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Câncer anal

Por

Minhhuyen Nguyen

, MD,

  • Professor of Clinical Medicine
  • Fox Chase Cancer Center, Temple University

Última modificação do conteúdo jun 2019
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Câncer anal é responsável por 8.580 dos casos estimados e cerca de 1.160 mortes nos EUA todos os anos (1). O principal sintoma é sangue nas fezes. O diagnóstico é por endoscopia. Opções de tratamento incluem excisão, quimioterapia e radioterapia.

Carcinoma de células escamosas (célula escamosa não queratinizado ou basal) anorretal responde por 3 a 5% dos cânceres do intestino grosso distal. Carcinoma basocelular, doença de Bowen (carcinoma intraepidérmico de células escamosas), doença de Paget extramamária, carcinoma cloacogênico e melanoma maligno são menos comuns. Outros tumores incluem linfomas e vários sarcomas. A metástase ocorre ao longo dos vasos linfáticos e do reto e nos linfonodos inguinais.

Fatores de risco para câncer anal incluem:

Pessoas que praticam sexo anal receptivo têm maior risco. Pacientes com infecção por HPV podem manifestar displasia no epitélio anal de aparência ligeiramente anormal ou normal (neoplasia intraepitelial anal—histologicamente classificados I, II, ou III). Essas alterações são mais comuns em pacientes infectados por HIV (ver Câncer de células escamosas do ânus ou da vulva). Graus mais altos podem progredir para carcinoma invasivo. Não está claro se o reconhecimento precoce e a erradicação melhoram o desfecho a longo prazo; consequentemente, as recomendações para rastreamento não são claras.

Referência geral

Sinais e sintomas

O sangramento ao evacuar é o sintoma inicial mais comum do câncer anal. Alguns pacientes têm dor, tenesmo ou uma sensação de evacuação incompleta. Uma massa pode ser palpável no exame digital retal.

Diagnóstico

  • Sigmoidoscopia ou colonoscopia

  • Às vezes, biópsia

Sigmoidoscopia flexível ou anoscopia ou sigmoidoscopia rígida é feita para avaliar a área. Biópsia de pele feita por dermatologista ou cirurgião a procura de lesões próximas da junção escamocolunar (linha Z) podem ser necessárias. Sempre que há sangramento retal, mesmo em pacientes com presença óbvia de hemorroidas ou doença diverticular conhecida, a coexistência de câncer deve ser descartada.

O estadiamento por TC, RM ou PET é aconselhável.

Tratamento

  • Combinação de quimioterapia e radioterapia

  • Ocasionalmente, ressecção cirúrgica

A combinação de quimioterapia e radioterapia é a terapia inicial na maioria dos casos e resulta em uma taxa de cura elevada quando utilizada para tumores escamosos e cloacogênicos anais.

Indica-se ressecção abdominoperineal quando a radioterapia e a quimioterapia não resultam em regressão completa do tumor ou houver doença recorrente.

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