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Exames de inclinação ortostática

Por

Michael J. Shea

, MD, Michigan Medicine at the University of Michigan;


Thomas Cascino

, MD, MSc, University of Michigan

Última modificação do conteúdo ago 2019
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Recursos do assunto

Testes de inclinação ortostática são usados para avaliar síncope em

  • Pacientes mais jovens aparentemente saudáveis

  • Pacientes idosos quando testes cardíacos e outros testes não forneceram um diagnóstico

O teste de inclinação ortostática provoca o represamento venoso máximo, o que pode deflagrar síncope vasovagal (neurocardiogênica) e reproduzir os sinais e sintomas que a acompanham (náuseas, sensação de cabeça vazia, palidez, hipotensão e bradicardia).

Procedimento

Após jejum noturno, coloca-se o paciente em uma mesa motorizada com suporte para os pés na extremidade inferior, assegurando a imobilização com cintas sobre o corpo; e obtém-se acesso IV. Após deixar o paciente na posição supina por 15 minutos, a mesa é inclinada para a posição quase totalmente vertical em 60 a 80° por 45 minutos durante os quais os sinais e sintomas vitais são monitorados.

Contraindicações

Interpretação

Se houver desenvolvimento de sintomas, confirma-se a síncope vasovagal. Se não ocorrerem sintomas, pode-se usar um fármaco (p. ex., isoproterenol) para induzi-los. (NOTA: isoproterenol não deve ser utilizado em pacientes com miocardiopatia hipertrófica ou DAC grave). A sensibilidade varia de 30 a 80% dependendo do protocolo utilizado. O índice de falso-positivo varia de 10 a 15%.

Com a síncope vasovagal, geralmente há diminuição da frequência cardíaca e a pressão arterial. Alguns pacientes desenvolvem apenas diminuição da frequência cardíaca (cardioinibição) e outros desenvolvem somente redução da pressão arterial (vasodepressão). Outras respostas que sugerem diagnósticos alternativos incluem uma diminuição gradual da pressão arterial sistólica e diastólica, com pouca alteração na frequência cardíaca (padrão disautônomo); aumento significativo da frequência cardíaca (> 30 bpm), com pouca alteração na pressão arterial (síndrome de taquicardia ortostática postural); e relato de síncope, sem nenhuma alteração hemodinâmica (síncope psicogênica).

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