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Transplante de células das ilhotas do pâncreas

Por

Martin Hertl

, MD, PhD, Rush University Medical Center

Última revisão/alteração completa dez 2018| Última modificação do conteúdo dez 2018
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Transplante de células de ilhotas pancreáticas é a remoção cirúrgica do pâncreas de uma pessoa recentemente falecida, a separação de células das ilhotas do pâncreas e, em seguida, sua injeção em uma pessoa com diabetes grave cujo pâncreas não mais produz insulina.

O transplante de células das ilhotas do pâncreas é uma opção para pessoas com diabetes cujo pâncreas não produz mais insulina. As células do pâncreas que produzem a insulina são denominadas como células ilhotas.

O transplante de células das ilhotas é mais simples e seguro do que o transplante do pâncreas e cerca de 75% dos indivíduos que recebem um transplante de células das ilhotas não precisam mais de insulina após um ano e talvez até por muitos anos. No entanto, o sucesso de longo prazo do transplante de células ilhotas ainda não foi provado.

Procedimento

As células ilhotas podem ser separadas do pâncreas de um doador morto. As células ilhotas são então transplantadas ao injetá-las na veia que vai até o fígado. As células ilhotas se alojam nos pequenos vasos sanguíneos do fígado, onde podem viver e produzir a insulina. Às vezes são feitas duas ou três infusões, o que exige dois ou três doadores mortos. Medicamentos para inibir o sistema imunológico (imunossupressores), incluindo corticosteroides, são necessários para ajudar a reduzir o risco de rejeição

Alguns indivíduos têm que remover o pâncreas devido a doenças como a pancreatite crônica. Estes indivíduos terão diabetes mesmo se não eram diabéticos antes. Após a remoção do pâncreas, o médico pode, às vezes, colher as células ilhotas do pâncreas do próprio indivíduo. Estas células ilhotas podem ser transplantadas de volta ao organismo do indivíduo (transplante autólogo). Sendo que as células são do próprio indivíduo, não é necessário tomar imunossupressores.

Complicações

A rejeição pode ocorrer. Os médicos detectam a rejeição medindo os níveis de açúcar (glicose) e de uma proteína chamada hemoglobina A1C no sangue (como no diabetes).

Outras complicações resultam do procedimento. Estas incluem sangramento e coágulos de sangue nas veias que levam sangue para o fígado (veia porta).

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