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Considerações gerais sobre distúrbios dos plasmócitos

(Dysproteinemias; Monoclonal Gammopathy; Paraproteinemias; Plasma Cell Dyscrasias)

Por

James R. Berenson

, MD, Institute for Myeloma and Bone Cancer Research

Última revisão/alteração completa set 2019| Última modificação do conteúdo set 2019
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Distúrbios dos plasmócitos são incomuns. Eles começam quando um único plasmócito se multiplica excessivamente. O grupo resultante de células geneticamente idênticas (chamadas de clone) produz uma grande quantidade de um único tipo de anticorpo (imunoglobulina). Os plasmócitos se desenvolvem a partir de células B (linfócitos B), um tipo de glóbulo branco que normalmente produz anticorpos. Essas proteínas ajudam o corpo a combater infecções.

Os plasmócitos estão presentes sobretudo na medula óssea e nos linfonodos. Cada plasmócito se divide repetidamente para formar um clone. As células de um clone produzem um único tipo específico de anticorpo. Como existem milhares de clones diferentes, o corpo pode produzir um vasto número de anticorpos diferentes para combater os diversos microrganismos infecciosos aos quais o corpo é exposto.

Nos distúrbios dos plasmócitos, um clone de plasmócitos se multiplica de maneira descontrolada. Como resultado, esse clone produz vastas quantidades de um único anticorpo (anticorpo monoclonal) conhecido como proteína M. Em alguns casos (tais como gamopatias monoclonais), o anticorpo produzido é incompleto e consiste somente em cadeias leves ou pesadas (anticorpos funcionais normalmente consistem em dois pares de duas cadeias diferentes chamadas cadeia leve e cadeia pesada).

Os plasmócitos anormais e os anticorpos produzidos por eles se limitam a um único tipo, e os níveis de outros tipos de anticorpos que ajudam a combater infecções caem. Assim, pessoas com doenças dos plasmócitos apresentam com frequência risco mais elevado de infecções. O número sempre crescente de plasmócitos anormais também invade e danifica diversos tecidos e órgãos e o anticorpo produzido pelo clone de plasmócitos pode, às vezes, danificar órgãos vitais, especialmente os rins e os ossos.

As doenças dos plasmócitos, das mais comuns para as menos comuns incluem

Esses distúrbios são mais frequentes entre as pessoas mais idosas.

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