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Rupturas do tendão de Aquiles

Por

Danielle Campagne

, MD, University of San Francisco - Fresno

Última revisão/alteração completa out 2019| Última modificação do conteúdo out 2019
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Fatos rápidos
Recursos do assunto

As lacerações (rupturas) no tendão de Aquiles ocorrem quando o tendão que prende o músculo da panturrilha ao osso do calcanhar se rompe.

  • As rupturas do tendão de Aquiles ocorrem quando um movimento empurra os dedos para cima (no sentido da canela) com muita força ou quando a pessoa corre ou pula forçadamente.

  • A panturrilha fica muito dolorida e caminhar é difícil, principalmente se a ruptura for completa.

  • Os médicos normalmente baseiam o diagnóstico da ruptura do tendão de Aquiles nos resultados do exame físico.

  • O tratamento geralmente consiste em encaminhamento a um cirurgião ortopedista e uma tala de tornozelo ou ainda, para rupturas completas, cirurgia.

Rupturas no tendão de Aquiles são comuns. Um tendão pode sofrer ruptura parcial ou total.

Causas

As rupturas de tendão de Aquiles ocorrem mais frequentemente em atletas e homens sedentários de meia-idade, principalmente os que estão fora de forma e iniciam uma atividade ou esporte intenso sem preparo gradual para tanto. O tendão tem mais probabilidade de sofrer ruptura total em homens de meia-idade do que em atletas. Essas lesões podem ocorrer quando as pessoas não fazem aquecimento nem se alongam o suficiente antes de atividade intensa. Normalmente, a lesão ocorre durante corridas ou pulos, principalmente se o esporte exigir mudanças de direção rápidas. O tendão se rompe quando um movimento empurra os dedos dos pés para cima, em direção à canela, com muita força e extensão.

Em casos raros, o tendão de Aquiles sofre ruptura sem causa aparente em pessoas que tomam antibióticos fluoroquinolonas (como o ciprofloxacino) ou corticosteroides.

Sintomas

Quando o tendão de Aquiles se rompe, as pessoas sentem como se tivessem levado um chute atrás do tornozelo e, às vezes, ouvem um estalo. A panturrilha fica muito dolorida e caminhar é difícil, principalmente se a ruptura for completa. A panturrilha pode ficar inchada e com hematomas.

Diagnóstico

  • Avaliação de um médico

  • Às vezes, ressonância magnética ou ultrassonografia

Os médicos normalmente baseiam o diagnóstico da ruptura do tendão de Aquiles no exame físico.

Para constatar esta ruptura, os médicos fazem o seguinte:

  • Apertam a panturrilha da perna lesionada enquanto a pessoa está deitada de bruços. Se ao apertar a perna o tornozelo não se flexionar ou se flexionar apenas levemente, o tendão está completamente rompido.

  • Pedem para que a pessoa se deite e dobre os joelhos. Geralmente, nesta posição, o tornozelo fica levemente flexionado. Caso não se flexione, então o tendão está rompido.

  • Eles palpam cuidadosamente ao longo do tendão de Aquiles para sentir a lacuna quando a pessoa está de pé sobre a perna lesionada (se possível). Se detectarem a lacuna, então o tendão está rompido.

Às vezes, é feito um exame de ressonância magnética (RM) ou ultrassonografia. Entretanto, um exame físico tem mais probabilidade de detectar uma ruptura do tendão de Aquiles.

Tratamento

  • Encaminhamento a um cirurgião ortopedista

  • Para rupturas parciais e completas, uma tala ou talvez gesso

  • Para algumas rupturas completas, cirurgia

Pessoas com ruptura do tendão de Aquiles são geralmente encaminhadas a um cirurgião ortopedista.

Para rupturas parciais e completas, uma tala curta de perna é colocada na perna lesionada no atendimento de emergência. A tala sustenta o pé, de modo que os dedos ficam apontados para baixo (chamado flexão plantar). Esta posição impede que o tendão de Aquiles se estique e ajuda a ruptura a cicatrizar. A tala é usada por um período curto. Depois, o cirurgião ortopedista decide se é melhor imobilizar com gesso ou fazer cirurgia para reparar o tendão. Pessoas com ruptura do tendão de Aquiles não devem exercer peso sobre o tornozelo lesionado e devem usar muletas.

Algumas rupturas completas são reparadas de imediato cirurgicamente.

Rupturas parciais que continuam a causar sintomas por três meses ou mais poderão ser cirurgicamente reparadas.

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