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Câncer sinusal paranasal

(Câncer sinusal)

Por

Bradley A. Schiff

, MD,

  • Montefiore Medical Center, The University Hospital of Albert Einstein College of Medicine

Última modificação do conteúdo abr 2018
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Câncer sinusal paranasal (SPN) é raro. É geralmente carcinoma de células escamosas, mas também pode ser adenocarcinoma, e ocorre mais frequentemente no seios maxilares e etmoidais. Na maioria da vezes a causa não é conhecida, os sintomas se desenvolvem tarde e a sobrevida geralmente é baixa.

Embora raro nos EUA, o câncer SPN é mais comum no Japão e entre os povos Bantu da África do Sul. Homens com mais de 40 anos são afetados com mais frequência.

A causa é incerta, mas não se acredita que sinusite crônica seja uma causa. Papilomavírus humano (HPV) e vírus de Epstein-Barr (EBV) podem desempenhar um papel em alguns casos. Os fatores de risco incluem

  • Inalação regular de certos tipos de pó de madeira, couro e pó metálico

  • Fumar tabaco

Sinais e sintomas

Como os seios fornecem espaço para que o câncer cresça, os sintomas geralmente só se desenvolvem depois que o câncer está bem avançado. Os sintomas a seguir resultam da pressão local do câncer sobre as estruturas adjacentes:

  • Dor

  • Obstrução e secreção nasais

  • Epistaxe

  • Diplopia

  • Otalgia ou plenitude

  • Parestesias faciais

  • Dentes maxilares soltos abaixo do seio afetado

O tumor é às vezes visível nas cavidades bucal ou nasal.

Diagnóstico

  • Endoscopia, com biópsia

  • TC e RM

Endoscopia, TC e RM são mais frequentemente utilizadas para localizar e ajudar a estagiar o tumor. A biópsia confirma o tipo de célula. O estadiamento, feito pela avaliação da propagação do tumor para o cérebro, face, pescoço, pulmões e gânglios linfáticos, ajuda a determinar o tratamento.

Prognóstico

Quanto mais cedo o câncer é tratado, melhor o prognóstico. O prognóstico também depende da histologia. A sobrevida está melhorando, mas no geral permanece baixa. No todo, cerca de 40% das pessoas terão doença recorrente, e a sobrevida em 5 anos é cerca de 60%.

Tratamento

  • Cirurgia

  • Muitas vezes, radioterapia

  • Às vezes, quimioterapia

O tratamento para a maioria dos cânceres em estádio inicial consiste em excisão cirúrgica completa. Os avanços recentes nas técnicas cirúrgicas, particularmente técnicas endoscópicas, pode às vezes alcançar excisões tumorais completas, poupar os tecidos adjacentes e obter a reconstrução. Se o risco de recorrência é alto, administra-se radioterapia após a cirurgia. Se a excisão cirúrgica não for realista ou causar morbidade excessiva, pode-se usar radioterapia mais quimioterapia. Em alguns casos, administra-se quimioterapia para reduzir o tumor; se o tumor responde bem à quimioterapia, é ressecado cirurgicamente. Se não for, o tumor pode ser tratado com radioterapia.

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