente foi triado usando uma nova tecnologia que identificou mais de 550 anticorpos contra o vírus SARS-CoV-2. Em seguida, os pesquisadores selecionaram um que parecia particularmente eficaz contra o vírus e começaram sua produção em laboratório. Os medicamentos de anticorpos precisam ser administrados na veia, mas existe a possibilidade de que possam ajudar as pessoas a se recuperarem da doença. Eles também podem ser usados de forma preventiva em pessoas de alto risco expostas à doença, antes de haver uma vacina disponível.

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   4 de junho de 2020

 Primeiro estudo clínico em humanos de medicamento de anticorpos contra a COVID-19

Esta semana, a Eli Lilly, empresa farmacêutica sediada em Indianápolis, iniciou o primeiro estudo clínico em humanos de um medicamento de anticorpos monoclonais desenvolvidos especificamente contra a COVID-19. O medicamento é um anticorpo humano fabricado que duplica um anticorpo encontrado no sangue de um paciente que se recuperou da Covid-19. O sangue do paciente foi triado usando uma nova tecnologia que identificou mais de 550 anticorpos contra o vírus SARS-CoV-2. Em seguida, os pesquisadores selecionaram um que parecia particularmente eficaz contra o vírus e começaram sua produção em laboratório. Os medicamentos de anticorpos precisam ser administrados na veia, mas existe a possibilidade de que possam ajudar as pessoas a se recuperarem da doença. Eles também podem ser usados de forma preventiva em pessoas de alto risco expostas à doença, antes de haver uma vacina disponível.

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