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RPM (ruptura prematura das membranas)

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Última revisão/alteração completa out 2019| Última modificação do conteúdo out 2019
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O que é a ruptura prematura das membranas (Premature Rupture of the Membranes, PROM)?

Quando uma mulher está grávida, o bebê se desenvolve rodeado pelo líquido amniótico dentro do útero. O líquido e o bebê ficam dentro de um saco denominado saco amniótico. Esse saco é formado por uma membrana fina, porém resistente, que evita o vazamento do líquido. Quando a mulher entra em trabalho de parto, o saco amniótico se rompe (abre) e o líquido amniótico sai pela vagina. Isso costuma ser chamado de ruptura da bolsa d’água. Se houver vazamento do líquido amniótico antes de a mulher entrar em trabalho de parto, esse quadro é denominado ruptura prematura das membranas (PROM).

  • O trabalho de parto geralmente tem início logo após a ruptura da bolsa d’água

  • Se o trabalho de parto não tiver iniciado no prazo de 12 horas após a ruptura da bolsa d’água, a mulher e o bebê têm um risco maior de apresentar infecção

  • Os médicos costumam dar um medicamento para dar início ao trabalho de parto se a mulher tiver 34 semanas de gestação ou mais

  • É possível que o médico use medicamentos para tentar adiar o trabalho de parto, se a mulher estiver com menos de 34 semanas de gestação

A mulher deve ligar imediatamente para o médico ou a parteira se ela acredita que houve ruptura da bolsa d’água.

De que maneira a mulher sabe que houve ruptura da bolsa d’água?

Um líquido transparente jorra ou escorre lentamente pela vagina.

Depois de a ruptura da bolsa d’água ter ocorrido, as contrações do trabalho de parto geralmente começam após um prazo de 12 a 48 horas se a mulher estiver com mais de 34 semanas de gestação. Se a gestação tiver menos de 34 semanas, pode demorar quatro dias ou mais até que as contrações comecem.

Quais são os riscos de uma ruptura prematura da bolsa d’água?

Se a houver a ruptura da bolsa d’água ocorrer de maneira prematura, micróbios podem entrar no útero e causar uma infecção. É possível que tenha:

  • A mulher tenha uma infecção no útero

  • O bebê tenha uma infecção

  • O bebê esteja em uma posição anormal

Uma infecção no útero pode causar sintomas como:

  • Febre

  • Secreção vaginal abundante ou com mau odor (corrimento)

  • Dor na barriga

Outros problemas que a mulher pode ter se houver ruptura prematura da bolsa incluem:

  • Descolamento prematuro da placenta (o órgão que fornece oxigênio e nutrientes ao feto) do útero (ruptura prematura da placenta)

  • O bebê nasce com muita antecedência (parto prematuro)

O parto prematuro faz com que o bebê tenha uma chance maior de ter:

  • Problemas pulmonares

  • Sangramento no cérebro, que pode causar problemas, como paralisia cerebral

  • Possivelmente morte

De que maneira o médico ou a parteira confirmam que houve ruptura da bolsa d’água?

O médico ou a parteira examinam a vagina e o colo do útero (a parte inferior do útero) para confirmar que houve ruptura da bolsa d’água. O médico ou a parteira também calculam a abertura (dilatação) do colo do útero.

Se houver sinais de infecção, é possível que o médico colete uma amostra de líquido amniótico para ser enviada para exame.

O que o médico ou a parteira fazem se houve ruptura prematura da bolsa d’água?

Se a mulher estiver com 34 semanas de gestação ou mais, o médico administra um medicamento para dar início ao trabalho de parto (indução do trabalho de parto).

Se a mulher estiver com menos de 34 semanas de gestação, o médico administra medicamentos para tentar prevenir o trabalho de parto e coloca a mulher sob observação. Os médicos costumam:

  • Internar a mulher no hospital

  • Deixar a mulher de repouso

  • Verificar a temperatura e a frequência cardíaca no mínimo três vezes por dia

  • Administrar antibióticos para prevenir infecções

  • Administrar à mulher medicamentos que ajudam no desenvolvimento dos pulmões do bebê

  • Administrar à mulher medicamentos para evitar o sangramento no cérebro do bebê (se ela estiver com menos de 32 semanas de gestação)

Se o bebê estiver em sofrimento grave ou houver uma infecção no útero, o médico ou a parteira induzem o parto, do bebê independentemente do número de semanas de gestação.

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