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Influências indiretas na saúde em idosos

Por

Richard W. Besdine

, MD, Warren Alpert Medical School of Brown University

Última revisão/alteração completa jul 2019| Última modificação do conteúdo jul 2019
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Recursos do assunto
  • As pessoas que vivem sozinhas têm mais problemas de saúde do que aquelas que vivem com alguém.

  • Ter uma renda limitada pode tornar difícil obter cuidados de saúde adequados.

  • As muitas mudanças que ocorrem durante a velhice podem levar a problemas de saúde ou agravá-los.

As circunstâncias que podem parecer não relacionadas com a saúde podem afetar a saúde dos idosos.

Relacionamentos sociais

Idosos que mantêm um contato social, mesmo que seja com seu cônjuge, com amigos ou através de interesses exteriores têm menos problemas de saúde. Por exemplo, idosos casados ou que vivem com um companheiro tendem a gozar de melhor saúde do que os que vivem sozinhos. Idosos que vivem com alguém também têm taxas de hospitalização mais baixas e entrada em casas de repouso do que aqueles que vivem sozinhos.

Quando os idosos vivem sozinhos, novos problemas e sintomas podem não ser relatados, porque ninguém percebe. Esses idosos podem não ter ninguém para ajudá-los a tomar os medicamentos como indicado. Eles podem não preparar e comer refeições balanceadas porque comprometimentos físicos interferem, porque estão solitários ou porque não podem dirigir ou caminhar até um mercado. Os idosos que vivem sozinhos são mais propensos a serem solitários e deprimidos.

Ocasionalmente, viver com um parente ou outra pessoa causa problemas. Os idosos podem esconder ou minimizar os problemas de saúde porque não querem ser inconvenientes para as outras pessoas. Se algum membro de casa não estiver satisfeito com a combinação de vida, o idoso pode ser negligenciado ou maltratado (psicologicamente ou mesmo fisicamente).

Educação

Em pessoas com níveis mais altos de educação, os distúrbios tendem a ser detectados mais cedo, e os resultados de saúde tendem a ser melhores, mesmo quando um distúrbio não é detectado cedo.

Condição financeira

A pobreza é mais comum entre idosos do que na população em geral, apesar da ajuda financeira fornecida pela Medicare, pela Previdência Social e pela Medicaid. A Parte D da Medicare (o programa de prescrição de medicamentos), ainda que imperfeita, fez os custos dos medicamentos mais administráveis para muitos idosos com baixa renda. E, apesar desses programas, alguns idosos não têm seguro de saúde adequado e têm dificuldades para pagar pelos cuidados de saúde que não são cobertos, incluindo os medicamentos. Pagar pelos medicamentos é difícil, por isso frequentemente distúrbios tratáveis não são tratados ou são tratados em uma fase tardia.

Você sabia que...

  • As pessoas com ensino superior tendem a ter melhor saúde e viver mais tempo.

Resposta a mudanças relacionadas à idade

Os idosos podem ter dificuldade para lidar com muitas mudanças que ocorrem com a idade, como a aposentadoria, a perda de pessoas queridas e o desenvolvimento de distúrbios. Como resposta, os idosos podem se sentir solitários, sem utilidade, sem forças ou tristes. Eles podem perder a autoestima. Eles podem temer se converter em uma carga para a família. Eles podem ficar deprimidos, especialmente se têm um distúrbio que leva a perda temporária ou permanente da independência ou quando eles veem amigos e familiares morrerem. Esses sentimentos podem deixar os idosos menos propensos a verem um profissional de cuidados de saúde, possivelmente retardando o diagnóstico de um distúrbio sério. Mas as pesquisas mostraram que as pessoas idosas lidam com esses desafios melhor do que adultos mais jovens.

As mudanças relacionadas à idade e as respostas dos idosos a elas podem fazer com que tratar os distúrbios nos idosos seja complicado. Assim, os idosos frequentemente se beneficiam de cuidados interdisciplinares – cuidados fornecidos por uma equipe de profissionais de cuidados de saúde trabalhando juntos. Esta equipe pode consistir em médicos, enfermeiros, assistentes sociais, terapeutas, farmacêuticos e psicólogos. Normalmente, conduzido pelo clínico geral da pessoa, a equipe avalia as necessidades e os planos da pessoa, coordena e implementa os cuidados – incluindo os serviços sociais. Os membros da equipe procuram ativamente possíveis problemas e tomam medidas para corrigir ou preveni-los.

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